| |
| |  | |
EVENTO Arco-íris
com hora marcada Em sua décima edição,
a Parada Gay muda para sábado e não pode passar das 8 da
noite Luiza Fecarotta
Divulgação
 | |
O jogo do Brasil contra
a Austrália pela primeira fase da Copa do Mundo, no próximo domingo
(18), atrapalhou os planos dos organizadores da Parada do Orgulho GLBT (gays,
lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais). Para não dividir
a atenção com Ronaldinho e companhia, o evento foi transferido para
o sábado (17). A concentração será na Avenida Paulista,
ao meio-dia, e a multidão descerá a Rua da Consolação
até a Praça Roosevelt. No ano passado, 2,5 milhões de pessoas
participaram da festa (segundo a PM, o número era de 1,8 milhão),
que passou a ser considerada a maior do mundo. Em sua décima edição,
a parada terá, pela primeira vez, hora para acabar. Às 8 da noite,
os trios elétricos precisarão desligar o som e não haverá
palco com shows nem na Praça da República nem na esquina das avenidas
Ipiranga e São João, como em anos anteriores.
A bandeira será "Homofobia é crime!", para promover o projeto de
lei que tramita na Câmara dos Deputados e que estipula punições
para a discriminação por causa da orientação sexual.
Quem quiser ainda mais agito terá alento nos muitos eventos paralelos que
pipocarão pela cidade. O Hopi Hari faz seu Gay Day no domingo (18). Durante
toda a semana, casas noturnas promovem baladas especiais. A festa oficial da parada
será no feriado de quinta, no Our Place Club, em Santa Cecília.
DJs internacionais marcarão presença, entre eles as americanas Alyson
Calanga (quinta no clube Hype) e Tracy Young (sexta na Ultralounge). 2
milhões de pessoas são esperadas
na Parada Gay deste ano 400
000 turistas vieram a São Paulo especialmente para a data no ano
passado 23 trios
elétricos vão agitar a festa 20
milhões de reais é
quanto se movimenta por causa do evento |
|