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11 de maio de 2005
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CONCERTO

O conjunto de câmara holandês: partituras preciosas

Combattimento Consort Amsterdam. O envolvimento do conjunto de câmara holandês com a música não se limita às salas de concerto. Além dos ensaios regulares, seus catorze integrantes costumam passar horas garimpando empoeirados manuscritos em bibliotecas européias. Não raro sacam preciosidades do período barroco (1600-1750). Sob condução de seu fundador, o violinista Jan Willem de Vriend, o Combattimento Consort Amsterdam interpreta algumas dessas descobertas, como o concerto A Tempesta di Mare, do italiano Lorenzo Gaetano Zavateri (1690-1764). Agendado para quinta (12), no Teatro Cultura Artística, o recital ainda traz obras de Bach, Telemann, Vivaldi e Jean-Philippe Rameau (1683-1764). Uma segunda apresentação está marcada para o dia 19.

 

EXPOSIÇÃO

Divulgação
Desenho de Lee: mito feminino


Wesley Duke Lee.
Polêmicas sempre foram uma constante na trajetória desse paulistano de 73 anos. Em 1963, banido da Bienal, Wesley Duke Lee levou suas telas de conteúdo erótico para um bar e lá as expôs. Criou, assim, o primeiro happening da cidade, um espetáculo interativo e improvisado. São desse período as duas séries inéditas de desenhos em cartaz na Pinacoteca do Estado. Os trabalhos de carvão e nanquim sobre papel tratam de temas prediletos do artista, a exemplo da sexualidade e dos mitos femininos. Essas escolhas estão sintetizadas na figura da atriz Jean Harlow, a vênus platinada de Hollywood, que morreu em 1937, aos 26 anos.

 

Veja também
Galeria de imagens

 

SHOW

André Nazareth
No Baretto: Ney Matogrosso com intimismo


Ney Matogrosso.
Em busca de novos formatos de apresentação, alguns artistas têm transformado o intimista Baretto num agradável laboratório. Fernanda Abreu, Nando Reis, Caetano Veloso e Marina Lima, habituados a grandes platéias, já se exibiram no elegante bar, que tem capacidade para apenas 64 pessoas. Na sexta (13) e no sábado (14), Ney Matogrosso revela esse lado inovador no show Canto em Qualquer Canto. Sua voz privilegiada passeia por pérolas como Oriente, de Gilberto Gil, Bamboleô, de André Filho, e – claro – a canção-título do espetáculo, uma parceria de Ná Ozzetti e Itamar Assumpção. Amparam o cantor os violões de Ricardo Silveira, Zé Paulo Becker, Pedro Jóia e Marcello Gonçalves.

     
   
 
 
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