Coisas de mulher: O que elas têm na bolsa e na cabeça

Entrevista: Maureen Dowd, a diva do New York Times, fala dos homens

Poder: Quando o assunto é mandar, as diferenças entre os sexos acabam

Trabalho: Mais cultas e estudadas, as mulheres têm dificuldade para encontrar um parceiro à altura

Cotidiano: Como simplificar a sua vida

Maturidade: Os filhos saem de casa, a vida continua

Vida a dois: Por que um diz uma coisa e o outro entende algo completamente diferente

Filhos: As dificuldades da maternidade tardia

Família: Mãe e filha, ou seja, uma relação passional

Feminismo: A crise existencial do movimento que mudou o mundo, mas não tudo o que pretendia

Finanças: O principal motivo de desentendimentos em um casal

Consumo: Comprar compulsivamente. Cuidado, isso é uma doença

Comportamento: O amigo gay se tornou um companheiro inseparável

Solteiras: O que é preciso saber para sobreviver sem homem

Sexo: Orgasmo é uma corrida de obstáculos. É possível vencê-la

Saúde: As novidades que vêm dos consultórios e laboratórios

Dieta: O teste, bem-sucedido, de emagrecer sem dieta ou exercício

Corpo: Estudos mostram a mudança das formas femininas

Moda: Os conselhos de especialistas para realçar as qualidades de sua silhueta

Livros: Cinco escritoras sugerem leituras sobre e para as mulheres

Boa forma: Qual o exercício físico mais indicado para cada idade e estilo de vida
   
 

Coisas de mulher

De olho no sommelier

Nos últimos anos, as mulheres descobriram os prazeres do consumo de vinho. De acordo com um levantamento feito nas principais importadoras do país, elas são responsáveis por cerca de 40% das compras da bebida. "Há dez anos, mais de 90% das vendas eram feitas para homens, e a mulher, quando comprava, tinha uma indicação do marido ou do namorado", afirma Marlene Kratz, gerente da Expand. Em um restaurante, a tarefa de decifrar a equação que envolve pagar um preço justo, ter uma boa safra e, principalmente, saber harmonizar o vinho com a comida costuma ser delegada ao sommelier. Ele pode se tornar o melhor amigo de quem aprecia a bebida, mas é sempre bom ter certeza de sua competência. A seguir um guia prático para não se enganar na hora da escolha.

• Prepare duas ou três perguntas para fazer ao sommelier – claro que você precisa saber as respostas. Se ele acertar, há um bom indício de que seja mesmo do ramo.

• Se você não quer discutir o preço do vinho à mesa, ligue antes e converse com o sommelier. Por telefone, é mais fácil ser direto e definir quanto você quer (e pode) gastar.

• Há formas indiretas de definir o preço de um vinho. Uma delas é dizer que não quer um vinho francês, mas, sim, um argentino de boa relação qualidade-preço.

• Fuja dos sommeliers que só indicam marcas conhecidas, premiadas e caras.

• Confira a safra na carta com a da garrafa. O ano 1995 de Brunellos é ótimo, já 1994 não é tão bom.

• Procure ter uma noção de preço dos vinhos a partir do catálogo das importadoras.

• Na dúvida, não tenha medo de pedir ao sommelier que prove o vinho. Você não tem obrigação de saber se a garrafa está oxidada ou bouchonné (com aroma de rolha). Estima-se que 5% dos vinhos apresentem problemas desse tipo.

• Rolha tem cheiro de rolha. Nem você nem o sommelier devem cheirá-la antes de provar a bebida. Colocada na mesa, ela serve para que se confira seu estado de conservação.

• Faça uma lista dos restaurantes cuja carta de vinhos o agrade. Nos demais, ligue antes e pergunte se pode levar uma garrafa. Só não se esqueça de perguntar qual o preço que a casa cobra por servir a bebida que você levou.

 

A doce promessa

Getty Images


O nome parece gringo, mas ela é carioquíssima. Maria Cândida Hannemann é a primeira brasileira a fazer parte da milionária liga profissional de golfe dos Estados Unidos. Aos 25 anos, "Candy" ocupa a 33ª colocação do LPGA Tour – o circuito feminino mais bem pago do planeta – e está em 135º lugar no recém-lançado ranking mundial. A golfista mora nos Estados Unidos desde 1997 e se tornou profissional há quatro anos. Foi capitã da equipe da Universidade Duke. Chegou a ser condecorada pelo presidente George W. Bush na tradicional recepção na Casa Branca em homenagem aos melhores esportistas universitários. A presença de mulheres no golfe aumenta a cada dia, mas ainda existem muitos empecilhos. No exclusivo Augusta National Golf Club, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, mulher só pisa no green se for convidada por algum sócio (homem), que paga entre 25000 e 50000 dólares por ano pelo título vitalício. Terreno pantanoso esse green.