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edição 1 681 . 27 de dezembro de 2000  
Steve Jones  
   

O que a genética
não pode fazer


inglês Steve Jones aparece como exceção numa época em que os cientistas correm para a imprensa leiga com o objetivo de divulgar seus feitos antes mesmo de submetê-los a seus pares, enquanto usam e abusam de metáforas sensacionalistas. O que ele tem a dizer sobre as terapias genéticas é simples e claro: pelo menos nas próximas décadas, ninguém espere que as doenças sejam tratadas corriqueiramente pela manipulação dos genes. Clones humanos? Muito improvável que no futuro próximo se consiga produzir uma cópia de um ser humano em laboratório. A massificação da técnica, na mesma proporção com que hoje se utiliza a inseminação artificial, não ocorrerá no prazo de várias gerações.

Ilustração: Evandro Luiz

 

Leia na íntegra
 
Conclusão
 
Divulgação
Steve Jones
Quando, no ano que passou, esquentou em suas páginas além da conta o debate entre dois expoentes do moderno pensamento biológico, o americano Stephen Jay Gould e o inglês Richard Dawkins, o editor da New York Review of Books decidiu mediar a disputa. Para a complexa tarefa escalou o geneticista inglês Steve Jones, de 56 anos. A justificativa foi simples. Jones é o mais respeitado cientista de sua área e também da dos dois contendores. Professor do University College London, Steve Jones é a combinação de pesquisador brilhante com a personalidade de um incansável popularizador da ciência.
 
   
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