Então,
prova
Estudar
no exterior exige
exame do nível do inglês
Fernanda
Colavitti
Mila Jung
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| Na
sala de aula: preparação ajuda a ter bom
desempenho |
Para fazer um curso de graduação, pós-graduação
ou especialização em países de língua
inglesa, não bastam aquelas bem-intencionadas aulas
do idioma que o interessado teve no ginásio. O ingresso
nas universidades mais requisitadas do mundo depende do desempenho
nos testes reconhecidos internacionalmente. O mais famoso
é o Toefl, sigla de Test of English as a Foreign Language,
exigido por cerca de 2.400 instituições
de ensino superior nos Estados Unidos e no Canadá.
Anualmente, mais de 300.000 pessoas
se inscrevem em todo o planeta. No Brasil, onde o exame é
realizado em doze cidades, somente na Associação
Alumni, em São Paulo, são 2.700
inscrições anuais. Outros autorizados a aplicar
o exame são o Instituto Brasil-Estados Unidos do Rio
de Janeiro e Fortaleza, o Instituto Cultural Brasil-Estados
Unidos, além da Casa Thomas Jefferson, de Brasília.
Não há reprovação o candidato
recebe uma pontuação e cada faculdade exige
um limite mínimo de pontos para aceitação.
O
contrário ocorre com o exame da Universidade de Cambridge,
que fornece o Certificate of Proficiency in English (CPE),
com peso equivalente ao do Toefl para admissão na Inglaterra.
O candidato precisa obter o conceito A, B ou C (com D ou E
é reprovado). Quem está pensando em cursar um
MBA, além do Toefl, precisa enfrentar o GMAT, sigla
de Graduate Management Admission Test. Se o interessado não
pretende sair do país, mas necessita atestar seus conhecimentos
de inglês por razões profissionais, uma alternativa
é o rigoroso Examination for the Certificate of Proficiency
in English da Universidade de Michigan. Para "faturar" qualquer
um deles, o caminho pode ser preparar-se antecipadamente,
como quem faz um vestibular há até cursos
e professores especializados em várias capitais.
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