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9 de agosto de 2006

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Editado por Lívia de Almeida

Da prancheta para a vida real

Alguns projetos longamente esperados pelo carioca se tornaram realidade nos últimos quinze anos. Veja algumas obras que trouxeram melhorias para a vida da cidade

 
Letícia POntual/Ag. O Globo
Bruno Veiga/Strana
Depois de quase vinte anos de abandono, o Pavilhão de São Cristóvão voltou a ganhar vida. Chegou a ser cogitado para abrigar um camelódromo e, depois, um centro esportivo. Agora, após uma reforma, o que sobrou da estrutura planejada por Sérgio Bernardes abriga o Centro de Tradições Nordestinas, versão revista e mais organizada da feira que ocupava as ruas do bairro.
Desde 1977 existia um projeto para a construção de um edifício anexo ao Teatro Municipal, para abrigar salas de ensaio e auditório. Em 1998, após dois anos de obras, ficou pronto o prédio de doze andares que preserva o velho teatro, uma das jóias arquitetônicas da cidade, de desgastes desnecessários.
Em fevereiro de 2000, o Aeroporto Internacional do Rio ganhou um segundo terminal e passou a ter capacidade para atender até 15 milhões de passageiros por ano. O movimento, que estava reduzido a 4,5 milhões de viajantes em 1991, cresceu para quase 8 milhões anuais a partir de 2004, quando foram transferidos para o Galeão os vôos domésticos que até então saíam também do Santos Dumont.
Arthur Cavaliere/Strana

 

Não saiu do papel  

A despoluição da Baía de Guanabara

A revitalização da zona portuária

A construção do Museu Guggenheim

O Veículo Leve sobre Trilhos

O Museu da Cidade no Cassino da Urca

 

Frases

"Esta é uma oportunidade ímpar que a cidade tem de recuperar sua centralidade cultural, que saiu para São Paulo com o Masp, de potencializar sua identidade internacional e revitalizar pelo efeito âncora a área portuária."

CESAR MAIA, defendendo a construção da filial carioca do Museu Guggenheim, em junho de 2003

"A vista para a cidade ficaria preservada. Desenhei áreas ajardinadas e tudo. Todo cidadão teria direito a pelo menos um módulo, e a qualidade de vida, sem engarrafamentos, melhoraria muito."
SÉRGIO BERNARDES, arquiteto, explicando, em 1998, a visão futurística que teve para a cidade nos anos 60, com espigões de até 400 andares

 

     
   

 

 
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