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 Editado
por Lívia de Almeida Da prancheta para
a vida real Alguns
projetos longamente esperados pelo carioca se tornaram realidade
nos últimos quinze anos. Veja algumas obras que trouxeram melhorias para
a vida da cidade Letícia
POntual/Ag. O Globo
 | Bruno
Veiga/Strana
 | | Depois
de quase vinte anos de abandono, o Pavilhão de São Cristóvão
voltou a ganhar vida. Chegou a ser cogitado para abrigar um camelódromo
e, depois, um centro esportivo. Agora, após uma reforma, o que sobrou da
estrutura planejada por Sérgio Bernardes abriga o Centro de Tradições
Nordestinas, versão revista e mais organizada da feira que ocupava as ruas
do bairro. | | Desde
1977 existia um projeto para a construção de um edifício
anexo ao Teatro Municipal, para abrigar salas de ensaio e auditório. Em
1998, após dois anos de obras, ficou pronto o prédio de doze andares
que preserva o velho teatro, uma das jóias arquitetônicas da cidade,
de desgastes desnecessários. |
Em
fevereiro de 2000, o Aeroporto Internacional do Rio ganhou um segundo terminal
e passou a ter capacidade para atender até 15 milhões de passageiros
por ano. O movimento, que estava reduzido a 4,5 milhões de viajantes em
1991, cresceu para quase 8 milhões anuais a partir de 2004, quando foram
transferidos para o Galeão os vôos domésticos que até
então saíam também do Santos Dumont. | Arthur
Cavaliere/Strana
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Não
saiu do papel
A despoluição da Baía
de Guanabara
A revitalização da
zona portuária
A construção do Museu
Guggenheim
O Veículo Leve sobre Trilhos
O Museu da Cidade no
Cassino da Urca Frases
"Esta
é uma oportunidade ímpar que a cidade tem de recuperar
sua centralidade cultural, que saiu para São Paulo com o Masp, de potencializar
sua identidade internacional e revitalizar pelo efeito âncora a área
portuária." CESAR
MAIA,
defendendo a construção da filial carioca do Museu Guggenheim,
em junho de 2003 "A
vista para a cidade ficaria preservada. Desenhei áreas ajardinadas
e tudo. Todo cidadão
teria direito a pelo menos um módulo, e a
qualidade de vida, sem engarrafamentos, melhoraria muito." SÉRGIO
BERNARDES, arquiteto, explicando, em 1998, a visão futurística
que
teve para a cidade nos anos 60, com espigões de até 400 andares
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