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30 de outubro de 2002
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CINEMA

RETROSPECTIVA MIKE LEIGH. O cineasta de Manchester ganhou fama internacional com Segredos e Mentiras (1996), belo drama que lhe rendeu a Palma de Ouro em Cannes e uma indicação ao Oscar de melhor diretor. Antes, porém, Leigh já havia construído uma sólida carreira em sua Inglaterra natal, com filmes que são quase ensaios sociais sobre a classe média britânica. À exceção do novo Agora ou Nunca, seus principais títulos estão a partir de terça (29) numa mostra gratuita no Centro Cultural Banco do Brasil. Até 10 de novembro, serão exibidos, com legendas eletrônicas, dois curtas, seis longas e nove produções televisivas. Entre os destaques, o premiado Nu (1993) e o sensível Garotas de Futuro (1997), programado para a segunda semana.

 
Veja também
Trailer de Naked
Trailer de Segredos e Mentiras
Trailer de Garotas de Futuro
Trailer de Topsy-turvy

 

 

EXPOSIÇÃO

Divulgação

Praça Fernando Costa: hiper-realismo


GREGÓRIO GRUBER.
Filho do pintor Mário Gruber, Gregório registra desde os anos 60, em telas hiper-realistas, ruas, avenidas, praças e a arquitetura de Santos, onde nasceu, e principalmente da capital, onde vive. As obras sobre São Paulo motivam a individual que ocupa o Masp Centro e o Espaço Cultural BM&F a partir desta semana. São cerca de 100 trabalhos, entre pinturas de técnicas mistas, aquarelas, pastéis e gravuras, todos contemplando a região central. Estão lá o Edifício Itália, a Praça Ramos de Azevedo, a Estação da Luz, o Viaduto do Chá, a Ladeira da Memória e outros marcos paulistanos. Uma das obras mais antigas é de 1971, dedicada à Galeria Prestes Maia. Entre as mais recentes, há uma acrílica com a reprodução do monumento da Praça Fernando Costa, feita no ano passado.

 
Veja também
Galeria de fotos

 

PARA AS CRIANÇAS

Joana Mattei

O Rouxinol e o Imperador: faz-de-conta no Teatro Alfa


O ROUXINOL.
Baseada no conto homônimo do escritor dinamarquês Hans Christian Andersen (1805-1875), a montagem da Cia. da Revista seduz adultos e crianças no Teatro Alfa. Na antiga China, o Imperador (Kleber Montanheiro) aprisiona numa gaiola o personagem-título (Claudia Zucheratto), que encantava o reino com seu canto. Esperto, o Rouxinol foge e é logo substituído por uma ave mecânica de ouro e pedras preciosas. Quando o brinquedo pifa, o soberano adoece de tristeza. No palco, a dupla de atores se reveza em sete personagens, tendo como único elemento cênico uma enorme caixa preta sobre rodas. Em torno dela, cria um irresistível mundo do faz-de-conta.

         
     
 
 
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