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SERVIÇO
SOCORRO!
Saídas práticas para
resolver vinte
dores de cabeça que podem acontecer
no dia-a-dia de qualquer paulistano
LÚCIA MONTEIRO
Um alarme disparou ao lado de minha casa
Ilustrações Orlando
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Chame logo a polícia. Os policiais podem entrar em contato
com a empresa responsável pelo sistema de segurança
da casa. Como o barulho é enlouquecedor, vale a pena se prevenir
e pedir o celular do vizinho cujo alarme costuma disparar com freqüência.
Assim, da próxima vez que o inconveniente acontecer, você
poderá avisá-lo. Alarmes de carro podem ser ainda
mais complicados: não dá para pedir para a CET guinchar
o veículo nem tentar desligar com empurrões e chutes.
O negócio é sair para um passeio enquanto a bateria
não acaba...
Polícia,
190.
O galho de uma árvore
está entrando
pela minha janela
Só
a prefeitura pode autorizar a poda ou a remoção de
uma árvore. Não há alternativa: é preciso
procurar a subprefeitura de sua região quando galhos quebram
o telhado ou raízes destroem a calçada. Ou ligar para
o telefone de atendimento público da administração
municipal. E ter paciência. O atendimento pode demorar mais
de um mês. A Subprefeitura da Lapa, por exemplo, realizou
10 000 podas ou remoções nos últimos três
anos. Ainda assim, a fila é longa. "Nossa área é
uma das mais arborizadas da cidade", afirma o subprefeito Adaucto
José Durigan. Casos urgentes têm prioridade. Informe
se houver risco de queda, se a rede elétrica estiver comprometida
ou se o tronco apresentar cupins. Seja insistente uma avalanche
de telefonemas pode ajudar os funcionários da prefeitura
a perceber a urgência da situação.
Prefeitura,
156, www.prefeitura.sp.gov.br
(o site tem endereço e telefone de todas as subprefeituras).
Meu carro quebrou
no meio de um congestionamento
Hora
do rush na Marginal Pinheiros. A velocidade não chega a 10
quilômetros por hora. De tanto mudar de marcha (primeira,
segunda, primeira, segunda), o carro parou de funcionar. Antes de
entrar em pânico, acione o pisca-alerta, coloque o triângulo
atrás do carro e, se for impossível tirá-lo
dali, ligue para a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET).
Um guincho da empresa poderá levar o automóvel até
o posto de gasolina mais próximo ou a um lugar onde seja
possível estacionar. A CET faz cerca de 800 remoções
por dia, em situações semelhantes à descrita
acima. Funcionários da companhia podem consertar pequenos
problemas mecânicos e ajudam a trocar pneu.
CET,
194.
Meu celular foi clonado
Você
começa a receber muitos telefonemas por engano e o aparelho
não completa as ligações com a mesma facilidade
de antes. Esses são sinais de que o celular pode ter sido
clonado. Assim que as chamadas forem identificadas, ou quando receber
uma conta exorbitante, entre em contato com sua operadora. "O consumidor
tem direito ao ressarcimento das ligações não
reconhecidas e pode pedir o cancelamento do serviço, com
a devolução da mensalidade", afirma Gabriela Ribas
Antônio, assessora de diretoria do Procon. É necessário
que o assinante prejudicado faça um boletim de ocorrência
para se proteger de eventuais disputas com a operadora.
A Vivo e a Claro prometem trocar
rapidamente o número do telefone, sem nenhum custo. Uma nova
linha é habilitada no mesmo aparelho. A antiga continua recebendo
chamadas, mas fica bloqueada para fazer ligações.
Depois de alguns dias, os clonadores desistem desse número
e a situação volta ao normal. "Ninguém deve
pagar pela nova assinatura. Esse gasto é de responsabilidade
da operadora", orienta Gabriela. A boa notícia é que
hoje em dia as empresas conseguem, na maioria dos casos, identificar
a clonagem antes mesmo do assinante. Além disso, a tecnologia
GSM, utilizada nos aparelhos mais modernos e adotada pela TIM, dificulta
a clonagem.
Claro,
0800 0363636 (ou * 800 se você estiver discando de um celular
Claro).
Nextel,
3748-1212.
Tim,
*144 (de celulares Tim) ou 0800 7414141.
Vivo,
1404 (para telefones pós-pagos) ou *5000 (para pré-pagos).
Procon, Caixa Postal 3050, CEP
01061-970, São Paulo,
1512, fax
3824-0717, www.procon.sp.gov.br.
Apareceu um buraco no
asfalto bem
em frente de casa
Aos
primeiros sinais de que uma cratera está se formando na rua,
ligue imediatamente. A prefeitura promete atender a todas as reclamações
de buracos no asfalto em uma semana. Diariamente, são feitos
cerca de 1 000 consertos desse tipo, dentro da Operação
Tapa-Buraco. Mas atenção: as subprefeituras, encarregadas
de resolver o problema, só cuidam de buracos causados pela
chuva ou pelo desgaste do calçamento. Quando um deles é
aberto pelas concessionárias de água, gás,
luz ou telefonia, seu fechamento fica a cargo da empresa que o abriu.
Mesmo assim, vale a pena telefonar para a prefeitura, que pode cobrar
mais agilidade da companhia responsável.
Prefeitura,
156, www.prefeitura.sp.gov.br
(o site tem endereço e telefone de todas as subprefeituras).
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