Índice
Carta ao leitor
Cenários: As parcerias entre grandes empresas na disputa pelo mercado global
Entrevista: John Battelle, autor de um livro que disseca o Google
Celulares: Os modelos que fazem sucesso no mundo inteiro
Foto digital: Um guia para armazenar, compartilhar e imprimir suas imagens
Informática: Vem aí a próxima geração de processadores, de 64 bits
TV digital: O Brasil adota um padrão de alta definição semelhante ao japonês
Medicina: Os novos equipamentos que mostram detalhes milimétricos do corpo humano
Inteligência: Ela já chegou às roupas, aos carros e aos eletrodomésticos
Sem fio: Como funciona o WiMax, que permitirá acesso à internet de banda larga em cidades inteiras
Entrevista: Jean Paul Jacob, o futurólogo brasileiro da IBM
Games: Os novos jogos e máquinas que transformaram o entretenimento em arte
Tradução: O primeiro software que ouve uma frase em um idioma e a pronuncia em outro
Rádio: A transmissão digital chega ao Brasil e renova um velho meio de comunicação
MP3: Por que o iPod faz tanto sucesso com suas diferentes versões
Entrevista: Ted Nelson, o pai do hipertexto, critica a internet atual
Guia de produtos: Os lançamentos no mercado de eletrônicos deste fim de ano
Celulares
PDAs e smartphones
Câmeras digitais
Computadores
Periféricos
Impressoras e multifuncionais
Filmadoras
TV e home theater
DVDs
Tocadores de MP3
Aparelhos de som
Som do carro
Outros
 
 

O futuro do futuro na tela

Enquanto as TVs de plasma e cristal
líquido atingem o tamanho de uma parede,
já se fala na tecnologia que vai substituí-las

A grande indecisão do momento é comprar ou não uma TV nova – de tela plana, cristal líquido ou de plasma. Qualquer consumidor tem um frio na barriga diante da hipótese de investir 10 000, 20 000 ou até 50 000 reais num aparelho que pode tornar-se obsoleto em poucos anos. A angústia atinge também a indústria. Há uma guerra pelo mercado das TVs de tela plana, entre os aparelhos de plasma e os de cristal líquido. Em uma recente feira de eletrônicos no Japão, a Matsushita, que fabrica produtos com a marca Panasonic, pôs lado a lado uma tela de cristal líquido e outra de plasma, para evidenciar a melhor qualidade da imagem desta última. Também brandiu uma pesquisa da Universidade Municipal de Osaka segundo a qual os telespectadores acham as telas de plasma mais confortáveis para os olhos. A Sharp e outros fabricantes de LCDs protestaram e conseguiram que os organizadores da feira banissem a comparação. Essa discussão pode se tornar obsoleta com o advento de telas Oled, sigla para "diodo orgânico emissor de luz", tecnologia ainda experimental que promete telas mais leves, brilhantes e que consumam menos energia.

Fotos divulgação

BANG & OLUFSEN
BeoVision 4
De plasma, com cristal anti-reflexivo, está disponível em 37, 42 e 50 polegadas.
35 600 reais (o modelo de 50 polegadas)

SONY
HT-DDW1000
Tem 6.2 canais (duas caixas frontais, uma central, três surround e dois subwoofers) e receiver.
2 600 reais

SONY Bravia
KLV-S32A10T
Tem tela LCD de 32 polegadas e é compatível com HDTV. Um recurso melhora a resolução da imagem da TV aberta. Um sensor de iluminação ajusta o brilho de acordo com a luz do ambiente.
10 000 reais

LG 50PX5R-MC
De plasma, tem 50 polegadas. É compatível com a TV de alta definição.
26 000 reais

CLONE
5.1 Torre
Compatível com computadores, DVDs e outros dispositivos de áudio, chama atenção pelo design.
662 reais