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31 de maio de 2006

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VEJA RIO 15 ANOS
OPINIÃO DO LEITOR
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AS BOAS COMPRAS
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR


"Parabéns, Veja Rio, pela excelente matéria 'A nova face da Justiça' (7/6/2006). Aplaudo, de pé, esses jovens, que me dão esperança de dias melhores."

Alberto Bertholo

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A nova face da Justiça 1

Gostaria de parabenizar os jovens profissionais que tão cedo conseguem ingressar em importantes e almejadas carreiras do mundo jurídico. Mas tenho de mostrar o meu desacordo com a opinião do desembargador Sergio Cavalieri Filho, presidente do TJ-RJ, quando ele afirma que "chegam sem vícios, com grande capacidade intelectual e muita energia". Em todos os países, vivência profissional e experiência são características sempre respeitadas e valorizadas. Assim, a vivência profissional não deve ser encarada como "vício". Vícios se adquirem independentemente do tempo ou da idade. É questão de caráter. Vivência e experiência profissional adquiridas ao longo de uma carreira são elementos indispensáveis para um bom magistrado. Queremos um direito que atenda aos almejos da sociedade, que conheça as verdadeiras necessidades e problemas. Talvez nisso um pouco de experiência e vivência ajude.

Vivian Habib

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A nova face da Justiça 2

Parabenizo Veja Rio pela excelente matéria "Jovens, bem-sucedidos e temidos" (7/6/2006). Realmente os jovens concursados estão transformando para melhor o serviço público.

Sarah Danan

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A nova face da Justiça 3

Gostaria de informar que promotores e juízes têm praticamente o mesmo salário inicial: bruto, cerca de 18 000 reais; líquido, cerca de 13 000 reais. A reportagem informou que juízes e promotores têm salário bruto de 18 000 reais e 13 000 reais, respectivamente, mas promotores não ganham menos que juízes.

Luciana Delgado

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Onde você estava em 2002?

Tutty, eu certamente não estava com você em 1986, quando Zico perdeu o pênalti ("Onde você estava em 2002?", Veja Rio, 7/6/2006). Até porque desde a época do Nem Tutty é Verdade continuo curiosa em saber quem é você. Estava com Armando Freitas Filho. Quero dizer, estava no mesmo apartamento do Leblon que ele, pois namorava o sobrinho da mulher dele. Mas, de minha parte, não consigo lembrar da Copa de 90. É um apagão só, não sei nem onde assisti aos jogos. Desculpe não ter respondido à sua pergunta, mas achei engraçada a coincidência.

Luciana Andrade

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Amor platônico

Manoel Carlos, desde domingo ensaio estas linhas. Desde domingo tomo coragem para lhe escrever. Como sempre, adorei sua crônica ("Amor platônico", Veja Rio, 31/5/2006). Adoro tudo que o senhor escreve na Veja Rio e tenho uma pasta onde arquivo todos os seus textos. Aguardo ansiosamente os domingos para lê-los. É a primeira parte da revista que leio! Faz-me um bem incomensurável. Acho que, depois de ler essa crônica, posso considerar que tenho um amor platônico pelo senhor escritor. Desculpe-me a ousadia, mas é apenas platônico! Um abraço tão platônico quanto virtual de uma fã.

Christina Japiassu

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Astronautas do mar 1

Gostaria de parabenizá-los pela maravilhosa reportagem "Astronautas do mar" (Veja Rio 24/5/2006). Simplesmente deliciosa a matéria.

Janete Regina Oliveira

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Astronautas do mar 2

Muito legal a reportagem "Astronautas do mar". Vocês conseguiram chegar o mais próximo possível da nossa atividade, tão presente no cotidiano da prospecção de petróleo, mas tão desconhecida do público em geral. Para se ter uma idéia, essa profissão, tão arriscada, ainda não é regulamentada.

Renato Bellizzi

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A fada da Maré

Nestes dias em que somente recebemos notícias trágicas, nacionais, internacionais e de nossos governantes, ler uma reportagem sobre uma pessoa tão cheia de coragem como Yvonne Bezerra de Mello ("A fada boa da Nova Maré", Veja Rio, 24/5/2006) nos faz refletir e nos transformar.

Maria Stella Streva

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