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VEJA SÃO PAULO RECOMENDA CONCERTO
 | | O
conjunto de câmara holandês: partituras preciosas |
Combattimento
Consort Amsterdam. O envolvimento do conjunto de câmara holandês
com a música não se limita às salas de concerto. Além
dos ensaios regulares, seus catorze integrantes costumam passar horas garimpando
empoeirados manuscritos em bibliotecas européias. Não raro sacam
preciosidades do período barroco (1600-1750). Sob condução
de seu fundador, o violinista Jan Willem de Vriend, o Combattimento Consort Amsterdam
interpreta algumas dessas descobertas, como o concerto A Tempesta di Mare,
do italiano Lorenzo Gaetano Zavateri (1690-1764). Agendado para quinta (12),
no Teatro Cultura Artística, o recital ainda traz obras de Bach, Telemann,
Vivaldi e Jean-Philippe Rameau (1683-1764). Uma segunda apresentação
está marcada para o dia 19. EXPOSIÇÃO
Divulgação
 | | Desenho
de Lee: mito feminino |
Wesley Duke
Lee. Polêmicas sempre foram uma constante na trajetória desse
paulistano de 73 anos. Em 1963, banido da Bienal, Wesley Duke Lee levou suas telas
de conteúdo erótico para um bar e lá as expôs. Criou,
assim, o primeiro happening da cidade, um espetáculo interativo e improvisado.
São desse período as duas séries inéditas de desenhos
em cartaz na Pinacoteca do Estado. Os trabalhos de carvão e nanquim sobre
papel tratam de temas prediletos do artista, a exemplo da sexualidade e dos mitos
femininos. Essas escolhas estão sintetizadas na figura da atriz Jean Harlow,
a vênus platinada de Hollywood, que morreu em 1937, aos 26 anos.
SHOW
André
Nazareth
 | | No
Baretto: Ney Matogrosso com intimismo |
Ney
Matogrosso. Em busca de novos formatos de apresentação, alguns
artistas têm transformado o intimista Baretto num agradável laboratório.
Fernanda Abreu, Nando Reis, Caetano Veloso e Marina Lima, habituados a grandes
platéias, já se exibiram no elegante bar, que tem capacidade para
apenas 64 pessoas. Na sexta (13) e no sábado (14), Ney Matogrosso revela
esse lado inovador no show Canto em Qualquer Canto. Sua voz privilegiada
passeia por pérolas como Oriente, de Gilberto Gil, Bamboleô,
de André Filho, e claro a canção-título
do espetáculo, uma parceria de Ná Ozzetti e Itamar Assumpção.
Amparam o cantor os violões de Ricardo Silveira, Zé Paulo Becker,
Pedro Jóia e Marcello Gonçalves.
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