Você confia neles?

Moro perto da Praça Vilaboim, onde restaurantes e bares oferecem estacionamento com seguro a seus usuários ("Com o volante dos outros", 21 de fevereiro). Ocorre que o tal estacionamento são vagas públicas nas ruas vizinhas. Já perdi a conta de quantas vezes vi manobristas fazendo malabarismos, dando arrancadas e freadas bruscas. Eu não confiaria nem um carrinho de feira a esses manobristas.
Maria Luiza Rosito

Muito oportuna a reportagem. Importante citar quanto sofrem as pessoas que vivem próximas desses bolsões improvisados de estacionamento. Eu moro numa região de Pinheiros em que os manobristas chegam a estacionar em fila tripla. A Administração Regional de Pinheiros, marco das denúncias de corrupção no governo passado, poderia dar o exemplo e ser a primeira a iniciar a reversão desse quadro em São Paulo.
Jorge Alberto Compagnoni

A reportagem deveria mencionar os furtos de objetos no interior dos carros, especialmente CDs. Muitos usuários de valet podem ter seus bens subtraídos sem saber.
Elenice Tomé

A reportagem retrata a realidade dos serviços de manobristas. Mas é necessário afirmar que eles nada mais são do que reflexo do crescimento urbano desordenado. A regulamentação desse tipo de serviço é medida há tempos sugerida pelo Sindicato das Empresas de Garagens e Estacionamentos do Estado de São Paulo (Sindepark).
Helio Cerqueira Júnior
Diretor do Sindepark

O senhor Raul Street, que teve seu Pathfinder roubado na Vila Madalena, não nos pagou prestação alguma após o sinistro. Limitou-se à entrada de 6.500 reais.
Leo Berman
Fórmula 7

 

Pedágio

Lendo a reportagem "A guerra dos R$ 3,50" (21 de fevereiro), entendo que a Viaoeste queira o ressarcimento da marginal da Castelo a curto prazo. Mas não se deve permitir que a exploração chegue aos serviços públicos. Caso a concessionária tenha sucesso nos 3,50 reais, logo estará pleiteando majoração de preço no pedágio do quilômetro 32, onde são pagos 5 reais – mas relativos a 113 quilômetros.
Antonio Decio Guerreiro

Os 3,50 reais cobrados fazem dessa marginal a rodovia mais cara do planeta – são apenas 7 quilômetros de percurso. Além disso, o Complexo Maria Campos, em Osasco, foi simplesmente incorporado à estrada, sob responsabilidade da concessionária Viaoeste.
Cesar Bertogna

O acesso a Alphaville foi fechado, forçando os usuários que não querem pagar pedágio a ir a Barueri. Para escapar de uma dificuldade criada, as pessoas são obrigadas agora a pagar por uma cara facilidade.
Eliane Mazzoni

Sou moradora de Alphaville e sei que o principal problema do pedágio da Castelo não é seu preço, mas a injustiça do uso do retorno de Barueri.
Juliana Cortez

 

Mato nas praças

Como na reportagem "Esqueceram de mim" (21 de fevereiro), a Praça Conde Francisco Matarazzo Júnior, na Água Branca, encontra-se completamente abandonada e tomada pelo mato. Não peço que sejam repostas as árvores cortadas no ano passado. Se for dado um "trato" no matagal, já fico feliz.
Ilma de Pinho

 

Marta Suplicy

Eis a diferença entre a candidata a prefeita e a prefeita Marta ("Estou a 200 por hora", 14 de fevereiro). Disse ela: "Vamos acabar com a corrupção". Ainda nada fez de efetivo e transparente. "Vamos acabar com a violência." Até o secretário da Saúde já foi vítima de seqüestro. "Vamos limpar a cidade, que está imunda e abandonada." A cidade está cada vez mais suja e esburacada, e a prefeita fica feliz quando a chuva é em Barueri. "Prioridade para a saúde e educação." Extinguiu o PAS e não criou vagas em escolas. "Belezura." O muro do Pacaembu continua sujo. "A cidade está quebrada, sem verba." Aumento de 40% de salário para assessores, criação de 400 cargos de confiança, mudança da sede da prefeitura.
Marcos Teixeira de Mendonça

Finalmente temos um governante que se preocupa com a população e, principalmente, tem sentimentos. Parabéns a vocês pela entrevista com a prefeita Marta Suplicy, que tenta arrumar a casa.
Cecília Bignardi e Luciana Corrêa
Santo André (SP)

 

Centro velho

Amo o centro velho de São Paulo. Quando criança, tomava café com meu avô numa ruazinha estreita, a Rua do Comércio ("Beco da memória", 14 de fevereiro). Íamos ao Café do Centro, onde hoje funciona uma gravataria que mantém, heroicamente, o toldo original. A Rua do Comércio, conhecida como "Beco do Inferno" no início do século XIX, foi esquecida pelos arquitetos neoclássicos do século XX.
Paulo Panzoldo

 

 

 



FOLIA ON-LINE

Acompanhe a cobertura do Carnaval de São Paulo no site Veja Noite (www.vejanoite.com.br). Além de músicas, notícias e dicas sobre os desfiles e bailes da cidade, é possível conferir também os destaques da festa em outras sete capitais brasileiras. E quem quer distância da folia pode consultar um roteiro com as melhores opções de lazer que a cidade oferece.

 

FUNK NO FÓRUM

Os hits do funk carioca, verdadeira mania em todo o país, chegaram às pistas paulistanas. Você acha que esse gênero musical "importado" vai fazer tanto sucesso e ganhar o mesmo espaço em São Paulo? Deixe sua opinião em Vejinha on-line, que criou um fórum sobre o assunto.

 

Editado por Giancarlo Lepiani (glepiani@abril.com.br)

 

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