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O futuro do futuro na tela Enquanto
as TVs de plasma e cristal líquido atingem o tamanho de uma parede,
já se fala na tecnologia que vai substituí-las A
grande indecisão do momento é comprar ou não uma TV nova
de tela plana, cristal líquido ou de plasma. Qualquer consumidor
tem um frio na barriga diante da hipótese de investir 10 000, 20 000 ou
até 50 000 reais num aparelho que pode tornar-se obsoleto em poucos anos.
A angústia atinge também a indústria. Há uma guerra
pelo mercado das TVs de tela plana, entre os aparelhos de plasma e os de cristal
líquido. Em uma recente feira de eletrônicos no Japão, a Matsushita,
que fabrica produtos com a marca Panasonic, pôs lado a lado uma tela de
cristal líquido e outra de plasma, para evidenciar a melhor qualidade da
imagem desta última. Também brandiu uma pesquisa da Universidade
Municipal de Osaka segundo a qual os telespectadores acham as telas de plasma
mais confortáveis para os olhos. A Sharp e outros fabricantes de LCDs protestaram
e conseguiram que os organizadores da feira banissem a comparação.
Essa discussão pode se tornar obsoleta com o advento de telas Oled, sigla
para "diodo orgânico emissor de luz", tecnologia ainda experimental que
promete telas mais leves, brilhantes e que consumam menos energia. 
Fotos divulgação  |
BANG & OLUFSEN BeoVision 4
De plasma, com cristal anti-reflexivo, está disponível
em 37, 42 e 50 polegadas. 35 600 reais
(o modelo de 50 polegadas) |
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SONY HT-DDW1000 Tem
6.2 canais (duas caixas frontais, uma central, três surround e dois subwoofers)
e receiver. 2 600 reais |
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SONY
Bravia KLV-S32A10T Tem tela LCD
de 32 polegadas e é compatível com HDTV. Um recurso melhora a resolução
da imagem da TV aberta. Um sensor de iluminação ajusta o brilho
de acordo com a luz do ambiente. 10 000
reais |
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LG
50PX5R-MC De plasma, tem 50 polegadas.
É compatível com a TV de alta definição.
26 000 reais |
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CLONE 5.1 Torre Compatível
com computadores, DVDs e outros dispositivos de áudio, chama atenção
pelo design. 662 reais |
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