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5 de abril de 2006

REPORTAGEM DE CAPA
PERFIL
MODA
ENTRETENIMENTO
VEJA RIO 15 ANOS
OPINIÃO DO LEITOR
BEIRA-MAR
AS BOAS COMPRAS
CRÔNICA
  

OPINIÃO DO LEITOR

"Caro Manoel Carlos, como leitor assíduo e um jovem de 30 anos, acho que o problema da juventude é a múltipla disponibilidade de acessos, o que a faz viver tudo pela metade. Um abraço de quem está de acordo em relação à coragem para amar, sem essa eternidade de uma borboleta."
Haendel Motta
Por e-mail

 

Maracanã 1

A crônica sobre o Maracanã ("Maracanã, terra de ninguém", Veja Rio, 15/3/ 2006), de Tutty Vasques, foi excelente e torna algumas perguntas necessárias: por que se dá tanto poder a um dirigente, a ponto de ele acumular os cargos de secretário de Esportes do estado e presidente do Maracanã durante três governos seguidos? Por que o Maraca foi desfigurado por obras e mais obras? Por que acabaram com a aeração das arquibancadas, construindo camarotes? Por que deixam um dirigente pintar de rosa os estádios aquático e de atletismo? O projeto do Maracanã era perfeito. Permitia a circulação entre os estádios em caso de emergência, o que deixou de existir. Agora o responsável por tudo vai se desincompatibilizar para concorrer nas eleições, deixando atrás de si a administração mais desastrada que o Maracanã já teve.
Ricardo Labre
Por e-mail

 

Maracanã 2

Meu pai também me levava aos estádios, e resolvi levar meus três filhos para assistir a Flamengo e Volta Redonda. Foi a primeira vez que os levei ao estádio. Fiquei horrorizado. Fila para entrar, empurra-empurra, tumulto, fila no banheiro, no bar, uma confusão. Meus filhos ficaram com medo e não gostaram de nada. Foi um sábado lamentável. O Maracanã é terra de ninguém, ou melhor, dos bandidos, flanelinhas e cambistas, que agem livremente na cara da polícia.
Adyr da Costa Jr.
Rio de Janeiro

 

Maracanã 3

Sr. Tutty Vasques.

Primeiramente, cumpre-nos manifestar nossa indignação quanto à veiculação da charge pejorativa representando o Estádio do Maracanã no interior de um vaso sanitário. Reconhecemos que a irritação de vossa senhoria seja legítima, porém atribuir ao estádio de futebol mais famoso do mundo, e por conseqüência à Suderj, como órgão responsável pela sua administração, a responsabilidade sobre os fatos narrados, além de um equívoco, é uma injustiça. De acordo com o Estatuto dos Direitos do Torcedor, a responsabilidade sobre a venda de ingressos dos jogos de futebol é exclusiva dos clubes mandantes do jogo e da Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro. A Suderj não vende ingressos, e os bilheteiros não são nossos funcionários, mas sim prestadores de serviço contratados pelos clubes. Cabe à Suderj somente alugar o estádio para a realização dos jogos e dotá-lo de toda a infra-estrutura necessária. Os bares do estádio são explorados comercialmente por uma empresa privada, que obteve tal direito após vencer concorrência pública, cabendo-nos apenas fiscalizar sua atuação. Engana-se vossa senhoria quando afirma que a redivisão da arquibancada em setores distintos, com assentos de cores diferentes, não serve para nada. A Suderj cumpriu rigorosamente o disposto no Estatuto do Torcedor e no caderno de encargos da Fifa. Ocorre, no entanto, que a decisão sobre o preço dos ingressos e a forma de utilização dos setores não são de nossa responsabilidade, mas sim dos clubes e da Federação de Futebol. Quanto à inexistência de fiscais da Suderj para orientar o público, não é verdade, pois todos os orientadores de público do Maracanã são da Suderj e podem ser facilmente identificados por uniforme e crachá. No entanto, a tarefa de coibir abusos não é deles, mas sim da Polícia Militar.
Francisco de Carvalho
Secretário de estado de Esportes e
presidente da Superintendência de Desportos do Estado do Rio de Janeiro (Suderj)

 

Amor & medo

Mais uma vez, Maneco, amei sua crônica ("Amor & medo", Veja Rio), 22/3/2006). Pura verdade! Eu venho me perguntando há muito tempo e até hoje não consegui encontrar uma resposta que me agradasse. Como as pessoas conseguem se separar e arranjar tão rápido um novo amor? Que inveja!
Luciana Tecídio
Por e-mail  

 

Guia Imobiliário

O Guia Imobiliário (Veja Rio, 29/3/ 2006) mostra uma abordagem completamente direcionada pelos especuladores imobiliários, preocupados em investir nos chamados "eldorados da Zona Norte". Mostra uma ausência total de conhecimento sobre os lançamentos na Tijuca e sobre a estrutura que o bairro fornece aos moradores.
Roberta de Almeida Costa
Por e-mail

 

Correção

O guarda-sol Spirit, publicado na seção As Boas Compras de 8/2/2006, é criação dos designers Celso Santos e Christian Albanese.

     
   

 

 
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