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BEIRA-MAR Os
truques da top model baixinha
Ana Lima  |
| Bianca:
1,63 metro,
mas cheia de
atitude | Para
viver a modelo Cristal na novela homônima, Bianca Castanho passou
por uma metamorfose. Alisou as melenas, tingiu-as de preto e fechou a boca para
secar a silhueta. Só não deu para resolver um problema: a atriz
mede 1,63 metro, heresia em qualquer passarela. "Até o texto brinca com
isso. Mas aproveito os truques da TV para disfarçar", conta. Dia desses,
quando contracenou com a top de verdade Gianne Albertoni, Bianca subiu numa caixa
de madeira, empinou a postura e ficou à altura da modelo. "Com a câmera
mais fechada não dá para notar. Já incorporei a personagem",
diz ela, que até novembro ficará no vaivém entre o Rio, onde
mora, e o trabalho em São Paulo. À
espera do "chef" da família
André Valentim/Strana  |
| Claude:
festival em parceria com o pai | Já
estava quase passando do ponto, mas, enfim, o filho, Claude Troisgros,
e o pai, Pierre, dividirão, pela primeira vez, as caçarolas em um
festival. O patriarca desembarca no Rio na terça (8). Na agenda do chef
francês, o ciclo de jantares no Olympe, de 14 a 16 de agosto. "Como ele
já está com 79 anos, achei que era hora de convidá-lo para
um festival oficial", diz Claude. A única exigência de Pierre foi
trazer três amigos de infância. "Como são quatro senhores,
acredito que a programação deles ficará mesmo em torno de
comer e beber", diz o filho, rindo. Festival
de rock é com ele mesmo
 |
| O
arquiteto Uchôa: projetos do Rock in Rio na Europa |
Responsável
pelos traços do Rock in Rio Lisboa e da Cidade do Samba, o arquiteto João
Uchôa já flertava com a cenografia havia tempo. De uns anos para
cá, a paquera virou coisa séria. É dele também o projeto
do futuro Rock in Rio Madri, que prevê a construção de um
parque na cidade espanhola e promete ser ainda mais ousado que o de Lisboa. "A
cenografia permite trabalharmos o espaço de maneira lúdica, mais
à vontade mesmo", afirma o arquiteto, que chegou a fazer teatro e foi diretor
de TV antes de abraçar a arquitetura. Onde
estão os cavalos e os patins?
André Nazareth/Strana  |
| Guido:
modelo e
atacante da seleção
de hóquei sobre
grama | O
sobrenome e o esporte que ele pratica são meras coincidências.
Guido Hock é atacante da Seleção Brasileira de Hóquei
sobre Grama. Nos treinos, realizados no campo de futebol soçaite de uma
academia, ele já se habituou a ouvir disparates. "As pessoas perguntam
onde está o cavalo e se não usamos patins. Explico que o hóquei
é igual ao futebol, só que jogado com taco e bola de PVC revestida",
diz. "E a gente ainda atua curvado, é complicado." Bancário e formando
em publicidade, Guido é modelo com campanhas internacionais na bagagem.
Seu sonho é a medalha de prata no Pan-2007. "A Argentina é imbatível."
O que foi bom durou pouco
Divulgação  |
| Fernanda:
carisma no papel de jovem grávida
| Bonitinha,
meiguinha, boazinha, ela corria o risco de virar a chatinha da vez. Mas Fernanda
Vasconcellos esbanjou carisma no papel da jovem grávida que morreu
em Páginas da Vida. Ela deixou até o autor em maus lençóis.
"A morte dela virou um dilema. Quando eu saía ou me encontrava com amigos,
tudo o que me pediam era que poupasse a jovem grávida. Ela representou
a inocência", diz Manoel Carlos, feliz com os ótimos índices
da novela. A atriz só pensa em trabalho. "Quero fazer uma louca ou vilã."
"Modelo
de equipe é a seleção de 94"
Às vésperas
de completar 42 anos, no dia 17, o ex-jogador Jorginho assumiu o posto de auxiliar
técnico de Dunga na seleção. Ele deu esta entrevista a Veja
Rio.
Jorge William/Ag. O Globo  |
| Jorginho:
auxiliar técnico |
A receita é
jogar bonito?
Queremos
jogar bonito, mas para jogar com técnica é preciso ter a bola, e
para ter a bola é preciso estar muito bem fisicamente. Queremos um time
guerreiro e de qualidade. Comenta-se
que faltou grito no Mundial.
Particularmente
eu participo muito do jogo. No América eu só faltava chutar com
o atleta. O Dunga também é assim. Qual
a equipe modelo para inspirar a seleção?
Cito sempre a seleção
de 94, que tinha talento, força e equilíbrio ofensivo e defensivo.
Agora sobra qualidade. É aliar isso à força física,
doar-se 100% em campo. O
futebol carioca teve três convocados e fez a final da Copa do Brasil. São
sinais de recuperação? É
o momento de os clubes começarem a pensar na retomada. Isso se faz com
planejamento e administração séria. Que se pague menos, mas
se pague. Editado por Sérgio Garcia.
Colaboraram Fátima Sá e Fernanda Thedim |