06/11/2009 13:18
Trechos do livro O Diário de Anne Frank foram censurados no manual escolar de uma escola privada de lÃngua inglesa de Beirute, por intervenção do Hezbollah, que denunciou uma promoção do sionismo.
O canal de TV do Hezbollah, Al-Manar, denunciou a obra considerando que destacava a perseguição de judeus. "O que é mais perigoso é o estilo carregado de emoção, dramático e teatral" do livro, havia estimado o canal em reportagem divulgada na semana passada.
O Hezbollah se perguntava por quanto tempo ainda o LÃbano "permanecerá uma arena aberta à invasão sionista da educação". Um dos membros do conselho de administração da escola contou à agência France-Presse que o estabelecimento decidiu abandonar o manual em questão, em seguida à polêmica. E pediu para que a escola não fosse identificada.
O partido islamita xiita apreendeu no mês passado um outro manual escolar utilizado numa escola privada famosa de Beirute e no qual o Hezbollah e o movimento islamita palestino Hamas são qualificados de organizações terroristas.
O Livro - Anne Frank era uma menina judia que, enquanto se escondia das forças nazistas que revistavam o bairro onde vivia, escreveu um diário: durante dois longos anos, encheu de anotações vários cadernos. Até o final desse perÃodo, Anne reescreveu seus textos com a intenção de publicar um livro assim que a guerra terminasse. Em 1947, Otto Frank publica os diários de sua filha desaparecida, O Diário de Anne Frank que se converteu num dos livros mais lidos do mundo.
(Com agência France-Presse)
Apagão? Culpa é minha!
'Do Começo ao Fim' e 'O Amor Pede Passagem'
Mea-culpa não
instalou-se entre nós uma epidemia moral
A lista das maiores febres dos teens nas últimas décadas