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ESTRÉIAS
ALÔ
SOM. O grupo lança o terceiro CD, cujo carro-chefe é
o pagode Supera. Canecão (3.000 lugares). Avenida Venceslau
Brás, 215, Botafogo,
2543-1241. Sábado (13), às 22h. Domingo, às
20h30. R$ 15,00 (arquibancada), R$ 20,00 (lateral), R$ 25,00 (setores
B e C) e R$ 30,00 (setor A).
ALTAMIRO
CARRILHO. O flautista já compôs pra lá de
200 músicas. Uma pequena mostra aparece no show que dá
prosseguimento ao projeto Rio Sesc Instrumental. Este mês
a série promove o encontro de gerações musicais.
Altamiro passeia por choros que marcaram época, ao lado do
irmão, o também flautista e compositor Álvaro
Carrilho. Sesc Copacabana (350 lugares). Rua Domingos Ferreira,
160, Copacabana,
2547-0156. Terça (9), às 19h30. R$ 10,00 e R$ 5,00
(estudantes, maiores de 65 anos e comerciários).
CARLOS GOMES
DÁ SAMBA. O projeto dedicado ao samba de raiz, produzido
por Mário Lago Filho e Luiz Moraes, migra do Flamengo para
o Centro. A lista de sambistas que confirmaram presença é
interminável: na segunda (8), as atrações são
Aloísio Machado, Wilson das Neves, Zé Luiz, Wilson
Moreira, Nelson Sargento, Dorina, Chamon, Barbeirinho do Jacarezinho,
Serginho Meriti e Luís Grande. No dia seguinte sobem ao palco
Monarco, Mauro Diniz, Marcos Diniz, Noca da Portela, Jurandir da
Mangueira, Délcio Carvalho, Walter Alfaiate, Toninho Geraes,
Tânia Machado, Marcos Sacramento e Arranco de Varsóvia.
Teatro Carlos Gomes (677 lugares). Praça Tiradentes, s/nº,
Centro,
2224-3602. Segunda (8) e terça, às 19h. R$ 10,00.
CLAUDIA TELLES.
Filha de Sylvinha Telles, a cantora comemora vinte e cinco anos
de carreira com um repertório que atira para todos os lados.
O roteiro inclui Paulinho da Viola (Chuva), Johny Alf (Eu e A Brisa)
e Tom Jobim (Bonita). Vinicius Show Bar (100 lugares). Rua Vinicius
de Moraes, 39, Ipanema,
2287-1497. De quinta (11) a sábado, às 23h. R$ 18,00
(couvert) e R$ 8,00 (consumação).
DOMINGUINHOS.
Conhecida pelo jeitinho Miami de ser, a Barra se rende à
fina flor da música nordestina. O sanfoneiro Dominguinhos
desfia sucessos de carreira, junto com o Trio Xamego. O vocalista
do trio, Dior, já integrou a banda de Dominguinhos. No repertório
estão Quando Chega O Verão, De Volta para O meu Aconchego,
Eu Só Quero Um Xodó e Isso Aqui Tá Bom Demais.
Quebra-Mar (2.500 lugares). Avenida do Pepê, 40, Barra,
294-7900. Quinta (11), às 22h30. R$ 6,00 (mulher) e R$ 10,00
(homem).
ERIC CLAPTON.
Leia mais na coluna Veja Rio Recomenda.
Praça da Apoteose (30.000 lugares). Sábado (13), às
20h30. Abertura dos portões às 16h30. R$ 50,00. Informações
e vendas de ingressos, com taxa de conveniência, pelo
2421-3575.
GUINGA.
O compositor abre a programação do projeto Violões.
Guinga se concentra o repertório no seu último CD,
Cine Baronesa, mas recorre também a discos anteriores, como
Suíte Leopoldina e Cheio de Dedos. Sala Baden Powell (508
lugares). Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 306, Copacabana,
2548-0421.Terça (9) e quarta, às 21h. R$ 10,00 e R$
5,00 (estudantes e maiores de 65 anos).
INFIERNO.
Criada em 1998, a banda formada por André Moraes (guitarras),
Denner Campolina (contrabaixo), Henrique Zumpichiatti (voz) e Alex
Fonseca (bateria) arrancou elogios de Andreas Kisser, do Sepultura,
e de Marinho, baixista do Pavilhão 9. O som é pesadíssimo,
tal como sugere o nome de batismo. Entre as quinze faixas do primeiro
CD, base do espetáculo, os destaques ficam para Satélites,
da trilha sonora do filme Bicho de Sete Cabeças, Homem Só
e Fresta. Curiosidade: Denner toca na Orquestra Sinfônica
Brasileira. Ballroom (1.200 lugares). Rua Humaitá, 110, Humaitá,
2537-7600. Segunda (8), às 22h. R$ 10,00 e R$ 8,00 (com filipeta).
LEO GANDELMAN
E BRUNO CARDOZO. O saxofonista e o pianista passeiam por um
programa que engloba samba, choro e jazz. A dupla recria as melodias
de Lamento (Pixinguinha), Equinox (John Coltrane), entre outros.
Sala Guiomar Novaes (150 lugares), anexo à Sala Cecília
Meirelles. Largo da Lapa, 47, Lapa,
2224-3913. Sexta (12), às 19h. R$ 10,00.
MANUEL ROCHEMAN.
O pianista e compositor francês mostra o repertório
de seu último CD, Im Old Fashioned. Nele, o jazzman
transita por cinco músicas próprias e recriações
de clássicos. Sesc Copacabana (288 lugares). Rua Domingos
Ferreira, 160, Copacabana,
2548-1088. Quarta (10), às 21h. R$ 10,00 e R$ 5,00 (estudantes
e maiores de 65 anos).
NÁ
OZZETTI, JOSÉ MIGUEL WISNIK E LUIZ TATIT. O espetáculo
São Paulo Riu é o segundo da série São
Paulo: da Vanguarda ao Pop, em cartaz no Teatro III do Centro Cultural
Banco do Brasil. A cantora Ná Ozzetti e os compositores José
Miguel Wisnik e Luiz Tatit cumprem um repertório de 19 músicas
que inclui Mais Simples, Atração Fatal e Serra do
Mar. Teatro III do Centro Cultural Banco do Brasil (140 lugares).
Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020. De quarta (10) a domingo, às 18h. R$ 10,00 e R$
5,00 (estudantes).
NANÁ
VASCONCELOS E TAMBOLELÊ. O percussionista pernambucano
Naná Vasconcelos e o grupo de percussão mineiro Tambolelê
foram escalados para inaugurar a série Grandes Encontros,
coordenada pelo violonista Marco Pereira. O suingue do tambor nordestino
e a marcação rítmica mineira se unem para reverenciar
o carioca Armando Marçal (1902-1947). Teatro Leblon (489
lugares). Rua Conde Bernadotte, 26, Leblon,
2511-2791. Terça (9) e quarta, às 21h. R$ 12,00.
ORLANDO MORAIS.
Acompanhado pelo tecladista Ricardo Leão, o compositor goiano
reúne músicas de seus sete discos, com ênfase
no último, Na Paz. No repertório aparecem A Rota do
Indivíduo, parceria com Djavan, e Divinamente Nua, A Lua,
composta com Caetano Veloso. Teatro do Centro Cultural Light (194
lugares). Avenida Marechal Floriano, 168, Centro,
2211-2921. Terça (9), às 12h30. R$ 5,00.
OS TRAVESSOS.
O grupo volta a pisar no Olimpo para apresentar coisas do tipo Tô
te Filmando, Meu Querubim e a romântica Vou Te Procurar. Olimpo
(2.700 lugares). Avenida Vicente de Carvalho, 1450, Vila da Penha,
2485-9797. Sexta (12), às 18h. R$ 12,00.
RIO MARACATU.
O grupo é formado por doze integrantes, entre eles músicos,
dançarinos e percussionistas. Em seus espetáculos,
os músicos mergulham até a raiz do folclore nordestino,
explorando manifestações culturais locais como o maracatu
de baque virado, a ciranda e o coco. Sala Funarte Sidney Miller
(250 lugares). Rua da Imprensa, 16, térreo,
2279-8088. Segunda (8) e terça, às 18h. Segunda: R$
5,00. Terça: R$ 10,00 e R$ 5,00 (estudantes e maiores de
65 anos).
TITO MADI.
O compositor paulista que integra a ala pré-bossa nova foi
crooner em boates cariocas nova e teve músicas gravadas pelo
conjunto vocal americano The Platters. Seis anos após seu
último lançamento, ele reaparece com o CD Ilhas Cristais,
cujo repertório será mostrado no Centro Cultural Carioca.
Sucessos de carreira como Chove Lá Fora dividem espaço
com as canções do novo disco. Centro Cultural Carioca
(200 lugares). Rua do Teatro, 37, Centro,
2252-6468. Sábado (13), às 21h. R$ 12,00.
VULGUE TOSTOI
E ROGÉRIO SKYLAB. As atrações prometem
uma homenagem terrível ao guitarrista Eric Clapton,
que estará esta semana na Apoteose. A música escolhida
foi a balada Tears in Heaven. No mais, o Vulgue vasculha o repertório
do (bom) disco de estréia, Impaciência, que inclui
uma versão atípica para Vapor Barato. Skylab mostra
bizarrices do disco Skylab II. Ballroom (1.200 lugares). Rua Humaitá,
110, Humaitá,
2537-7600. Sábado (13), às 22h. R$ 12,00 e R$ 10,00
(com filipeta).
EM
CARTAZ
A VOZ DO
SAMBA. Reinaugurada no Centro, a Casa da Mãe Joana já
esquenta os tamborins. A noitada criada pelo compositor Sombra -
irmão de Sombrinha (da dupla Arlindo Cruz & Sombrinha)
- mistura música e bate-papo com convidados. A próxima
atração é o compositor Nei Lopes.. Casa da
Mãe Joana (250 lugares). Avenida Gomes Freire, 547, Centro,
sobrado,
2224-4071. Terça (9), às 20h. R$ 15,00.
CANTORAS
DO RÁDIO. O espetáculo Estão Voltando As
Flores homenageia as divas da época de ouro do rádio.
As cantoras Carmélia Alves, Carminha Mascarenhas, Ellen de
Lima e Violeta Cavalcante revivem os repertórios eternizados
por Aurora e Carmen Miranda, Linda e Dircinha Batista, Isaurinha
Garcia, Dalva de Oliveira, Aracy de Almeida, Dolores Duran, Elizeth
Cardoso e Nora Ney. No roteiro, Mulata Assanhada, Nunca e Cantoras
do Rádio. Café-Teatro de Arena (250 lugares). Rua
Siqueira Campos, 143, Copacabana,
2235-5348. Sexta (12) e sábado, às 21h. Domingo, às
18h. R$ 30,00.
CHORANDO
NO RIO. O festival promovido pelo Museu da Imagem e do Som peneira
as doze músicas que serão classificadas para a fase
final, a ser realizada no dia 16. Com direção geral
de Adonis Karan, o festival reúne anônimos e nomes
consagrados, como Guinga, Cristóvão Bastos e Silvério
Pontes. As trinta e seis selecionadas para a semifinal foram divididas
em três programas. A próxima etapa, nesta terça
(9), traz composições de Guinga (Dichavado), entre
outros. A noite é encerrada com o espetáculo O Choro
Hoje, que reúne Proveta (clarineta e sax), Toninho Carresqueira
(flauta), Maurício Carrilho (violão) e José
Jorge da Silva (pandeiro). Sala Cecília Meirelles (885 lugares).
Largo da Lapa, 47, Lapa,
2224-3913. Terça (9), às 20h30. R$ 5,00.
COMPASSO
DO SAMBA. O lustrador de móveis Paulo Benjamim de Oliveira
entrou para história do samba como um dos fundadores da Portela.
Ele completaria 100 anos em 2001. O aniversário será
lembrado por sambistas ligados a várias agremiações.
O compositor Carlos Camunguelo é a atração
desta semana. O espetáculo Zona Portuária traz como
convidados Wilson das Neves (dia 11), Wilson Moreira (12), Luiz
Carlos da Vila (13) e Walter Alfaiate (14). Sala Baden Powell (522
lugares). Avenida Nossa Senhora de Copacabana, 360, Copacabana,
2549-9069. De quinta (11) a sábado, às 21h. Domingo,
às 19h. R$ 10,00.
EDUARDO DUSSEK.
O espetáculo em homenagem a Carmen Miranda traz algumas novidades.
Uma delas é um vídeo que contém imagens da
artista. As músicas são alternadas com curiosas passagens
da vida da Pequena Notável. Acompanhado por Beto Cazes (percussão)
e Chico Costa (sax), Dussek preparou duas homenagens a Carmen: o
Rap da Carmen e Alô Alô Brasil. Café-Teatro de
Arena (250 lugares). Rua Siqueira Campos, 143, Copacabana,
2235-5348. Quarta (10) e quinta, às 21h. R$ 30,00.
IVAN LINS.
A idéia era gravar um disco de bossa nova, em inglês,
voltado exclusivamente para o mercado externo. O resultado é
um registro que segue fielmente os preceitos musicais de Tom Jobim,
já lançado no Brasil. A temporada de Jobiniando, título
da parceria de Ivan com Martinho da Vila, inclui sucessos de carreira
de Ivan (Lembra de Mim e Vitoriosa), clássicos do maestro
morto em 1994 (Dindi e Inútil Paisagem) e faixas do novo
CD. Teatro Rival BR (450 lugares). Rua Álvaro Alvim 33, Centro,
2240-4469. Quarta (10) e quinta, às 19h30. Sexta e sábado,
às 20h30. R$ 15,00 (qua.) e 22,50 (qui. a sáb.).
OS SOLISTAS.
Idealizada pelo pesquisador Zuza Homem de Melo, o projeto reúne
importantes músicos, tidos como autoridades de seus respectivos
instrumentos. A estrela desta semana é a clarineta, que será
pilotada por Proveta, líder da banda Mantiqueira. Acompanhado
pelo violonista Maurício Carrilho, Proveta passeia por um
repertório concentrado no choro. O roteiro inclui Três
Estrelinhas, de Anacleto de Medeiros (1866-1907), e Saxofone, Por
Que Choras?, de Ratinho Severino de Carvalho (1896-1972), entre
outras. Teatro II de Centro Cultural Banco do Brasil (142 lugares).
Rua Primeiro de Março, 66, Centro,
3808-2020. Terça (9), às 13h30 e às 18h. R$
6,00.
GRÁTIS
JOYCE.
A cantora e compositora é a próxima atração
do projeto Compasso Samba e Choro. Seu repertório de natureza
intimista caiu no gosto de DJs e produtores da cena eletrônica
britânica. Ela passeia por sucessos que marcaram 35 anos de
carreira, com destaque para canções do CD Tudo Bonito.
Dele foram extraídos Bananeira, S&oamarcaram 35 anos de
carreira, com destaque para canções do CD Tudo Bonito.
Dele foram extraídos Bananeira, Só Tinha de Ser com
Você e Galã Tantã. Monsieur Binot e Feminina
também aparecem no roteiro. Sala dos Archeiros do Paço
Imperial (80 lugares). Praça Quinze de Novembro, 48, Centro.
Terça (9), 18h. Senhas distribuídas a partir das 17h.
JUAN PABLO
& RODRIGO VIANNA. O repertório dedilhado pelos violonistas
mistura clássicos da MPB e do jazz, com arranjos recriados.
Eles também mostram composições próprias.
O programa reúne Bala com Bala (João Bosco/Aldir Blanc)
e Zanzibar (Edu Lobo) e April Joy (Pat Metheny). Auditório
do Espaço BNDES (420 lugares). Avenida Chile, 100, Centro,
2277-7757. Quinta (11), às 18h. Ingressos distribuídos
a partir das 17h.
MÁRVIO
CIRIBELLI. O pianista lança o oitavo CD, Theo e seu Tio,
que inclui o baião Feiticeira, a balada Simone e uma homenagem
ao multiinstrumentista Hermeto Pascoal. O roteiro também
traz uma releitura para Corta-Jaca, de Chiquinha Gonzaga. Parque
das Ruínas (200 lugares). Rua Murtinho Nobre, 169, SantaTeresa,
2252-1039. Quinta (11), às 20h.
NITERÓI
CRIS DELANNO.
O espetáculo Filha da Pátria, baseado em CD homônimo,
aborda sete facetas do universo feminino. O roteiro é assinado
pela cantora e pelo compositor Paulo César Feital e os arranjos
são de Leandro Braga e Adriano Souza. O repertório
inclui músicas de Chico Buarque, Djavan, Joyce, Guinga e
uma pérola de Caetano Veloso, Its A Long Way, gravada
no disco Transa (1972). Teatro Municipal de Niterói (500
lugares). Rua 15 de Novembro, 35, Centro,
2620-1624. Sexta (12), às 21h. R$ 15,00.
FRED MARTINS.
O compositor é o autor da balada Novamente, presente no CD
Olhos de Farol, do cantor Ney Matogrosso. Ele agora começa
a explorar sua carreira solo, com o disco Janelas. Todas as músicas
do roteiro são de sua autoria, grande parte delas compostas
com parceiros como Suely Mesquita, Marcelo Diniz e Lucina. Teatro
Municipal de Niterói (500 lugares). Rua 15 de Novembro, 35,
Centro,
26201624. Sábado (13), às 21h. R$ 10,00.
| Los
Hermanos no Canecão
Conduzido
pelo hit Anna Júlia, o primeiro disco da banda
Los Hermanos alcançou a marca das 300 mil cópias
vendidas. A canção ultrapassou fronteiras ao
ser gravada por George Harrison e Jim Capaldi (ex-Traffic).
Foi a glória. Mas depois do porre, a ressaca se fez
inevitável. Esse é o tom de Bloco do Eu Sozinho,
segundo CD do grupo, que ganha show de lançamento terça-feira
(9) no Canecão. As novas músicas conservam aquele
gostinho de Quarta-Feira de Cinzas que se apodera das pessoas
após intensos quatro dias de folia. O resultado soa
menos hardcore, e nem por isso mais leve. As guitarras não
foram suprimidas. No palco, Marcelo Camelo (guitarra e vocais),
Rodrigo Amarante (guitarra, vocais, percussão e flauta
transversal), Bruno Medina (teclado), Rodrigo Barba Martins
(bateria) e o novato Gabriel Bubu (baixo). Do disco anterior,
serão lembradas A Flor, Sentimental e
Anna Júlia, claro.
CANECÃO
(3.000 lugares). Avenida Venceslau Brás, 215, Botafogo,
2543-1241. Terça (9), às 21h30. R$ 15,00 (pista)
e R$ 20,00 (mesa).
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| Jazz
das origens
O trompetista
americano Nicholas Payton é um camarada precoce. Nascido
em conhecido celeiro musical, a cidade de New Orleans, ele
é filho do renomado baixista Walter Payton com uma
pianista clássica. Ganhou seu primeiro instrumento
em tenra idade: aos 4 anos. Não demorou para ganhar
intimidade. Aos 12 anos fazia a primeira turnê internacional,
com a All Star Jazz Band. Hoje com 28 anos, Payton já
se transformou num dos trompetistas mais importantes da década
de 90. Após duas participações no Free
Jazz, nas edições de 96 e 99, ele faz show no
Mistura Fina, em duas sessões nesta quinta-feira (11).
O repertório é baseado no CD Dear Louis,
bela homenagem ao conterrâneo Louis Armstrong (1901-1971).
Payton divide o palco com Anthony Wonsey (piano), Brandom
Eugene Owens (baixo), Timothy Warfield (sax) e Adonis Rose
(bateria).
MISTURA
FINA (180 lugares). Avenida Borges de Medeiros, 3207,
Lagoa,
2537-2844. Quinta (11), às 20h30 e às 23h30.
R$ 75,00.
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| Na
galeria dos grandes sambistas
Aos 43
anos, Moacyr Luz ficou mais conhecido por seu trabalho como
compositor. Assina mais de 300 músicas, entre elas
130 parcerias com o vizinho e amigo de copo Aldir Blanc. Pois
o recém-lançado Na Galeria revela um
intérprete de mão cheia, desses que não
se acomodam na previsibilidade. Moacyr é um dedicado
garimpador de sambas. Parte dessas pérolas estão
no show de lançamento de Na Galeria, que acontece
na segunda (8), no Teatro Rival BR. Nele, Moacyr debruça-se
sobre obras menos conhecidas de Donga, Orlando Silva, Cartola,
Candeia e outros. O repertório traz a inédita
Tantas Primaveras, de Mestre Fuleiro, e a valsa Canção
das Infelizes, parceria de Donga com Luiz Peixoto. Moacyr
sobe ao palco bem acompanhado, ao lado do violonista Carlinhos
Sete Cordas e dos percussionistas Beto Cazes e Paulino Dias.
Quem perder a estréia tem mais uma chance de conferir
este belo trabalho. Moacyr promove, no dia seguinte, às
19h, uma jam session no Allegro Bistrô Musical, dentro
da Modern Sound (Rua Barata Ribeiro, 502-D, Copacabana).
TEATRO
RIVAL BR (450 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Centro,
2240-4469. Segunda (8), às 19h30. R$ 10,00
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