Meu
estilo João Doria
Jr.
Conhecido
pelo dom de reunir convidados famosos em festas e eventos empresariais, João
Doria Jr., de 47 anos, faz questão de manter seu visual tão impecável
quanto suas duas mansões, uma nos Jardins e outra em Campos do Jordão.
Só usa camisas feitas sob medida (quase todas com colarinho italiano e
monograma) e ternos Ermenegildo Zegna. Generoso, quando um serviço lhe
agrada, não economiza nas gorjetas. Você
tem algum cuidado especial com a aparência? Além de fazer
a barba pela manhã, no decorrer do dia costumo passar um barbeador elétrico
no rosto para não ficar com a aparência cansada e desleixada.
E o cabelo, como faz para mantê-lo sempre
assim, no lugar? Uso gel, mas não coloco muito. Tomo cuidado para
que o produto seja sem álcool aprendi que álcool faz mal
ao cabelo. Como é o seu guarda-roupa? Os
ternos são de Ermenegildo Zegna. Tenho blazers dele e outros de Paul &
Shark. As camisas eu faço sob medida no Agostinho, um camiseiro impecável.
Tenho o cuidado de pedir colarinho italiano: custa o mesmo preço, mas deixa
o homem mais elegante na foto. Você usa
monograma em suas peças? Sim, JDJ. As camisas já vêm
do Agostinho com a minha marca. Vai muito
a restaurantes? Almoço pelo menos duas vezes por semana no Parigi
e uma vez no La Tambouille. Você
costuma dar gorjetas? Dou, especialmente quando sou bem tratado. E nesses
lugares que mais freqüento, no fim do ano, presenteio todos os garçons,
maîtres, porteiros. Um pequeno gesto de lembrança faz uma grande
diferença. E garante sempre um bom serviço. É
verdade que no Rancho Doria, sua mansão em Campos do Jordão, ao
voltar de um passeio a pé, os hóspedes antes de entrar na sala têm
seus tênis limpos por um empregado? Fazemos de tudo para ter a qualidade
de um hotel cinco-estrelas. Tenho um bom time que poderia muito bem trabalhar
em qualquer hotel dessa categoria. Eu e a Bia (sua mulher, a designer de jóias
Bia Doria) gostamos muito de receber. As pessoas que convidamos para ficar
lá são sempre muito bem tratadas e usufruem esse tipo de cuidado,
sim. Onde você faz consumoterapia? No
supermercado. Gosto especialmente de dois aqui em São Paulo: o Pão
de Açúcar da Gabriel Monteiro da Silva e o Empório Santa
Maria. E fora do Brasil? A Fauchon,
em Paris, e a Dean & DeLuca, em Nova York. Coleciona
cartões de crédito? Tenho todos. Acho que é a forma
mais segura e melhor de pagar as contas. E
relógios? Uso três ou quatro modelos. O favorito é
um Rolex que era do meu pai. Cada vez que o coloco no pulso, sinto o pulso dele.
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