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QUANDO IR: na seca, de maio a setembro, quando os bichos aparecem mais e os
carros atolam menos. Para ver aves, de janeiro a março. Para pescar, de
julho a outubro.
QUANTO FICAR: cinco dias no Sul, com tuiuiús, e três dias
no Norte, com jacarés (mais cinco para um passeio de barco pelo Rio Paraguai).
PECHINCHA: Pousada do Pescador, em Porto Murtinho (MS), a 40 reais a diária.
MORDOMIA: a suíte com cama kingsize no Refúgio Ilha do Caracará,
em Poconé, a 570 reais a diária.
NÃO ESQUEÇA: que lontra morde, que em lugar úmido
se transpira muito e que você não sabe andar a cavalo.
VOCÊ MERECE: esbaldar-se em arroz-de-carreteiro após passar
o dia acompanhando a lida de uma fazenda pantaneira.
NINGUÉM MERECE: receber tanta oferta para comprar falsas pedras
preciosas.
É LINDO: o olhar da onça (de longe), antes de ser clicada por
sua máquina fotográfica.
DISPENSE: a pescaria ao lado da pousada. Só dá piranha.
PROGRAMA RADICAL: viagem em veículo 4x4 pelos 149 quilômetros
da Transpantaneira.
PARA SABER MAIS:
(65) 3613-9313 e (67) 3318-6061 (MS) ou www.pantanal.com
e www.parqueregionaldopantanal.org.br.
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