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VEJA SÃO PAULO RECOMENDA
CONCERTO
Divulgação
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maestro Osmo Vänskä: Beethoven na Sala São Paulo |
ORQUESTRA SINFÔNICA DO ESTADO E OSMO VÄNSKÄ.
A Finlândia segue em alta com a Osesp. Menos de dois meses depois de
ser conduzida por Leif Segerstam, a orquestra terá à sua frente
outro finlandês, o elogiadíssimo Osmo Vänskä. Ex-diretor
da BBC Escocesa, o maestro divide seu tempo entre a Sinfônica de Lahti,
em sua terra natal, e a Orquestra de Minnesota, nos Estados Unidos, das quais
é o titular. Na Sala São Paulo, de quinta (15) a sábado (17),
Vänskä rege nossos músicos em um programa dedicado a Beethoven.
O Concerto Nº 3 para Piano em Dó Menor Op. 37 que começou
a ser escrito em 1796 e só foi apresentado em 1803 conta com solos
de outro finlandês, o pianista Antti Siirala, de 30 anos. Depois do intervalo,
entram em cena os acordes da Terceira Sinfonia, a "Heróica",
com seus quase cinqüenta minutos de duração. SHOW
Mario
Rodrigues
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baiano: versões contra a mesmice |
LUCAS
SANTTANA. Gravado por Marisa Monte, Daniela Mercury e Gilberto Gil, esse baiano
radicado no Rio de Janeiro sai-se tão bem compondo quanto cantando, tocando
guitarra e rearranjando canções alheias. A prova está em
3 Sessions in a Greenhouse, seu terceiro álbum, motivo da temporada
às quintas-feiras no Studio SP. Lucas Santtana apresenta-se na companhia
dos dez músicos da banda Seleção Natural. Em suas mãos,
o partido-alto Faixa Amarela, de Zeca Pagodinho, virou um dub. Pela
Orla dos Velhos Tempos, da Nação Zumbi, encontrou o funk carioca
Feira de Acari. Ogodô Ano 2000, de Tom Zé, ganhou peso
roqueiro. As ótimas No Intuito, Samba Cubano e Lycra-Limão,
lançadas no CD de 2003, também estão no programa revestidas
de um novo e acachapante colorido.
EXPOSIÇÃO
Divulgação
 | | Tela
de Sonya: tom medieval e Frida Kahlo |
SONYA
GRASSMANN. A búlgara Anne Marie Elisabeth Graesse (1933-1997) adotou
o nome Sonya por sugestão de seu treinador de luta livre. Em 1957, ela
casou-se com o gravador paulista Marcello Grassmann, que conheceu durante combates
pelo Brasil. Essa trajetória só não é mais peculiar
que sua arte. Filha de um pintor e de uma trapezista, Sonya criou em telas e gravuras
um universo de tom medieval representado por figuras femininas muitas vezes
ela própria , recurso que a aproxima da mexicana Frida Kahlo. Raramente
expostos em vida, quarenta de seus trabalhos podem ser apreciados a partir de
segunda (12) no James Lisboa Escritório de Arte.
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