BOTECOS/BONS E BARATOS

 

Bar do Nando

Fernando Chaves, o proprietário, transformou uma pequena área da frente de sua casa num bar, que funciona com mesas na varanda e na calçada. O que ele não esperava era que o bar se transformasse em um dos mais famosos da cidade e dono do título de melhor boteco de Salvador, pelo júri de VEJA. Como o lugar não tinha nome, os freqüentadores começaram a chamá-lo de bar "do Nando".

Fernando Vivas

Descontração é a marca
do bar "sem nome"

Até hoje o nome não foi registrado, e só é reconhecido pelo mural pintado na fachada por Ruy Santana, pois na portaria não há uma placa sequer. Rabiscos de ilustres clientes, como Bel Borba, Jackson Costa e Floriano Teixeira, decoram as paredes do bar e até do banheiro. O pop rock é o estilo de música mais tocado, além de jazz e blues. Entre os tira-gostos mais pedidos estão o quibe (R$ 6,00 seis unidades), os bolinhos de queijo, camarão, charque e bacalhau (R$ 5,00 com oito unidades) e o caldo de cenoura (R$ 3,00), preparado com galinha, queijo, cogumelo e creme de leite. Para acompanhar, cerveja bem gelada (R$ 1,60).

Rua Alagoinhas, 100, Rio Vermelho. 18h30/2h (seg. a qua.), 18h30/último cliente (qui. a sáb.).

 

Bar da Chuleta
Rua Engenheiro Souza Lima, 49, Graça, 336-0901 (público). 8h/0h (seg. a qui.); 8h/2h (sex. a dom.).
Ponto de encontro de universitários atraídos pela cerveja barata e sempre bem gelada (R$ 1,20), o bar foi batizado sob inspiração de seu principal tira-gosto: a chuleta na brasa (R$ 1,70) – contrafilé com osso, servido com salada vinagrete e farofa. A sugestão foi dos estudantes da Universidade Federal da Bahia, que institucionalizaram o bar como extensão do campus. No verão e nos fins de semana, as mesas da calçada ocupam toda a esquina.

Bar da Marrom
Rua Rio Negro, 213, Mont Serrat, 316-3535. 8h/0h (seg. a dom.). T.: Tr e Vr. P a
Foi o primeiro bar da Pedra Furada e começou a funcionar em 1975, tendo à frente Dona Marrom. Do ambiente simples, aberto e coberto por laje, é possível admirar a beleza da Baía de Todos os Santos. Prove o siri-bóia (R$ 4,80 seis unidades), marisco típico da região, como tira-gosto. A especialidade da casa é a mariscada, com siri mole, badejo e camarão (R$ 20,00 para duas pessoas) servida com arroz e pirão. Para acompanhar, cerveja (R$ 1,70).

Bar e Restaurante Panorâmico do João
Rua Rio Negro, 3, Pedra Furada, Mont Serrat, 316-3130. 11h/20h (qua.); 11h/23h (qui. e sex.); 11h/22h (sáb.); 11h/19h (dom.). T.: todos.
O lugar é muito modesto, mas compensa pela bela vista da Baía de Todos os Santos. O siri-bóia (R$ 0,80), marisco típico da Cidade Baixa, é uma das especialidades da casa. A lambreta (R$ 3,00, doze unidades), a agulhinha (R$ 4,00) e o acarajé com siri-bóia (R$ 3,00 três unidades) são outras boas opções de tira-gosto. Experimente uma exclusividade da casa: a feijoada de frutos do mar (R$ 15,00, para duas pessoas), feita com feijão-fradinho. Para acompanhar, bereguedê (R$ 2,50), à base de ervas, guaraná, catuaba, conhaque, mel e gengibre.

Beco de Gal
Avenida Vasco da Gama, 2893, Vasco da Gama, não tem. 20h/1h30 (seg.); 20h/3h (qua. e sáb.); 18h/0h (dom.).
A principal atração do único barzinho do beco é o verdadeiro pagode dos grupos Três Gerações, Bambeia, Nosso Ritmo e Frente a Frente. Entre uma música e outra, os clientes petiscam o arrumadinho (R$ 5,00), que pode ser de carne-de-sertão, carne-de-sol ou calabresa. Há também o bacalhau (R$ 7,00, para duas pessoas) e a rabada (R$ 7,00, para duas pessoas), sempre bem acompanhados por cerveja gelada (R$ 2,00).

Boteco do Farias
Rua Martins Francisco, 15, Fazenda Garcia, 235-3193 (120 lugares). 10h/22h (ter. a qua.); 10h/2h (qui. a dom.).
Funciona há vinte anos no mesmo endereço, atraindo moradores da região e de outros bairros. As mesas ficam distribuídas em uma espécie de garagem, revestida de azulejos azuis e brancos, com um balcão ao fundo. A moela com camarão seco e uma cerveja custam R$ 2,90. Quem pede duas porções de pititinga acompanhadas de cerveja paga R$ 6,90. O peixe vermelho é servido com farofa e salada, acompanhado por uma cerveja (R$ 7,90 o pedaço com 600 gramas).

Casa 11
Avenida Cerqueira Lima, 11, Beco dos Artistas, Garcia, 328-3102. 19h/2h (seg. a sáb.).
É o principal ponto de parada dos que saem dos shows da Concha Acústica ou de algum espetáculo apresentado no TCA. A cerveja (R$ 1,70) é bem acompanhada por arrumadinho misto, com carne-de-sol, frango e charque (R$ 8,00). Nas sextas e sábados, a cerveja custa R$ 2,00, para compensar o couvert artístico, que não é cobrado. Prove os caldos de camarão, polvo, ostra e verde (R$ 3,00).

Caminho de Casa
Rua Anísio Teixeira, 161, loja 34, Itaigara, 353-7036 (230 lugares). 11h/1h (seg. a dom.). Cc: A, D, M e V.. T.: todos. P
Quem vem do trabalho e encontra o bar pelo caminho não resiste à tentação: liga para os amigos e adia a hora de voltar para casa. Nas quintas e sextas, o lugar fica lotado de gente jovem e bonita. Depois das 22 horas, sempre é preciso aguardar vagas nas mesas. As mesas de madeira trazem um jogo americano de palhinha, decoração ideal para saborear um dos pratos da culinária regional. Prove a maniçoba (R$ 13,00 ou R$ 9,90, meia porção), folha de mandioca cozida com carne. Para abrir o apetite, peça a aguardente da casa (R$ 1,20).

Canto A
Avenida Ademar de Barros, 408, Ondina, 245-4396. 7h/0h (seg. a sex.), 7h/18h (sáb.). T.: todos.
Maria Antônia deixou a cantina do campus da Universidade Federal da Bahia, em Ondina, e abriu o bar. Nica, como é chamada pelos amigos, está sempre perambulando pelas mesas e conversando com os clientes. O público é basicamente estudantes, professores e universitários. Prove o espetinho de carne-de-sol (R$ 2,50), acompanhado por cerveja (R$ 1,50).

O Colon
Rua Visconde de São Lourenço, 12, Campo Grande, 329-3012. 10h/22h (seg. a qui.); 10h/0h (sex.); 10h/22h (sáb.); 10h/16h (dom.). Cc.: M.
É um dos bares mais antigos de Salvador, abriu as portas em 1838, com o avô do atual dono, José Blanco Lage. O nome homenageia o descobridor das Américas, Cristóvão Colombo. Em 1960, passou a funcionar no Campo Grande, no endereço atual. O bar dispõe de boa variedade de tira-gostos, como a tábua de frios com queijo, presunto e salame (R$ 4,00), sardinha (R$ 3,00), picanha (R$ 4,00) servida com pão, salada e farofa. Para beber, cerveja (R$ 1,50), vodca (R$ 2,00 a dose) e vinho (R$ 1,00 a dose).

Habeas Copos
Rua Marquês de Leão, 172, Barra, 267-4996; Rua Alfredo de Brito, 31, Praça Quincas Berro d'Água, 321-1798. 17h/último cliente (ter. a sex.); 11h/último cliente (sáb. e dom.). Cc.: todos.
O bar da Barra existe há 25 anos e o do Pelourinho foi inaugurado com a abertura da Praça Quincas Berro d'Água, em 1993. Além de chope (R$ 1,60), serve vodca, vinho e uísque. Para não beber de barriga vazia, peça um carpaccio de polvo (R$ 8,50) ou cordeiro (R$ 7,50). Serve também dobradinha e sarapatel (R$ 6,00 para duas pessoas), com arroz e farinha. De quinta a sábado, tem bossa, sambão e chorinho no bar da Barra.

O Líder
Largo Dois de Julho, 32, Centro, 321-8955. 7h/2h (seg. a sáb.). Cc.: M e V. T.: todos.
Nas sextas à noite, o pessoal que trabalha nas redondezas lota o bar, que funciona no mesmo local há mais de 36 anos. No interior, as mesas são apertadas. Prefira a área externa, mais arejada, para provar o churrasco misto completo (R$ 17,50), com feijão, fritas e vinagrete. Outra opção é a carne-de-sol com farofa (R$ 5,00), que pode vir acompanhada de cerveja (R$ 1,50). Serve também uísque, licor, vodca e doces caseiros.

Mariquita Bacana
Praça Augusto Severo, 10, Largo da Mariquita, 330-1538. 15h1h (seg. a dom.).
O principal atrativo deste bar, que funciona no calçadão do Largo da Mariquita, é a cerveja (R$ 1,80). Para completar, a baiana Cira montou um tabuleiro de acarajés e abarás em frente ao bar. São constantes as filas para saborear seus produtos, eleitos pelo júri de VEJA como os melhores da cidade. Para quem preferir, são servidos outros petiscos, como a lambreta (R$ 3,50, a dúzia) e os caldos (R$ 3,00) de sururu, camarão, polvo, peixe e verde. Para beber, outra opção são as roskas (R$ 3,00).

Ponte Aérea
Rua São Paulo, 404, Pituba, 346-1200. Rua Mato Grosso, 510, Pituba, 346-3583. 17h/2h (seg. a sex.); 10h/2h (sáb.).
Funcionava com cadeiras espalhadas em um quarteirão fechado entre as ruas São Paulo e Rio de Janeiro. Daí o nome do bar, em alusão ao serviço aéreo entre as capitais. Há um ano abriu filial na Rua Mato Grosso. Os dois bares vivem sempre cheios e o público é geralmente formado por adultos na faixa de 25 a 30 anos. As carnes servidas na chapa são os pratos mais pedidos, principalmente a picanha com cebola e alho (R$ 19,90). A novidade do ano é o filé mignon em tiras na chapa (R$ 9,80), servido com torradas. Prove as roskas (R$ 2,90) preparadas com frutas variadas.

Quintal
Avenida Sete de Setembro, 1370, Campo Grande, 336-5881 e 337-8100. 11h/15h e 17h30h/3h (seg. a sex.); 11h/13h (sáb. e dom.). Cc.: M e V. T.: todos.
O bar funciona no quintal da associação dos engenheiros agrônomos. Depois de descer por uma escada com corrimão que imita o tronco de uma árvore, chega-se a uma área arborizada. Não tem música ao vivo nem som ambiente, mas o bar disponibiliza um violão para quem quiser animar a noite. Para petiscar, peça o caranguejo de Canavieiras (R$ 1,20). Para beber, cerveja (R$ 1,80).

Restaurante Nacional (do Gordo)
Rua Genebaldo Figueiredo, s/nº, box 23, Mercado de Itapuã, Itapuã, 375-7148. 8h/21h30 (seg. a qui.); 6h/22h (sex. a dom.). T.: todos.
Quando foi aberto, no fim da década de 60, o nome era apenas Restaurante Nacional, mas os 149 quilos do proprietário Hermelindo Cerqueira fizeram a casa ficar conhecida como Restaurante do Gordo. Os pratos principais são as chamadas comidas pesadas, como mocotó (R$ 6,00), feijoada (R$ 6,00), bisteca de porco (R$ 5,00) e carneiro (R$ 6,00). Para acompanhar, uma cervejinha gelada (R$ 1,50).

Recanto da Tia Maria – Pedra Furada
Rua Rio Negro, 213, Mont Serrat, 316-4218. 9h/último cliente (ter. a dom.). T.: Ta e Va.
Funciona há 22 anos no local, em frente à orla de Mont Serrat, explorada por pescadores da região. Os mariscos e frutos do mar são os destaques do cardápio, principalmente o siri-bóia (R$ 0,80). A salada de polvo e a de lagosta (R$ 22,00 para duas pessoas) são os pratos mais procurados. Outra boa opção é a moqueca de peixe (R$ 14,00 para duas pessoas). Tudo isso acompanhado de cerveja (R$ 1,70) bem gelada.

SOS Bar
Rua das Rosas, 107, Pituba, 452-3593. 8h/22h30 (seg. a qui.); 8h/2h (sex.); 8h/2h30 (sab.); 8h/20h (dom.). T.: todos.
As mesas ficam no estreito passeio do bar, que possui clientela fiel em seus quinze anos de funcionamento. Prove o bolinho de bacalhau ou de charque (R$ 4,00), a carne-de-sol com farofa (R$ 5,00), o arrumadinho (R$ 5,00) ou o aipim frito (R$ 3,00). Outra opção é pedir um dos pratos feitos (R$ 3,00), como mocotó, rabada, carne-de-sol, carneiro e sarapatel. Para os boêmios, a cerveja (R$ 1,50) não pode faltar.

 

Barracas de praia Música ao vivo
Botecos/Bons e baratos Para dançar
Cafés Ensaio de blocos
Choperias Para ir a dois
Depois da praia Paquera
Fim de noite/Boemia Vista da cidade
Happy hour  

 

 
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