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BEIRA-MAR Atriz,
continuísta, cronometrista... Ricardo
Fasanello/Strana
 | | Anna
Sophia: no
set, de tudo um pouco |
Quando
ouviu o sim da produção de O Maior Amor do Mundo, Anna
Sophia Folch tremeu na base. "Não imaginava que fosse passar no teste",
conta a atriz de 21 anos, que, nos últimos cinco, fez testes para diversas
produções. Uma vez no set, ela ficou tão à vontade
que descolou até um bico com o diretor Cacá Diegues. "Eu me ofereci
para ser assistente de continuidade. Quando não filmava, cronometrava as
cenas", diz ela, que estuda letras na PUC. Na trama, em cartaz a partir do dia
7, Anna vive uma adolescente que guia o personagem de José Wilker pela
Baixada Fluminense. Nesta semana, ela viaja para o Festival de Cinema de Montreal.
A ousadia
de Priscilinha Tsunami Divulgação
 | | Maria
Paula no filme: "Comendo só migalhas" |
Uma
gatinha carioca que trabalha de dia num escritório de advocacia e à
noite vira stripper. A vida dupla é para ajudar o irmão surfista
a fazer um implante de cérebro, que ele perdeu numa rave. Maria Paula
é quem encarna Priscilinha Tsunami, personagem de Seus Problemas Acabaram,
o novo filme dos cassetas que estréia na sexta (1). Para não
fazer feio nas cenas mais ousadas como a de espartilho, na foto acima ,
ela enfrentou privações depois da gravidez. "Passei um ano do cão,
comendo só migalhas. Mas deu certo. Acho que não decepciono", diz
ela.
Nem
a própria mãe a reconheceu
Pina
 | | Vanessa:
de cabocla a mito da moda |
Acostumada
a viver tipos genuinamente nacionais em novelas e filmes, Vanessa
Giácomo
deu uma escapulida no ensaio que fez para o site ego.com.br.
Ela está quase irreconhecível de peruca loira, vestido curto e meias
acima do joelho, inspirada na modelo Twiggy, precursora, nos anos 60, do visual
anoréxico da classe. A idéia partiu do fotógrafo. "Está
totalmente diferente do que sou. Adoro transformações", diz a atriz,
que será a mulher de Chico Mendes numa minissérie sobre a vida do
seringueiro. "Mostrei as fotos para a minha mãe e ela perguntou se era
eu mesmo."
Paladar presidencial
Dilmar
Cavalher/Strana
 | | Chef
Renato: homenagem |
Getúlio Vargas
era chegado a uma dobradinha. Affonso Penna fartava-se com o presunto glaceado.
Rodrigues Alves costumava pedir peru à brasileira. Os gigantescos espelhos
belgas, os mármores italianos e o mobiliário de jacarandá
da Confeitaria Colombo foram cenário de vastas comilanças presidenciais.
Para celebrar seu 112º aniversário e em ano de eleição,
a casa inclui no bufê, de 18 a 23 de setembro, os pratos preferidos dos
políticos. "Pesquisamos as receitas. Algumas eram degustadas por eles na
própria Colombo", diz o chef Renato Freire.
A arte da vez é a pintura Divulgação
 | | Jô
e um de seus quadros: mostra |
Jô
Soares desembarca no Rio para mostrar sua faceta
artística menos conhecida: a de pintor. Ele expõe 45 telas a partir
de quinta (31), na Casa França-Brasil. Jô deu esta entrevista a
Veja Rio. Sua última exposição
individual no Rio foi em 1986. O que o levou a expor de novo na cidade?
Deixei de pintar devido ao acidente de moto. Só pude voltar quando descobri
a técnica da digicromia, que me permite trabalhar no computador. Antes
disso, também fiquei um período sem pintar porque estava me dedicando
a "brincar de outras coisas". Sua primeira individual
foi em 1967. Pensa em uma retrospectiva para festejar a data no ano que vem?
Acho difícil, pela quantidade de projetos em outras áreas que sempre
surgem. Essa exposição é
a mesma que esteve em cartaz dois anos atrás em São Paulo?
Na exposição do Museu Brasileiro de Escultura foram vendidos dezoito
quadros, que agora serão substituídos por trabalhos recentes.
Como são sua rotina com a pintura e seu processo
criativo? Começa por uma rotina sem
rotina. Vou encontrando tempo para todas as minhas atividades paralelas além
da televisão, como escrever, pintar, tocar, dirigir teatro, mas sempre
uma coisa de cada vez. O senhor vem com freqüência
ao Rio? Como é sua relação com sua cidade natal? É
ótima, a melhor possível. Não vou com a freqüência
que gostaria porque faço meu programa em São Paulo, mas no ano que
vem devo estar na cidade com meu espetáculo-solo Na Mira do Gordo.
| Editado por Sérgio
Garcia. Colaboraram Fátima Sá e Fernanda Thedim |