Botecos

ABOIM
Rua Souza Lima, 16-B, Copacabana, 2513-8983. 6h/0h (seg. a dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
O botequim preferido de Fausto Fawcett é um pé-sujo tão apertado que o sujeito acaba ficando com um pé dentro do bar e outro na calçada. Por isso, os assíduos freqüentadores batizaram o Aboim de "bunda de fora". A cerveja é em garrafa (R$ 2,00).

ADEGA DA VELHA
Rua Paulo Barreto, 25, Botafogo, 2286-2176 (80 lugares). 7h/1h (seg. a dom.). Cc.: V. T.: todos.
A aparência modesta da casa esconde uma comida nordestina de primeira. A picanha-de-sol com feijão-tropeiro, queijo coalho, aipim e manteiga de garrafa (R$ 26,00) é de tirar o chapéu. Outro prato tradicional é a carne-de-sol com baião-de-dois e manteiga de garrafa (R$ 23,00). As porções são generosas e servem até três pessoas.

ADONIS
Rua São Luiz Gonzaga, 2156, Benfica, 3890-2283 (80 lugares). 6h/último cliente (seg. a sáb.). Cc.: A, D e M. T.: todos.
A presença dos clientes assíduos é constatada no cardápio. Filgueiras, freguês fiel da casa, costumava ditar o acompanhamento que preferia ao saborear o bacalhau, especialidade da casa. A guarnição com batata cozida, cebola, azeitona, brócolis, ovo, palmito e alho acabou fazendo parte do novo prato, batizado com o nome do cliente. A novidade é o filé UFRJ (R$ 20,00), bife à milanesa com mussarela derretida, que surgiu de um pedido de funcionários da universidade freqüentadores da casa.

BAR DA DONA MARIA
Rua Garibaldi, 13, Tijuca, 2238-5091 (60 lugares). 8h/22h (seg. a sáb.). Cc.: nenhum. T.: todos.
O atendimento carinhoso e a boa música ajudaram a construir a boa reputação do bar. Oficialmente, o nome do estabelecimento é Café e Bar Brotinho. Ele ficou conhecido pelo apelido por causa da proprietária, a portuguesa Maria do Rosário, uma senhora de 81 anos e muita simpatia. As animadas rodas de samba aos sábados são referência, e costumam receber quem entende do riscado, como Aldir Blanc, Beth Carvalho e Moacyr Luz. Lá também são realizados os ensaios do bloco Nem Muda nem Sai de Cima. A comida é caseira. O caldinho de feijão e o de mocotó custam R$ 3,50. Aos sábados são servidas rabada (R$ 7,00) e feijoada (R$ 8,00).

BAR DO COSTA
Rua Torres Homem, 150, Vila Isabel, 2204-0240 (40 lugares). 7h/último cliente (seg. a sex.) e 7h/22h (sáb. e dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
A cerveja no boteco é na garrafa (R$ 2,00) e uma lista de petiscos pode servir de acompanhamento: carne-seca (R$ 8,00), moela (R$5,00) e bolinho de bacalhau (R$ 6,00). O pastel de catupiry (R$ 6,00) é caprichado.

BAR DO MINEIRO
Rua Paschoal Carlos Magno, 99, Santa Teresa, 2221-9227 (80 lugares). 11h/2h (ter. a qui.). 11h/4h (sex. e sáb.). 11h/20h (dom.). Cc: todos. T.: V, Tc, Ch e Brj.
Paredes revestidas de azulejos brancos, piso coberto de pastilhas e terraço com mesas caracterizam a casa. A comida mineira tem tempero caseiro. A feijoada servida aos sábados e domingos (R$ 14,00) segue a linha politicamente correta, sem as carnes mais gordurosas (joelho, orelha e afins). O cozido (R$ 14,00) é preparado uma vez por mês. Outras opções no cardápio que valem nota são o tutu à mineira (R$ 8,00) e o frango com quiabo (R$ 8,00). Entre os petiscos, destaque para as porções de bolinho de aipim com carne-seca (R$ 8,00) e inusitados pastéis de carne-seca com abóbora e de feijão (R$ 8,00). Cervejas a R$ 2,30 a garrafa.

BAR DO OSWALDO
Estrada do Joá, 3896, Barra, 2493-1840 (160 lugares). 12h/1h (seg. a qui.) e 12h/3h (sex. e sáb.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
As batidas do Oswaldo permanecem como os ingredientes para aquecer a noite dos que transitam pela movimentada área da Barra da Tijuca. São onze sabores diferentes, e as mais pedidas são as de coco, maracujá, amendoim e pêssego, a R$ 2,00 o copo. A lingüiça calabresa (R$ 4,50) é um acompanhamento bem solicitado.

BAR DO SERAFIM
Rua Alice, 24-A, Laranjeiras, 2225-2843 e 2205-5951 (50 lugares). 8h/23h (seg. a sáb.) e 8h/16h (dom.). Cc.: nenhum. T.: todos.
Autêntico boteco, do tipo em que o cliente recém-chegado se sente completamente à vontade. Na decoração, barris de vinho, prateleiras espelhadas e um antigo braseiro dão um charme a mais. Para completar, o simpático português Juca, atrás do balcão. Para abrir o apetite, experimente as bebidas de maior sucesso da casa: o coquinho, cachaça curtida dentro do coco (R$ 2,00 a dose), e a batida de maracujá (R$ 2,00). Para beliscar, experimente os saborosos pastéis de bacalhau (R$ 1,30) e as empadinhas de bacalhau (R$ 1,20). Entre os pratos mais pedidos estão a lula com arroz de brócolis (R$ 20,00 para dois) e o bacalhau à trasmontana (R$ 47,00 para três).

BAR DO ZIRA
Rua Visconde de Pirajá, 276, 3º andar, Ipanema, 2521-6110 (80 lugares). 20h/3h (sex. e sáb.). Cc.: todos. T.: nenhum.
Boteco situado no 3º andar da Livraria Letras & Expressões de Ipanema. Sempre há um músico apresentando por lá repertório de MPB ou jazz. Calibrados com os uísques da casa (R$ 8,00, a dose de Red Label), os clientes se empolgam e chegam a cantar ao lado do pianista.

BOFETADA
Rua Farme de Amoedo, 87, Ipanema, 2227-1676 (150 pessoas). 8h/último cliente (seg. a dom.). Cc.: todos T.: todos. O bar foi adotado pela comunidade gay carioca. Quem não consegue mesa, fica bebendo chope em pé mesmo. Os pratos à base de carne-seca fazem a alegria dos freqüentadores. O badofe (carne-seca desfiada com cebola, servido com tutu de feijão, R$ 13,90) pode ser devorado por duas pessoas. A carne-seca gratinada com queijo e cebola sai a R$ 14,90. O chope da Brahma (R$ 1,75) divide a preferência com a caipivodka de limão (R$ 4,50). Em dias quentes, a frozen marguerita (R$ 6,00) é boa bebida. Outra dica é a picanha bofetada, grelhada com feijão tropeiro e arroz carreteiro (R$ 28,60), para duas pessoas.

BOTEQUIM INFORMAL
Rua Humberto de Campos, 646, Leblon, 2259-6967, 2274-8980 (100 lugares). 18h/1h (ter. a qui.), 12h/1h (sex.) e 11h/1h (sáb. e dom). Cc.: todos. T.: nenhum.
Inaugurado em novembro, a casa inspirada no Bar Original, de São Paulo, é um autêntico pé-limpo: tem decoração esmerada e assepsia total. Criado por um grupo de peladeiros do Clube Federal que depois do futebol enchiam os potes, o bar tem atendimento cuidadoso. O destaque é o bom e velho chope claro (R$ 1,40, garoto, R$ 1,70, a tulipa e R$ 2,10, a caldeireta), servido de duas torneiras: de uma sai o líquido e, da outra, a espuma, armazenada em um outro barril, com diferentes pressão e temperatura. O resultado é um chope levíssimo e supercremoso. O cardápio oferece sanduíches, tira-gostos e comidinhas. Serve a misturinha do mar (vulgo paella), aos domingos (R$ 40,00, para dois). Para beliscar, acepipes de balcão (R$ 14,00, cinco itens) e o sanduíche informalíssimo (mortadela Ceratti, queijo derretido e tomate), a R$ 5,00.

CARANGUEJO
Rua Barata Ribeiro, 771, Copacabana, 2236-1352 (90 lugares). 8h/1h (ter. a dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
A casa é conhecida pela qualidade dos frutos do mar do cardápio. Os salgados são imperdíveis. Na lista estão pastéis de camarão e siri (R$ 1,50, cada um), camarão empanado com catupiry (R$ 3,50) e empadinha de camarão (R$ 1,30). Para combinar com o chopinho (R$ 1,50), as casquinhas de caranguejo e siri (R$ 5,00) também são disputadas.

CARLITOS
Rua Álvaro Alvim, 36, Centro, 2262-6567 (80 lugares). 7h/4h (seg. a dom.). Cc.: nenhum. T.: todos.
Ponto de encontro do público que vai ao Teatro Rival. No bar situado em frente à casa de shows, bebe-se chope (R$ 1,70) com o umbigo colado no balcão ou sentado à mesa. A especialidade são as batidas (R$ 2,30). Gengibre, maracujá, pêssego e caju são as que mais saem.

ESTEPHÂNIO'S BAR
Rua dos Artistas, 130, Vila Isabel, 2520-4421 (80 lugares). 18h/último cliente (seg. a sáb.), 17h/último cliente (dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
"Deve-se beber com moderação, independente da quantidade." O famoso bordão de Millôr Fernandes é uma das pérolas etílicas estampadas nas paredes desse botequim. O conselho é seguido pelos freqüentadores. Os boêmios mais cautelosos podem molhar o bico com o chope gordinho (R$ 1,00), servido num copo de 160 ml. O ambiente é simples, e o cardápio faz a diferença. Os suculentos caldinhos de feijão, inhame, ervilha, mocotó ou caldo verde (R$ 3,00) são os itens mais disputados. A porção de carne-seca com aipim (R$ 15,00) rende elogios. Fãs de samba, os sócios organizam noitadas dedicadas ao gênero durante a semana. Acabaram criando um bloco carnavalesco, o Segura pra Não Cair, que debutou no ano passado.

GAROTA DE IPANEMA
Rua Vinicius de Morais, 49-A, Ipanema, 2523-3787 (220 lugares). 11h/último cliente (seg. a dom.). Cc.: todos. T.: todos.
O bar é parada para os turistas, que da varanda podem acompanhar o doce balanço a caminho do mar das cariocas. É boa opção também para quem mora na cidade. O chope é bem tirado (R$ 1,60), e uma boa escolha no cardápio é a picanha à brasileira (fatiada e servida no réchaud, acompanhada de arroz à grega, farofa, fritas e molho à campanha). O prato custa R$ 29,80 e alimenta duas pessoas.

GOIABEIRA
Largo das Neves, 13, Santa Teresa, 2232-5751 (42 lugares). 17h30/0h (seg. a qui.), 17h30/2h (sex.), 19h30/1h30 (sáb.) e 18h30/0h (dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
O sossego do Largo das Neves e as mesinhas de mármore dão charme ao lugar. A especialidade da casa são as pizzas feitas na pedra. A mais pedida é a portuguesa (R$ 19,00). O caldinho de feijão (R$ 2,00) e o caldinho verde (R$ 5,00) são ótimas pedidas tanto no inverno quanto no verão. Para beliscar, a dica é a porção de aipim frito (R$ 6,00). As infusões de cachaça com laranja ou gengibre (R$ 1,60 a dose) são ótimas opção de bebida. Para quem prefere a tradicional cerveja, a casa serve Bohemia (R$ 2,50).

JANGADEIROS
Rua Visconde de Pirajá, 72-A, Ipanema, 2521-4394 (100 lugares). 11h/17h (seg., ter. e dom.) e 11h/2h (qua. a sáb.). Cc.: todos. T.: todos.
Na sexta-feira, um atrativo é a música ao vivo. O grupo Torresmo e Moelas, do compositor Aldir Blanc, costuma fazer nesse dia à noite uma informal roda de samba. O clima de botequim fica completo com a cerveja de garrafa (R$ 2,30) e um petisco especial da casa, a costela no bafo (costela bovina cozida no vapor, acompanhada de aipim frito na cerveja), a R$ 22,90.

LEME LIGHT
Rua Gustavo Sampaio, 795, Leme, 2275-5498 (50 lugares). 6h/2h (seg. a dom.). Cc.: M e V. T.: todos.
O antigo pé-sujo Café & Bar Selva sofreu uma faxina geral há quatro anos e se tornou um ponto concorrido do bairro. Suas prateleiras exibem até garrafas de uísque Red Label, servidas a R$ 5,00 a dose. O chope (claro e escuro) é vendido por R$ 1,30. O feijão amigo da casa merece respeito. Servido em caneca, custa R$ 2,00. Os bolinhos de bacalhau também são honestos e custam R$ 1,50 (porção com 100 gramas).

LUCAS
Avenida Atlântica, 3744, Copacabana, 2521-4705 (150 lugares). 12h/1h (seg. a qui. e dom.) e 12h/2h (sex. e sáb.). Cc.: todos. T.: todos.
A especialidade é a comida alemã, mas o cardápio é para lá de variado. O kassler com chucrute e batata cozida (R$ 20,00) divide espaço com a picanha (R$ 23,00) e o peixe à delícia (R$ 23,00), um badejo com purê de batata, banana frita, camarão e petit pois. O chope pode ser claro ou escuro, o preço é o mesmo (R$ 2,00, a caldereta com 400 ml).

MANOEL & JUAQUIM
Rua Almirante Tamandaré, 77, Flamengo, 2556-7488. 17h/último cliente (ter. a dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
O letreiro de neon na fachada é visto a distância. O bar recém-inaugurado é um dos maiores da rede Manoel & Juaquim. A filial do Flamengo é a única da franquia a ter chope preto no cardápio (tulipa a R$ 1,90). O carro-chefe da casa especializada em quitutes portugueses são os bolinhos de bacalhau. A porção com seis unidades sai por R$ 6,98. Os personagens que batizam o estabelecimento também estão retratados na fachada. O bacalhau à Manoel & Juaquim (R$ 39,80) é servido grelhado, com legumes cozidos no vapor e batatas ao forno. A rede se espalhou feito água. São dez franquias na cidade, em Copacabana, Ipanema, Vila Isabel, Anchieta, Engenho de Dentro, Lapa e Barra.

PICOTE
Rua Marquês de Paraná, 128, lj. C, Flamengo, 2552-1799 (40 lugares). 6h30/1h (seg. a sáb.) e 8h/18h (dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
Chova ou faça sol, o minúsculo boteco está sempre cheio, com os clientes espalhados pela calçada da Marquês de Abrantes. O improviso e a descontração não interferem na qualidade da cozinha com tempero espanhol. Inaugurado há mais de cinqüenta anos, o Picote foi comprado pelos sócios Marcelino e Francisco Perez, em 1962. De lá para cá, a dupla conseguiu criar uma cozinha de respeito, na qual se destacam os bolinhos de bacalhau (R$ 1,20 a unidade). A pescadinha ao alho e oléo frita na hora (R$ 2,80) também goza de boa reputação. O peixe é comprado no Mercado de São Pedro, em Niterói. De lambuja, chega à mesa com torradas e limão. Os aperitivos caem bem com um chope bem tirado, servido na tulipa (R$ 1,50) e garoto (R$ 1,20).

O PLEBEU
Rua Capitão Salomão, 50, Botafogo. 2286-0699. (150 lugares). 12h/1h (seg. a qui.), 12h/2h30 (sex. e sáb.) e 12h/17h (dom.). Cc.: todos T.: todos.
O casarão antigo de dois andares alia cerveja gelada a pratos muito baratos. A carne-de-sol com aipim e farofa (R$ 9,00) e a porção de pastel de camarão ou queijo (R$ 7,00) são os beliscos mais populares. O gurjão de frango à milanesa, cortado em tiras e servido com molho tártaro (R$ 9,50), rima com garrafas de cerveja Bohemia (R$ 2,20). O prato mais pedido é a picanha com fritas, farofa e arroz (R$ 17,00, para três pessoas). Sexta e sábado são dias de feijoada (R$ 15,00). No domingo, cozido (R$ 15,00).

SALETE
Rua Afonso Pena, 189, Tijuca, 2264-5163 (70 lugares). 10h/22h (seg. a dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
Botequim tradicional, com chão de pastilhas e tudo, espalhou a fama pela cidade graças às deliciosas empadas (R$ 1,20 cada uma) de palmito ou camarão, entre outros recheios. Os elogios se estendem também a pratos como o risoto de camarão (R$ 26,00) e o filé à Salete (R$ 15,00), com batata prussiana, presunto, ervilha e palmito. O chope (R$ 1,40) é tirado no capricho.

SIMPLESMENTE
Rua Paschoal Carlos Magno, 115, Santa Teresa, 2508-6007 (88 lugares). 19h/3h (seg. a sáb.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.
Concorrido boteco de Santa Teresa. Além da cerveja gelada (R$ 2,30) em garrafa, os clientes podem optar pelas porções de filé com aipim (R$ 17,50) ou pela carne-seca com aipim (R$ 18,00). O caldo de feijão (R$ 3,50) também está no topo da preferência. Costuma lotar depois das 21h.

SIRI
Rua dos Artistas, 2, Vila Isabel, 2208-6165 (200 lugares). 11h30/1h (qui. a dom.) e 11h30/2h (sex. e sáb.). Cc.: nenhum. T.: todos.
Sua boa fama advém da cozinha honesta, com pratos saborosos e bem servidos. O cliente pode escolher um lugar no salão ou nas mesinhas na calçada. O clima é informal. No cardápio, o destaque é a casquinha de siri (R$ 3,50). Outras dicas são os pasteizinhos de camarão (R$ 1,30) ou de queijo (R$ 1,10) e o camarão miúdo ao alho e óleo (R$ 16,50 a porção). Para beber, chope da Brahma (R$ 1,50) claro ou escuro. As caipirinhas de vodca (R$ 4,00) ou cachaça (R$ 2,50) são caprichadas.

SÓ KANA
Rua Conde de Bonfim, 875, Tijuca, 2238-3646 (32 lugares). 15h/0h (seg. a qui.), 15h/2h (sex.), 10h/2h (sáb.) e 10h/0h (dom.). Cc.: nenhum. T.: todos.
Oferece um arsenal de 36 batidas, a R$ 2,00 (copo) e R$ 9,00 (garrafa de 1 litro). Há sabores exóticos, como a motor de arranque, feita com licor de cacau, leite condensado, ovo de codorna, vodca e conhaque, ou a apaga dois (coco, abacaxi, leite condensado e vodca). A orgasmo mistura coco, maracujá, leite condensado, groselha e vodca. O bolinho de bacalhau sai por R$ 1,00 e o de carne, por R$ 0,80.

TIO SAM
Rua Dias Ferreira, 605, Leblon, 2512-2413 (80 lugares). 8h/último cliente (seg. a dom.). Cc.: A, D, M e S. T.: todos.
Há mais de 30 anos na Dias Ferreira, a casa tradicional é no bairro, dividida em dois ambientes. O cliente pode optar entre o salão, com jogo de dardos, e uma mesa na calçada. O bar está sempre movimentado. Seu caldinho de feijão (R$ 2,00) e o de siri (R$ 2,00) são sucesso há décadas. Para acompanhar o chope, a sugestão é experimentar porções de carne-seca desfiada com farofa (R$ 13,00), patinha de caranguejo (R$ 8,00) ou isca de peixe (9,00). As caipirinhas de limão e de lima (R$ 5,00 cada uma) também caíram no agrado da clientela.

 

 

BRACARENSE

As mesas e cadeiras de plástico, poucas, espalhadas pela calçada, não dão a menor pista. Lá de dentro do balcão do Bracarense saem o chope bem tirado e os tira-gostos únicos, que levaram o júri de Veja Rio a elegê-lo o melhor boteco da cidade. Mais um motivo de orgulho – o Bracarense já foi eleito o campeão no quesito pelo Guia Rio Botequim e figurou nas páginas do New York Times como o melhor do Brasil. Os petiscos têm grife: preparados pela mineira Alaíde Carneiro de Lima, bolinhos de aipim com camarão e catupiry (R$ 1,50), bobozinhos de camarão (R$ 2,00) e empadinhas de camarão (R$ 3,00) dissolvem na boca. Para acompanhar (empurrar, nunca!), chope da Brahma a R$ 1,30 (garoto), R$ 1,70 (tulipa) ou R$ 2,10 (caldeireta). Um aviso: o lugar enche nos dias mais óbvios.

 
André Nazareth/Strana

Rua José Linhares, 85, Leblon, 2294-3549 (50 lugares). 7h/0h (seg. a sáb.) e 9h/20h (dom.). Cc.: nenhum. T.: nenhum.

 

BAR LUIZ

Nesta categoria parece não haver espaço para novatos. Numa eleição apertada, em que foram lembrados os vetustos Bar Lagoa e Bar Brasil, o Bar Luiz foi escolhido pelo júri o melhor chope da cidade. A casa, alemã de nascimento, refresca almas desde 1887 com a ajuda de uma serpentina de 720 metros. Claro ou escuro, o chope é vendido a R$ 2,40 a caldeireta (400 mililitros). Ao Bar Luiz, bom de copo, cheio de histórias, não falta nem aquela figura conhecida atrás do balcão. Nesse caso é Jurandir, o gerente, que há 27 anos atende a freguesia e indica os destaques do cardápio. As origens alemãs da casa são lembradas nos tira-gostos. Pratos como a salsicha branca (R$ 8,50) e o salsichão (R$ 8,50), especialidades da casa. A porção de bolinho de bacalhau (R$ 15,00), com dez unidades, também é boa pedida.

 
André Valentim/Strana

Rua da Carioca, 39, Centro, 2262-6900 (148 lugares). 11h/23h30 (seg. a sáb.). Cc.: todos. T.: Brj, Ch, T e V.

 
Badalação Orla
Botecos Saideira
Cervejarias Temáticos
Happy Hour Wine Bar
Música ao vivo

 

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