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Palácio
das Artes
Afonso Pena, 1.537, Centro
3237-7399. 9h/ 23h (seg. a dom.).
Inaugurado em 1970, é um dos maiores centros culturais
da América Latina. O prédio, moderno e imponente,
ocupa uma área de 18 000 metros quadrados, de frente para
a Avenida Afonso Pena, a principal da cidade. O conjunto arquitetônico,
cujo projeto inicial foi de Oscar Niemeyer, abriga os seguintes
espaços culturais: Centro de Artesanato Mineiro - Loja onde
pode ser encontrado o melhor do artesanato produzido em várias
regiões de Minas Gerais, como esculturas de barro e madeira,
tapetes e enfeites. Cine Humberto Mauro - Voltado para o cinema
de arte. Sua programação é recheada por filmes
raros e de boa qualidade, com destaque para os filmes nacionais
e de curta-metragem. A sala tem capacidade para 158 expectadores
e apresenta três sessões diárias. Periodicamente,
promove festivais, lançamentos e, como atividades paralelas,
debates, palestras e seminários, em consonância com
a programação. Grande Galeria - Inaugurada em janeiro
de 1970, é a principal galeria de arte do Estado, onde ocorrem
exposições nacionais e internacionais. Com área
de 304 metros quadrados, é dotada de climatização,
circuito interno de televisão, sistema de alarme contra roubo
e um excelente equipamento de iluminação. O Palácio
das Artes tem ainda duas galerias menores, a Sala Arlinda Corrêa
Lima (185 metros quadrados) e a Sala Genesco Murta (185 metros quadrados),
além de uma Sala Multimeios (200 metros quadrados), destinada
a eventos culturais variados. Horários de visitação:
terça-feira a sábado, de 13 às 21 horas, e
domingos, de 16 às 21 horas. Grande Teatro - É o mais
nobre e bem aparelhado espaço para apresentações
culturais de Minas Gerais. Próprio para ópera e grandes
espetáculos, já foi palco de produções
nacionais e internacionais. Tem platéia modulável,
que comporta de 847 a 1707 pessoas. Depois do incêndio ocorrido
em 7 de abril de 1997, foi reinaugurado no dia 27 de julho de 1998
com nova acústica, palco giratório e novo sistema
de combate a incêndio projetado com tecnologia de última
geração. Sala Juvenal Dias - Criada em 1993, é
uma sala destinada especialmente à execução
de música de câmara. A acústica é excelente
e o ambiente é aconchegante, com 176 poltronas acolchoadas.
Apresenta em média três concertos por semana. Toda
quarta-feira, às 20 horas, ocorre no local o projeto "Conte
outra vez", com entrada gratuita. Teatro João Ceschiatti
- Inaugurado na década de 80, é um teatro de arena,
alternativo, com 148 cadeiras acolchoadas. Tem boa acústica
e ótima visibilidade de palco. É um espaço
aberto à produção cultural de Minas, cujas
montagens contam com o apoio financeiro da Fundação
Clóvis Salgado (FCS), responsável pela administração
do Palácio das Artes. A FCS mantém ainda uma orquestra
sinfônica, um coral lírico e uma companhia de dança.
Centro
de Cultura Nansen Araújo
Rua Álvares Maciel, 59, Santa Efigênia.
3241-7181. 8h/18h (seg. a sex.).
Inaugurado em 1990, pertence ao Serviço Social da Indústria
de Minas Gerais (Sesiminas) e ocupa uma área de 11.000 metros
quadrados. É composto por um moderno teatro com capacidade
para 684 pessoas, galeria de arte, biblioteca, sala multimeios e
um auditório com 120 lugares, freqüentemente utilizado
para palestras e recepções. O espaço tem ainda
uma central de cursos, o centro de memória da indústria
em Minas e uma central de atendimento às empresas. Sua programação
é prioritariamente voltada para os trabalhadores da indústria
de Minas Gerais. Além de shows musicais e espetáculos
de teatro, oferece sempre apresentações do Coral,
da Orquestra de Câmara e da Companhia de Dança do Sesiminas.
Centro
de Referência Audiovisual (CRAV)
Rua Prof. Estevão Pinto, 601, Serra.
3277-5132. 8h/18h (seg. a sex.).
Embrião do futuro Museu da Imagem e do Som de Belo Horizonte,
o CRAV funciona em um casarão construído em 1914.
A construção - que já abrigou a Escola de Enfermagem
Carlos Chagas e um colégio particular - foi tombada pelo
patrimônio histórico em 1992. Em 1995, passou a funcionar
como um centro de preservação da memória audiovisual
da capital mineira. Seu acervo conta atualmente com cerca 5 000
peças, entre filmes, vídeos, fotos, cartazes e depoimentos
alusivos a Belo Horizonte. Lá é possível encontrar
filmes inéditos em película do início do século.
O centro cultural dispõe também de uma galeria de
arte, que sempre oferece boas exposições de artistas
locais e promove mostras de vídeo. Qualquer pessoa pode fazer
consultas ao acervo, mas é necessário que o agendamento
seja feito com antecedência.
Centro
de Cultura Belo Horizonte
Rua da Bahia, 1149, Centro.
3277-4014. 9h/21h (seg. a sex.); 9h/18h (sáb. e feriados)
e 14h/18h (dom.).
É o único prédio de Belo Horizonte com
arquitetura neogótica, de inspiração portuguesa.
Foi inaugurado em 1914 para abrigar o Conselho Deliberativo da Capital
e já funcionou também como sede da Biblioteca Pública
Municipal, do Museu de Mineralogia e da Rádio Mineira. Em
1997, o prédio, que é tombado pelo patrimônio
histórico, passou a funcionar como centro de cultura, com
sala de leitura de jornais e revistas e internet popular. Tem sempre
exposições e debates interessantes na programação.
Centro
Cultural Inter-Regional Lagoa do Nado
Rua
Ministro Hermegildo de Barros, 904, Itapoã.
3277-7320. 8h/18h (seg. a sex.) e 9h/17h (sáb., dom. e feriados)
Criado em 1992, está localizado dentro do Parque Fazenda
Lagoa do Nado, na região Norte de Belo Horizonte. Costuma
oferecer apresentações de artistas populares, com
entrada franca. Promove também oficinas de teatro, música,
artes plásticas, tai-chi-chuan, dança, yoga, entre
outras. Sua biblioteca dispõe de aproximadamente 6 000 livros.
Itaú
Cultural
Rua Goitacazes, 29, Centro.
3222-8160. 10h/19h (seg. a sex.).
Começou a funcionar em 1990, com o nome de Itaú
Galeria. Prioriza a divulgação da cultura brasileira,
através de filmes, literatura, exposições e
vídeos. Tem galeria e auditório - equipado com uma
ilha de som e vídeo e um telão - com capacidade para
120 pessoas. Realiza eventos, como palestras, lançamentos
de CD Rom e vídeo e publicações de cadernos
de pintura e poesia brasileiras. Além disso, oferece uma
videoteca para consultas sobre produção de curtas
e longas metragens nacionais e biblioteca para consultas sobre arte
brasileira. Oferece também um banco de dados sobre a história
da aviação, literatura brasileira, esculturas do século
XX, história da pintura no Brasil e outros.
MUSEUS
Museu
Mineiro
Av. João Pinheiro, 342, Centro.
269-1168. 10h/17h (ter. a sex.) e 10h/16h.(sáb., dom. e feriados)
Inaugurado em 1982, o Museu Mineiro está localizado
em um prédio do século XIX, tombado pelo patrimônio
histórico estadual, onde funcionaram o "Senadinho"
mineiro, a Pagadoria Geral e Inspetoria de Finanças do Estado.
Reúne um acervo de 2.000 peças, com destaque para
a Coleção de Arte Sacra Colonial (imagens, mobiliários,
oratórios e outras peças ligadas à liturgia
da Igreja Católica). Outra raridade são as telas atribuídas
ao mestre Manoel da Costa Ataíde, um dos mais importantes
artistas do barroco mineiro. O museu abriga ainda a Coleção
Pinacoteca do Estado (gravuras, pinturas e esculturas de artistas
brasileiros contemporâneos) e a Coleção Arquivo
Público Mineiro. Recentemente, foram integradas ao seu patrimônio
a coleção Hildegardo Meirelles e as obras completas
de Jeanne Milde e Irma Renault. Eventualmente, o museu realiza exposições
temáticas.
Museu
de Arte da Pampulha (MAP)
Av. Otacílio Negrão de Lima, 16585.
Pampulha.
3277-7946. 9h/19h (ter. a dom. e feriados). As visitas monitoradas
devem ser marcadas com antecedência.
Antigo cassino de Belo Horizonte, o prédio que abriga
o MAP foi o primeiro projeto de Oscar Niemeyer para o complexo arquitetônico
da Pampulha, na década de 40. Conhecido como "Palácio
de Cristal", foi inaugurado em 1957 e está cercado por
14 000 metros quadrados de jardins com plantas nacionais, projetados
pelo paisagista Burle Marx. Seu acervo é composto por cerca
de 1.000 obras (esculturas, gravuras, pinturas, instalações
e tapeçaria) de artistas nacionais e internacionais, como
Portinari, Guignard, Di Cavalcanti, Franz Weismann, Amilcar de Castro,
Oswaldo Goeldi, Manabu Mabe e Tomie Ohthake. Todo o acervo fica
protegido em um ambiente climatizado, que permite controlar a temperatura
e a umidade do local. O museu está equipado também
com um centro de referência e documentação,
um café e uma lojinha de suvenires. O MAP promove sempre
boas mostras. Em 1998, foi aberto para exposições
internacionais e recebeu obras de artistas como Camille Claudel,
Salvador Dali e Pablo Picasso.
Museu
de História Natural e Jardim Botânico
Rua Gustavo da Silveira, 1035, Santa Inês.
3482-9723. 8h/11h30 e 13h/16h30 (seg. a qui.) e 9h/16h (sáb.
e dom.). Entrada: R$ 2,00. Estac.: 30 vagas.
Pertencente à Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Ocupa uma área de 600 000 metros quadrados, onde pode ser
encontrada uma grande variedade de espécies vegetais e animais,
como macacos-prego, cotias e tartarugas. Tem também uma área
destinada ao cultivo de plantas medicinais e aromáticas.
Além da área verde, o museu tem prédios históricos,
como o "Palacinho", construído na década
de 30 e que servia de residência dos governadores de Minas
nos períodos de férias e finais-de-semana. Abriga
exposições de paleontologia, arqueologia brasileira
e artefatos indígenas da tribo Maxacali. Tem também
sala de educação ambiental e laboratório interativo
de ciências. Um dos destaques do seu acervo é o Presépio
Pipiripau, construído em 1906 pelo artesão mineiro
Raimundo Machado Azevedo. O presépio, que foi tombado pelo
Patrimônio Histórico em 1984, narra a vida de Jesus
Cristo em 45 cenas, com 580 figuras que se movem através
de um conjunto de engrenagens e cordas. A engenhosa cenografia do
presépio pode ser vista nos finais de semana e no período
natalino. Entre as novidades do museu estão a mostra de minerais
e rochas de Minas Gerais, com a simulação de uma caverna
calcária.
Museu
Histórico Abílio Barreto
Avenida Prudente de Morais, 202, Cidade Jardim
3277-8572. 10h/17h (ter. a qua. e sex. a dom.) e 10h/20h (qui.).
Está instalado em um casarão colonial de 1883,
único remanescente da época em que Belo Horizonte
ainda denominava-se arraial do Curral Del-Rey. Inaugurado em 18
de fevereiro de 1943, guarda um acervo que é a própria
memória da centenária capital mineira: fotografias,
mapas, maquetes, esculturas, mobiliário, arte sacra, pinacoteca
e artigos de decoração. Entre as peças, destaque
para a "Mariquinha", locomotiva que há um século
puxou o trem que carregou os materiais de construção
da capital, e para o bonde da década de 60, um dos últimos
que circulou na cidade. O museu ocupa uma área de 3 000 metros
quadrados e, recentemente, ganhou mais um prédio com dois
pavimentos e mezanino. O novo espaço tem uma sala de exposição,
biblioteca, auditório, ateliê de conservaçãoe
anfiteatro ao ar livre.
Museu
do Telefone
Av. Afonso Pena, 4001, Mangabeiras.
3229-2873. 8h/12h e 13h30/17h30 (seg. a sex.) 
Inaugurado em 1978, tem um acervo de 300 peças e documentos
referentes à história da telefonia em Minas Gerais.
Até 1990, funcionou no centro da cidade, quando foi transferido
para um prédio no Mangabeiras. Lá é possível
acompanhar a evolução do design dos aparelhos telefônicos,
de 1885 até nossos dias. Destaque para os primeiros telefones
instalados em Ouro Preto, em 1885, período em que a cidade
histórica era a capital de Minas Gerais. Vale a pena conhecer
também as primeiras mesas telefônicas de Minas Gerais,
datadas de 1892, e o telefone modelo Juscelino Kubitschek, lançado
no dia da inauguração de Brasília. No acervo
do museu há também todas as listas telefônicas
desde 1919 e uma coleção de cartões telefônicos.
Recebe uma média de 400 pessoas por mês
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