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12 de março de 2003
SERVIÇO
TRÂNSITO
MÚSICA
TERRAÇO PAULISTANO
AS BOAS COMPRAS
A OPINIÃO DO LEITOR
CRÔNICA
   

TERRAÇO PAULISTANO

Lúcia Monteiro e Otávio Canecchio

 

Tá dominado


Heudes Regis
Marta e Favre: seis horas de pé, aos abraços e cochichos

O primeiro-casal curtiu a sexta-feira de Carnaval em clima de marcação cerrada. Marta Suplicy não desgrudou um só minuto de seu noivo, o franco-argentino Luis Favre. Trocaram cochichos, abraços e até passinhos de samba durante as seis horas em que assistiram, de pé, aos desfiles. "Isso aqui está uma beleza", comemorava a prefeita, que só se separou de Favre na hora de distribuírem autógrafos aos convidados (sim, ele também fez a alegria das cinqüentonas anônimas que circulavam no pedaço). Em vez dos terninhos Armani, Marta vestiu a camiseta da prefeitura "customizada" pelo estilista Walério Araújo. Bordada com lantejoulas e contas de acrílico, combinava com os brincos em forma de estrela. Só o batom conseguia ser mais vermelho.

 

Olha o Paulo Zulu aí, gente!


Mario Rodrigues
Battaglini: "Quero ser reconhecido pelo talento"


O repórter da TV Globo Fabricio Battaglini não foi destaque de nenhuma escola, mas chamou a atenção do público feminino que estava no Sambódromo. Moreno, de olhos verdes e porte atlético – 76 quilos e 1,83 metro de altura –, Battaglini foi escalado para entrar em flashes ao vivo durante a programação. Há dois anos na emissora, o repórter mantém o bronzeado em escapadas para o Litoral Norte quando está de folga. "Gosto de ir a Ubatuba e ficar jogando vôlei de praia com os amigos", diz. Sobre uma certa semelhança com o modelo Paulo Zulu, desconversa. "Quero ser reconhecido pelo meu talento e não pela minha aparência." Então, tá.

 

Ligeiro no ataque


Bob Paulino/Contigo
Raí e Leka: investidas de craque

Se houvesse uma votação para eleger o Don Juan do Sambódromo, o ex-jogador Raí voltaria para casa com um troféu debaixo do braço. Destaque da Rosas de Ouro, o bonitão beijou a mão da prefeita, era só sorrisos com a ex-Big Brother Brasil Leka e paquerou a rainha da bateria de sua escola, Bruna Ancheschi, apesar da presença do namorado da garota. Depois do desfile, perambulou pelos camarotes das cervejarias distribuindo xavecos. "Não tenho samba no pé, mas fiquei contagiado com os ensaios."

 

Cadê minha fantasia?

Mario Rodrigues
Mari: impedida de desfilar, caiu no choro


Minutos antes de a Império da Casa Verde entrar na avenida, a modelo Mari Alexandre, um dos destaques da escola, ainda não estava pronta para o desfile. "Minha fantasia sumiu!", gritava a loira. Foi um deus-nos-acuda. Tentaram improvisar uma roupa de última hora, mas não deu certo. A Império foi obrigada a partir e, no meio da confusão, o carro abre-alas quase atropela a modelo. Desconsolada, Mari lembrou a época em que se debulhava em lágrimas na Casa dos Artistas. Na ocasião, por causa do pagodeiro Vavá.

 

 

Madrinhas do salão

Fotos Renata Ursaia
aia
Cássia: look de Carlos Miele Glória Maria: stress no penteado


Fernanda Lima: corselete de bronze

O pré-Carnaval black-tie do Hotel Unique foi uma passarela de egos, fantasias e looks fashion criados por estilistas famosos. Além das celebridades convidadas, treze rostos famosos ganharam o título de "madrinha"e vestidos exclusivos para embelezar a festa. Entre elas, a modelo Cássia Ávila, a VJ Fernanda Lima e a global Glória Maria. Fernanda estava com uma saia de penas e um pesado corselete de bronze. "Costumava pular de coelhinha, pirata ou odalisca. Fiquei me achando vestida de Walter Rodrigues", disse. Ex do piloto Pedro Paulo Diniz, Cássia apareceu de Carlos Miele. "Não ligo muito para samba, mas gostei do baile em estilo antigo." Antes de surgir sorridente, Glória Maria passou horas de stress no salão do cabeleireiro Wanderley Nunes. Nervosa, não conseguia escolher um enfeite de cabeça.

         
     
 
 
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