Brasil
    . O ano em que o Brasil deu bom exemplo
. Roberto Pompeu de Toledo
Sexo
    . Por elas, eles perdem a cabeça
. Jared Diamond
Tecnologia
    . Quando a tecnologia mata
. Henry Petroski
Globalização
    . A globalização na prática
. Thomas Friedman
Internet
    . Nasce a cultura da internet
. Alberto Manguel
Jovens
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. Soninha
Ásia
    . A Ásia descobriu a democracia
. Kishore Mahbubani
Rússia
    . Rússia: ano zero da esperança
. Richard Pipes
Genética
    . O que aconteceu na genética
. Steve Jones
Capitalismo
    . Estados Unidos e Europa: dois capitalismos
. Paul Johnson
Cidades
    . O mundo mudou para a cidade
. Jonas Rabinovitch
Corrupção
    . Corrupção, uma praga brasileira
. Denise Frossard
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    . Globalização começa na vizinhança
. Domingo Cavallo
Educação
    . Educação posta à prova
. Claudio de Moura Castro
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    . A sucessão de João Paulo II
. Giancarlo Zizola
Comportamento
    . Ressaca global
. Renato Mezan

O panorama das populações

O panorama da riqueza da Terra
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edição 1 681 . 27 de dezembro de 2000  
Paul Johnson  
   

A humanidade tem
capitalismo
no sangue

Ilustração: Evandro Luiz

historiador e ensaísta investe como um touro miúra contra a idéia de que exista uma alternativa européia ao capitalismo. Ele sustenta que a organização econômica da Europa continental é apenas uma versão deformada do capitalismo praticado na sua Inglaterra e nos Estados Unidos. Em sua mais explosiva argumentação, Johnson afirma que o termo "capitalismo" não exprime em sua inteireza a essência do fenômeno social e econômico que tenta descrever. Se, como o socialismo e o comunismo, fosse um "ismo" apenas, o capitalismo comportaria variantes e formas alternativas. Johnson diz que há um único capitalismo.

 

Leia na íntegra
 
Conclusão
 
Daily Mail
Paul Johnson
Com quatro livros lançados no Brasil, Os Intelectuais, Tempos Modernos, História dos Judeus e Inimigos da Sociedade, o ensaísta inglês Paul Johnson, 72 anos, firmou reputação no país de ser um polemista de recursos. É autor também de uma monumental História do Povo Americano. Em suas colunas periódicas na revista The Spectator, reduto da inteligência liberal européia, Johnson despeja regularmente suas críticas demolidoras às esquerdas e aos artistas modernos. Com ele não existem meios-tons. Seu posicionamento, no entanto, nada tem de simplório. Johnson tem argumentos bem fundados em sua erudição e treino de historiador.
 
   
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