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VEJA
SÃO PAULO RECOMENDA
SHOW
Divulgação
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| Hanna:
uma voz para Louise Brooks |
Hanna
Schygulla. A
interpretação da atriz alemã para músicas
de Brecht encantou a platéia paulistana no ano passado. Agora,
a estrela volta com um espetáculo diferente, igualmente requintado.
O programa que leva ao Sesc Vila Mariana vincula-se ao meio de expressão
que lhe deu notoriedade, o cinema. Em Ela! Louise Brooks, o
pianista Roberto Tricarri e outros cinco instrumentistas executam
uma trilha composta para o filme mudo O Diário de uma
Perdida (1929). Esse melodrama dirigido na Alemanha por Georg
Pabst teve como protagonista a americana Louise Brooks. Compete
a Hanna Schygulla dar voz à personagem de Louise e ao filme,
por meio de canções e textos (devidamente legendados).
De segunda (29) a quinta (2), o CineSesc homenageia a atriz com
uma mostra de seis filmes, todos dirigidos por Rainer Fassbinder.
EXPOSIÇÃO
Fotos Pedro Oswaldo Cruz
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| Acrílicas
dos anos 60: pop e político |
Carlos
Vergara. Como bom discípulo, o gaúcho Carlos Vergara,
hoje com 62 anos, seguiu à risca os passos de seu professor
Iberê Camargo. A partir de 1963, deixou de lado a cerâmica
e priorizou a pintura exercitando-a em séries, característica
de seu mestre e conterrâneo. Mas, ao contrário da produção
soturna de Iberê, o aluno preferiu trabalhar temas explícitos,
seja no engajamento político de linhas pop da primeira fase,
seja na leveza e no colorido carnavalesco posteriores. São
dos marcantes anos 60 as duas acrílicas aqui reproduzidas
e presentes na retrospectiva que o Instituto Tomie Ohtake inaugura
na quarta (1º). Há telas, fotos e instalações,
num total de cinqüenta obras, entre elas uma bela série
de monotipias sobre o Pantanal.
CONCERTO
Mitsu Yasukawa/AP
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| O
maestro japonês Eiji Oue: vigor de samurai |
Orquestra Filarmônica da Rádio de Hannover. Descendente
que é de uma linhagem de samurais, o maestro japonês
Eiji Oue mantém a tradição à sua maneira.
Faz da batuta o shinai, aquele sabre de bambu usado pelos antepassados
guerreiros. Assim, sob vigoroso comando, os 96 músicos da
filarmônica alemã apresentam-se na cidade. Se no dia
6, na Sala São Paulo, os ingressos custam entre 100 e 290
reais, no domingo (5) há recital grátis no Ibirapuera.
Ao ar livre, e com participação especial do clarinetista
francês Paul Meyer, a orquestra executa um programa ligeiro,
composto de Weber, Mozart, Beethoven, Rimsky-Korsakov, Johann Strauss
Jr., Rossini e John Williams.
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