Amadurecimen-
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O que esperar do seu filho


Gestação: A alegria e a angústia da gravidez
 
 
Exames: Para não exagerar no pré-natal

Parto: Análise dos serviços extras das maternidades

Dieta: Saiba o que 8 mulheres fizeram para voltar à forma
  Memórias da infância: Que trabalho eu dava para comer... (exclusivo on-line)

Novidades: Os produtos que dão mais conforto e segurança ao seu filho

Leite materno: As razões de quem não amamenta

Alimentação: Uma pirâmide para orientar a dieta das crianças

Alergia: Conselhos para evitá-la

Sono: O que fazer (e o que não fazer) para ajudar seu filho a dormir

Moda: Roupas para grávidas

Moda: O que vestir nas crianças
  Casamento: Quando há respeito não importa a estrutura familiar

Meninos e meninas: A diferença entre os sexos

Agenda: Como não sobrecarregar a criançada com cursos extras

Memórias da infância: Quase matei meus pais de vergonha quando... (exclusivo on-line)

Disciplina: Perguntas freqüentes e suas respostas

Escola: Dicas para escolher bem

Orçamento: Quanto custam os primeiros anos de seu filho
  Presentes: Uma lista dos brinquedos

Vídeo: Um lançamento que diverte e educa

Aniversário: Sete sugestões de festas para as crianças

Fotografia: Cuidados para fotografar os pequenos

Televisão: Os programas infantis estão melhores

Teste: Identifique as personalidades quando eram crianças
 

CASAMENTO
Este é meu irmão, mas
por parte de pai

Parece charada, mas essa é a realidade
das crianças que vivem em famílias-mosaico


Alice Granato

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Conheça a família de Júlia

Para quem vive numa família convencional, as relações de parentesco se definem apenas por laços sanguíneos. A família convencional é aquela em que o homem e a mulher se casaram sem ter sido casados anteriormente e as crianças que vivem na casa são todas fruto da relação do casal. Quando essa criança vai à escola e escuta da professora uma pergunta do tipo "Quem é o irmão do seu irmão que não é seu irmão?", a resposta inevitavelmente tende a ser: "Eu". E ela vai estar certa. As relações são completamente diferentes numa família-mosaico – bem como as respostas na escola. A mãe vem de outro casamento e tem filhos anteriores. O pai também. Daí, eles se juntam e têm seus filhos. Imagine, então, que um dos filhos do primeiro casamento da mãe esteja na escola e a professora pergunte: "Quem é o irmão do seu irmão que não é seu irmão?". O menino pode responder que são os primeiros filhos de seu padrasto. E vai estar certo. A história da adolescente Júlia Gonçalves é um caso real. Filha única de seus pais, a garota tem sete "irmãos". O quadro explica como isso é possível.

Nas formações-mosaico, falar em árvore genealógica não tem sentido. Resultado de vários troncos distintos, a família virou uma floresta genealógica. Mudou também o conceito familiar. Ser parente já não significa ter consangüinidade, basta a proximidade.

Qualquer separação envolve perda, e as crianças sentem quando isso acontece. Num passo seguinte, pai e mãe constroem novas relações, o que é também muito complicado. Surgem então os irmãos. Os pequenos têm de conviver em casa com homens e mulheres que mal conhecem e dividir seu quarto, seus brinquedos e a atenção dos pais. Apesar das dificuldades ligadas ao recomeço, vale a regra máxima quando o que está em jogo é a felicidade das crianças. Elas devem ser criadas em um ambiente de carinho e respeito, estando o casal junto ou separado. Viver numa família convencional não garante a felicidade, assim como as formações-mosaico não são sinônimo de problemas.

 
 
 
 
 
 
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