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Editado por Fabio Brisolla As
agruras do outrora "maior do mundo" Dilmar
Cavalher /Strana
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Em
plena Copa do Mundo, o Maracanã anda triste. Palco de grandes partidas
e da derrota do Brasil em 1950, o outrora "maior estádio do mundo" já
foi esnobado pela CBF para um eventual Mundial de 2014 sediado no Brasil. Além
disso, passa por uma obra cuja conclusão tem sido várias vezes adiada.
O prazo mais recente é dezembro deste ano. Mas o Maracanã ainda
vai brilhar. Nos Jogos Pan-Americanos de 2007, acontecerão nele as cerimônias
de abertura e encerramento, as partidas de futebol e a chegada da maratona. A
primeira etapa da obra em andamento foi a substituição e o rebaixamento
do gramado, para dar visibilidade ao novo setor do estádio, a platéia
inferior. O lugar, antes ocupado pela turma da geral, será destinado a
cadeiras especiais.
O
Rio na Copa
Quatro jogadores da atual seleção iniciaram no futebol profissional
em clubes cariocas: Júlio César, Juan e Adriano (Flamengo) e Gilberto
(América). Ronaldo teve uma rápida passagem pelo São Cristóvão.
O último jogador de time carioca a disputar uma Copa foi Juninho Paulista,
representante do Flamengo, em 2002. Em 1998 foram cinco atletas: Júnior
Baiano e Zé Roberto (Flamengo), Bebeto e Gonçalves (Botafogo) e
Carlos Germano (Vasco). O último jogador tricolor a disputar um Mundial
foi o lateral Branco, em 1994. |
O
futebol venceu Fernando
Lemos /Strana
 | | Juan:
em dúvida entre
o futebol e a engenharia
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Em
1994, Veja Rio destacou em uma reportagem de capa o renascimento das escolinhas
de futebol impulsionado pela conquista do tetracampeonato e apresentou alguns
meninos promissores. Entre eles havia um tal Juan Silveira dos Santos, de 15 anos,
da equipe infantil do Flamengo. Na época, Juan ainda não tinha certeza
se prosseguiria como jogador. "É cedo para decidir. Estou entre o futebol
e a engenharia", disse o menino na época. Na próxima terça
(13), doze anos depois, Juan entra em campo como zagueiro titular na estréia
da seleção brasileira na Copa da Alemanha. | Frases
"Queria
que ele estudasse para ter um futuro. Futebol
para mim era uma loteria." SÔNIA
NAZÁRIO DE LIMA, mãe
do craque Ronaldo, em maio de 1998 |