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OPINIÃO DO LEITOR
A
nova face da Justiça 1
Jovens,
bem-sucedidos e temidos? A verdade, sabemos, é bem diferente. Jovens, em
sua maioria, que nasceram em berço esplêndido, que não passaram
nenhum sacrifício na vida, a não ser nas horas de estudos, e que
não conhecem a verdadeira sociedade brasileira vão atrás
de títulos, poder e dinheiro. Não trabalham em prol da sociedade,
são extremamente soberbos e não somam, com raríssimas exceções,
nada para a vida da população. Muitos deles seriam melhores políticos
que integrantes do Judiciário. Têm obrigações previstas
em lei, mas não as cumprem. Pobre povo brasileiro.
Mário
Rosa
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A
nova face da Justiça 2
É
revoltante saber que um país onde um professor recebe mensalmente 500 reais
e os médicos, 1 500 reais, possa remunerar o profissional do direito com
cerca de 18 000 reais. Em nenhum outro concurso público, mesmo naqueles
com alto grau de dificuldade, como para analista do TCU ou do Banco Central, ou
no tão disputado concurso para auditor fiscal da Receita Federal, um servidor,
ao ser empossado, recebe salário tão alto. Sem falar nos verdadeiros
doutores, aqueles que defenderam tese e trabalham em universidades ou em centros
de pesquisas e não chegam a receber 5 000 reais.
Christiane
Matheus
Por
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Helena,
Helenas 1
Caro
Manoel Carlos, inicialmente, eu gostaria de parabenizá-lo pelas excelentes
telenovelas, sempre muito atuais, com temas polêmicos, mas tratados de uma
maneira gostosa. Não me importo que todas as suas protagonistas se chamem
Helena, tampouco que as histórias sejam passadas no bairro do Leblon, o
que é sempre um colírio para os nossos olhos. Será uma honra,
mais uma vez, poder vir para casa e assistir a uma novela escrita por você.
E é ótimo saber que, enquanto você está fora do ar,
posso ter sua presença maravilhosa nas crônicas quinzenais publicadas
em Veja Rio. Parabéns pelo seu excelente trabalho ("Helena,
Helenas", Veja Rio, 14/6/2006).
Tania
Amaral
Por
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Helena,
Helenas 2 Manoel
Carlos, acabo de ler sua crônica, na qual você explica o nome (lindo!)
que dá a suas protagonistas. As sugestões embutidas nesse nome,
que tanto impressionaram você, são muito semelhantes às que
ele me traz. Desde criança, associei esse nome à suavidade feminina.
A primeira Helena que conheci era sobrinha da minha professora de piano
que não era absolutamente suave: brava, batia com um lápis gigante
em meus dedos. Mas a sobrinha era loura, com cachos macios e pele sedosa, falava
baixo e tinha feições perfeitas. Depois vieram mais umas duas Helenas
tão ensolaradas e femininas... Mas o motivo definitivo dessa associação
veio na adolescência, quando mergulhei fundo na mitologia grega e contemplei
Helena de Tróia, cuja beleza e cujo poder de sedução desencadearam
uma guerra! Muitos anos depois, nasceu-me uma filha. Quando entramos na maternidade,
o pai e eu já havíamos concordado: o nome do bebê seria Helena.
A minha Helena é real, é linda, meiga e inteligente; é também
luminosa como o sol. Perdoe-me se roubo seu tempo com essa história. É
que sua crônica me trouxe todas essas reflexões.
Tania
Vieira Gomes
Por
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MANDE
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