de 9 a 15 de setembro

Belo Horizonte

Augusto Rodrigues. Pernambucano, fundador da Escolinha de Arte do Brasil (Rio), com vinte desenhos na Guignard (Alfredo Balena, 586).

Chanina. Psiquiatra polonês, naturalizado brasileiro, inaugura sábado, 14, a galeria Triângulo (Rua Rio de Janeiro, 1002). Pintura com raízes na arte popular polonesa. Na sobreloja da galeria, acervo com artistas nacionais e estrangeiros.

Pôrto Alegre

II Mostra de Pintores de Domingo e Música Feita em Casa. Música e artes plásticas de amadores gaúchos. À noite, na Barroco (Independência).

Gastão Tesche. Óleos, acrílicos, pastéis e um painel sôbre energia hidrelétrica: vinte trabalhos. Aliança Francesa (Senhor dos Passos, 235, 2.º).

José Mallet Pinheiro. Autodidata, expressionista no desenho, não-figurativo na pintura, em quinze monotipias. Pancetti (Andradas,1568).

Recife

Dez Pintores Pernambucanos. João Câmara, Wellington, José Tavares, Brennand, Alves Dias, Helenos, Anchises, Tiago, Delano e Reynaldo Fonseca inauguram uma nova galeria, a Portinari (Manuel Borba, 22).

Coletiva de Grupo. Os artistas da Oficina 154 (Olinda), com pinturas, cerâmicas, desenhos e jóias de cobre, latão e pedras semipreciosas.

Rio

Franz Krajcberg. Cinco trabalhos recentes do polonês naturalizado brasileiro em 1948. Raízes e veios de madeira recobertos de pigmentos minerais diluídos em vinil. Participação e prêmio em Bienais: São Paulo (1957) e Veneza (1964). Gabinete de Arte (Pinheiro Guimarães, 71 — Botafogo).

Ikeda Massua. Gravuras policrômicas em metal, da série premiada em Veneza (Bienal de 1966). Grandes superfícies abstratas em côres básicas presença da figura humana. Numeradas e autenticadas pelo autor, têm, em média, 42 x 55 cm. Relêvo (Copacabana, 252).

Ivan Serpa. Participante de tôdas as Bienais paulistas desde 1951, Serpa mostra dezesseis óleos sôbre tela e seis desenhos a bico de pena, todos de produção recente. Bonino (Barata Ribeiro, 578).

Emeric Marcier. A fase recente do romeno naturalizado brasileiro, incluindo uma via-sacra. Autor de afrescos dedicados e temas religiosos, mora em Barbacena, Minas Gerais. IBEU (Copacabana, 690).

Iazid Thame. Pintor e desenhista desde 1960, começou a fazer serigrafia êste ano. Expressionista, trabalha em prêto e branco. Cantu (Barão de Ipanema, 110-A).

São Paulo

Aspectos da Cultura de Gana. Cerâmica, pesos e jóias de ouro, artesanato, instrumentos musicais caractéristicos e 22 pinturas, duas delas especialmente para brasileiro ver. A mostra do país africano estreou no Rio e começa a circular no País. Fundação Armando Álvaro Penteado (Alagoas, 903).

Carlos Bastos. Desenhos e óleos com paisagens da Bahia, onde Bastos nasceu e mora. Teve sala especial na Bienal baiana de 1966. Atrium (São Luís, 258).

Bernardo Cid. Prêmio maior do XVII Salão Paulista de Arte Moderna. Recentemente admitido no grupo artístico "Phases", sediado em Paris, Cid mostra a sua fase atual, "Integrações": surrealismo e ficção científica em côres escuras. Mirante das Artes (Estados Unidos, 1494).

Urbano Chaves. Guaches e óleos com paisagens fantásticas e figuras humanas torturadas. O pintor tem quatorze anos e sete de experiência artística. Faz sua primeira individual. F. Domingo (Dom José de Barros, 301, sobreloja 124). Até sexta-feira.

Vitória

III Salão Nacional de Artes Plásticas. De 8 a 30 de setembro, pintura, escultura, gravura e desenho no Museu de Arte Moderna do Espírito Santo (Escadaria do Rosário, 77). Comemoração do terceiro aniversário do Museu e do 417.º da cidade de Vitória. Prêmios em medalhas e em dinheiro. Em outubro, o salão vai para Cachoeiro do Itapemirim, filial do MAM no Espírito Santo.




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