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VEJA RIO
RECOMENDA
CINEMA
Fotos Divulgação
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| 4 Meses, 3 Semanas e 2 Dias:
vencedor da Palma de Ouro |
Festival do Rio
2007. Até 4 de outubro, diretores
como Quentin Tarantino, David Lynch, Michael Moore, Zhang Yimou,
Mario Monicelli e Carlos Saura terão suas produções
recentes exibidas no maior evento cinematográfico da cidade.
Esta é a semana em que o festival realmente esquenta, com
mais de 100 títulos exibidos em 22 salas entre o Centro e
a Barra. Um dos destaques da programação é
o ganhador da Palma de Ouro no Festival de Cannes deste ano: 4
Meses, 3 Semanas e 2 Dias, de Cristian Mungiu, que terá
suas primeiras sessões no Brasil domingo (30), às
13h e às 17h30, no Estação Ipanema 2. Ambientado
em 1987 na Romênia comunista controlada com mão-de-ferro
por Nicolae Ceausescu, o drama acompanha a jovem estudante Otilia
(Anamaria Marinca) em sua tentativa de ajudar a colega de quarto,
Gabita (Laura Vasiliu), a realizar um aborto, prática proibida
no país.
SHOW
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| Teresa: novo repertório vai
da Velha Guarda a Caetano |
Teresa Cristina
e Grupo Semente. Há nove anos, cantando baixinho, sem
nunca perder o tom e com os olhos fechados, ela começou a
se apresentar no bar Semente, na Lapa, e teve papel fundamental
na revitalização da boêmia na região.
Depois de turnês na Índia e na Holanda, Teresa Cristina
volta às origens para lançar com show, sábado
(29), no Circo Voador, o CD Delicada. Ao lado do Grupo Semente,
a cantora mistura com originalidade bambas da antiga um bom
exemplo é Fim de Romance, parceria dela com Argemiro
(1923-2003), da Velha Guarda da Portela , Paulinho da Viola
(A Gente Esquece), Caetano Veloso (Gema, do disco
Outras Palavras, de 1981) e composições
próprias. Uma delas, Cantar, explica com beleza singela
o estilo minimalista que a levou à linha de frente do samba.
EXPOSIÇÕES
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| Um que Passa:
registro de 1959 feito em Washington |
José
Oiticica Filho: Fotografia e Invenção. Pai
do artista plástico Hélio Oiticica (1937-1980), Oiticica
Filho (1906-1964) foi um nome de destaque na fotografia brasileira
do século XX. Em 1953, entrou na lista dos dez melhores do
mundo feita pela extinta revista American Annual of Photography.
Inquieto, ele também produziu pinturas em acrílica
sobre tela e, manipulando o processo de revelação
de imagens, criou curiosos desenhos e gravuras em negativos. Todas
essas facetas estão reunidas na exuberante mostra em cartaz
no Centro de Arte Hélio Oiticica, no Centro.
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| Obra sem título: inspirada nas caixas
de isopor de ambulantes |
Raul Mourão.
Entre o fim de 2005 e o começo do ano passado, o artista
carioca causou sensação com a mostra Luladepelúcia,
enfeitada por mais de 100 bonecos fofinhos inspirados no presidente
da República. Foi tanto o sucesso que ele chegou a temer
trocar quinze anos de carreira por quinze minutos de fama como "um
retratista de celebridades". Fitografias, sua individual
em cartaz na galeria Lurixs, demonstra que a questão está
superada. Inventivo, Mourão aplicou faixas de fórmica
sobre madeira para criar obras de colorido vivo, como o que viu
nas enfeitadas caixas de isopor de ambulantes cariocas.
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