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Meio
ambiente
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Gal Oppido/Imagem Data

Aterro
sanitário Bandeirantes, em Perus: em dois
anos
a cidade não terá
mais onde depositar o lixo
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Problema:
Todos
sentem na pele, cheiram, vêem e ouvem. Não é
necessário ser ecologista para perceber a cruel presença
da poluição atmosférica, visual e sonora na
cidade. As áreas verdes, raros oásis nessa paisagem
desolada, são insuficientes (4,8 metros quadrados por habitante,
contra os 12 recomendados pela ONU). Temos 31 parques municipais,
com 15 quilômetros quadrados, a maioria com problemas de segurança
e conservação. As poucas reservas que restam estão
ameaçadas. A questão do lixo é uma verdadeira
bomba-relógio. Das 15 000 toneladas de detrito produzidas
diariamente, 95% são levadas a dois aterros sanitários,
que terão a capacidade esgotada até 2002.
Patrícia Santos/Folha Online

"Vamos
promover a despoluição da cidade, cuidando do
verde e do ar que respiramos" |
Soluções:
Com fiscalização
rigorosa, a prefeitura tem condições de reduzir o
excesso de ruído e de poluição visual
que só pode ser vencida com um bom plano paisagístico.
Combater a má qualidade do ar é atribuição
do Estado. Se aplicar os recursos com competência, a prefeitura
pode criar novos parques e conservar melhor os já existentes.
As regiões de mananciais devem ser vigiadas, para evitar
invasões. O lixo exige pelo menos duas providências
imediatas. Primeiro, a prefeitura precisará encontrar um
terreno para instalar um novo aterro sanitário, sob o risco
de, brevemente, ter de exportar os detritos para outro município.
Depois, fazer um programa de reciclagem levando em conta
desde as possibilidades de reaproveitamento do lixo doméstico
até a normatização dos exércitos de
catadores de vidro, plástico e papelão que atuam pela
cidade.
Veja
as propostas dos candidatos:
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