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9 de agosto de 2006

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BEIRA-MAR

Os truques da top model baixinha


Ana Lima
Bianca: 1,63 metro, mas cheia de atitude

Para viver a modelo Cristal na novela homônima, Bianca Castanho passou por uma metamorfose. Alisou as melenas, tingiu-as de preto e fechou a boca para secar a silhueta. Só não deu para resolver um problema: a atriz mede 1,63 metro, heresia em qualquer passarela. "Até o texto brinca com isso. Mas aproveito os truques da TV para disfarçar", conta. Dia desses, quando contracenou com a top de verdade Gianne Albertoni, Bianca subiu numa caixa de madeira, empinou a postura e ficou à altura da modelo. "Com a câmera mais fechada não dá para notar. Já incorporei a personagem", diz ela, que até novembro ficará no vaivém entre o Rio, onde mora, e o trabalho em São Paulo.

 

À espera do "chef" da família


André Valentim/Strana
Claude: festival em parceria com o pai

Já estava quase passando do ponto, mas, enfim, o filho, Claude Troisgros, e o pai, Pierre, dividirão, pela primeira vez, as caçarolas em um festival. O patriarca desembarca no Rio na terça (8). Na agenda do chef francês, o ciclo de jantares no Olympe, de 14 a 16 de agosto. "Como ele já está com 79 anos, achei que era hora de convidá-lo para um festival oficial", diz Claude. A única exigência de Pierre foi trazer três amigos de infância. "Como são quatro senhores, acredito que a programação deles ficará mesmo em torno de comer e beber", diz o filho, rindo.

 

Festival de rock é com ele mesmo


O arquiteto Uchôa: projetos do Rock in Rio na Europa

Responsável pelos traços do Rock in Rio Lisboa e da Cidade do Samba, o arquiteto João Uchôa já flertava com a cenografia havia tempo. De uns anos para cá, a paquera virou coisa séria. É dele também o projeto do futuro Rock in Rio Madri, que prevê a construção de um parque na cidade espanhola e promete ser ainda mais ousado que o de Lisboa. "A cenografia permite trabalharmos o espaço de maneira lúdica, mais à vontade mesmo", afirma o arquiteto, que chegou a fazer teatro e foi diretor de TV antes de abraçar a arquitetura.

 

Onde estão os cavalos e os patins?


André Nazareth/Strana
Guido: modelo e atacante da seleção de hóquei sobre grama

O sobrenome e o esporte que ele pratica são meras coincidências. Guido Hock é atacante da Seleção Brasileira de Hóquei sobre Grama. Nos treinos, realizados no campo de futebol soçaite de uma academia, ele já se habituou a ouvir disparates. "As pessoas perguntam onde está o cavalo e se não usamos patins. Explico que o hóquei é igual ao futebol, só que jogado com taco e bola de PVC revestida", diz. "E a gente ainda atua curvado, é complicado." Bancário e formando em publicidade, Guido é modelo com campanhas internacionais na bagagem. Seu sonho é a medalha de prata no Pan-2007. "A Argentina é imbatível."

 

O que foi bom durou pouco

Divulgação
Fernanda: carisma no papel de jovem grávida

Bonitinha, meiguinha, boazinha, ela corria o risco de virar a chatinha da vez. Mas Fernanda Vasconcellos esbanjou carisma no papel da jovem grávida que morreu em Páginas da Vida. Ela deixou até o autor em maus lençóis. "A morte dela virou um dilema. Quando eu saía ou me encontrava com amigos, tudo o que me pediam era que poupasse a jovem grávida. Ela representou a inocência", diz Manoel Carlos, feliz com os ótimos índices da novela. A atriz só pensa em trabalho. "Quero fazer uma louca ou vilã."

 

"Modelo de equipe é a seleção de 94"

Às vésperas de completar 42 anos, no dia 17, o ex-jogador Jorginho assumiu o posto de auxiliar técnico de Dunga na seleção. Ele deu esta entrevista a Veja Rio.

 
Jorge William/Ag. O Globo
Jorginho: auxiliar técnico

A receita é jogar bonito?

Queremos jogar bonito, mas para jogar com técnica é preciso ter a bola, e para ter a bola é preciso estar muito bem fisicamente. Queremos um time guerreiro e de qualidade.

Comenta-se que faltou grito no Mundial.

Particularmente eu participo muito do jogo. No América eu só faltava chutar com o atleta. O Dunga também é assim.

Qual a equipe modelo para inspirar a seleção?

Cito sempre a seleção de 94, que tinha talento, força e equilíbrio ofensivo e defensivo. Agora sobra qualidade. É aliar isso à força física, doar-se 100% em campo.

O futebol carioca teve três convocados e fez a final da Copa do Brasil. São sinais de recuperação?

É o momento de os clubes começarem a pensar na retomada. Isso se faz com planejamento e administração séria. Que se pague menos, mas se pague.

Editado por Sérgio Garcia. Colaboraram Fátima Sá e Fernanda Thedim

     
   

 

 
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