egundo
a ótica do ensaísta Gilberto Kujawski, a imprensa está destinada
a conviver com a ambigüidade em vários setores. Nas relações
entre jornalismo e a história, a moral, a literatura e finalmente
o poder. Mas adverte: de nada vale à imprensa ganhar o mundo
e perder a alma. A alma da imprensa está em sua vocação de
contrapoder