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a – na Vieira Souto, no Rio (no Country Clube, é claro);



b – na Praia do Forte, na Bahia (no resort, é claro);



c – nos Jardins, em São Paulo (no Hotel Fasano, é claro);



d – Nos Lençóis maranhenses (sem o Sarney, é claro);



e – Lá na divisa do Acre com o Peru (Tupã nos livre, é claro)
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Se em meu ofício, ou arte severa,/ Vou labutando, na quietude/ Da noite, enquanto, à luz cantante/ De encapelada lua jazem/ Tantos amantes que entre os braços/ As próprias dores vão estreitando —/ Não é por pão, nem por ambição,/ Nem para em palcos de marfim/ Pavonear-me, trocando encantos,/ Mas pelo simples salário pago/ Pelo secreto coração deles. (Dylan Thomas – Tradução de Mário Faustino)

Terça-feira, Abril 22, 2008

As nossas escolas 1 - A mentira como um método


No dia 11 de abril, publiquei aqui posts sobre aulas de um professor de história do Anglo de Tatuí, o já muito famoso “Carlão”. Cheguei a transcrever o que vai num vídeo de 9 minutos e 3 segundos que está no Youtube. Ele é, diga-se, uma verdadeira estrela do site. A maioria dos alunos parece adorar as suas performances. Num dos filmes, vêem-se vários celulares ligados, registrando a sua “dança”, com as telas iluminadas. Impossível ele não saber que está sendo filmado. Um verdadeiro astro. Se você ainda não viu a sua, digamos, palestra sobre os EUA, clique na imagem acima ou aqui. Este vídeo, a exemplo de outros, já estavam no Youtube desde o ano passado. Foi retirado e posto novamente no último dia 20.

Andei escrevendo, há alguns meses, sobre a distorção do material didático nas escolas, o que me rendeu críticas vindas do subjornalismo que mascateia opiniões. Ali Kamel produziu excelentes artigos a respeito no Globo. Entendam: é claro que o tal professor Carlão de Tatuí” — ou “Zezão de São Paulo” ou “Noam Chomsky do MIT” —, em si, tem importância reduzida. O tema que interessa é a manipulação deliberada da realidade em favor de uma ideologia. O que importa discutir é a desinformação como uma militância política.

Aconteceu o que eu imaginava. Para responder às muitas críticas dos comentaristas às aulas do professor, formou-se uma verdadeira corrente de alunos seus, todos muito indignados. Vetei os que traziam ofensas e tal. E guardei alguns. Trato disso no post abaixo deste. Antes, faço questão de republicar o que diz o tal Carlão no vídeo acima (em vermelho). Volto depois.

... porque a principal forma de riqueza estadunidense está em cima de uma indústria; a indústria alimentícia, a indústria de automóveis, a indústria de refrigerantes, a indústria de roupas está toda atrelada à indústria bélica. Isso todo mundo sabe. [mostra um cogumelo atômico na projeção do telão].

Aqui nós temos 1945, ou “até daqui a pouco” e aqui nós temos duas bombas jogadas, uma em Hiroshima e uma em Nagasaki. Porque eles matam! Essa é a idéia da riqueza estadunidense. E eles matam, eles continuam matando. Porque é a principal indústria, porra! “Num” tem muito que se pensar. O que gera a riqueza estadunidense é a indústria bélica. [“passa”, diz para quem cuida do projetor].

Mas não só no Oriente, porque a idéia de indústria bélica começou no século XIX, dentro da América Latina. Depois eles partiram pra África; depois eles partiram pra a Ásia, e agora estão no Oriente Médio, não é? Quer dizer, e tudo isso daqui que nós ‘tamos colocando é justamente o fruto dessa cobiça dos Estados Unidos. E você não pode esquecer que tudo isso é mercado consumidor que acaba sendo gerado pras principais indústrias que apóiam essa mesma indústria bélica, porra! [“passa”, diz para quem cuida do projetor].

E o pior é que... Dá uma olhada nisso! [mostra a tela com imagem de feridos em guerra] O pior é que eles mentem, porra! Eles conseguem controlar a mídia de uma tal forma, que nós acreditamos que tudo que o Jornal Nacional fala é verdade, que o Jornal da Record fala é verdade, que não existe um nazismo presente filtrando a porra das informações.

Você não consegue enxergar neles nada de errado, porque eles conseguem criar uma verdade pela mídia. Então mentem, sim. E mentem mais. E são várias pessoas que mentem. Você não vai encontrar nada, nunca isso aqui na mídia. [mostra imagem de um telejornal]. Você vai encontrar aqui, uma coisa soft, uma coisa light, a felicidade, não é? [mostra imagem de um homem muçulmano segurando o filho morto] Não um pai segurando o filho. [-passa!].

E o pior é que não se dão por satisfeitos. Eles precisam humilhar, não só mentir. Não é? [mostra telão] E aqui, olha, puta que o pariu!, gosto tanto dessa cena, em Cabul, eu acho tão bonita! Aqui nós temos um monte de iraquianos, um estadunidense aqui, “uma” estadunidense, deve tá com uns quinze mão na chana dela, ela tá sorrindo de alegria, não é?, que coisa absurda!, não é, e finalmente, claro, nós temos o grande ícone dessa neocruzada, hoje testada pelos Estados Unidos, que é uma neocruzada, não é? Afinal de contas, antes de ser uma busca pelo petróleo, que seria a contramão de qualquer tendência, hoje, mundial, é uma guerra contra o islamismo.

E ofende a nossa inteligência... tribunal no Iraque? Se a ONU não permitiu a invasão no Iraque e eles invadiram, como é que a gente vai ter um tribunal hoje no Iraque, pra julgar os condenados do quê? Afinal de contas, que crime que eles cometeram? Se você conseguir me responder o crime que eles cometeram, palavra de honra, aí dá até pra descartar isso aqui, mas não tem jeito, olha isso aqui [telão] um caminhão-bomba atingiu o quartel general da polícia italiana.[incompreensível]

Mas eles exterminam o futuro também! Não pensem vocês que eles só brincam com o presente: eles trabalham o passado, fodem com o presente pra aniquilar lá no futuro. [telão] Isso aqui é uma criança, isso aqui é uma criança, eu me surpreendo, às vezes, quando eu começo a pensar, como é que a gente pode continuar acreditando que um mundo melhor possa ser construído com a presença deles? Incomoda. Eu acho que é o mesmo que, talvez, os gregos pensassem dos romanos. Essa criança ainda tá feliz, aquela também. [Passa].

Mas não só. É no mundo inteiro. Eles são cosmopolitas. É por isso que, eu não sei se vocês perceberam, todos os Estados Unidos são obesos. É claro que salvo nos filmes que nós assistimos. Essas pessoas não fazem parte de um Spa, patrocinados pelos Estados Unidos. No mundo inteiro. E não tem jeito! Se nós não entendermos de alguma forma, veja, a única forma de se impedir um país capitalista imperialista é evitar consumir produtos desse país, eu não consigo enxergar outra forma. Eu sei que eles fazem isso, porque eles vão impedir na base, porque a indústria do lucro é a indústria da guerra.

Eles vão financiar sempre, sempre. [mostra imagens do Bush, de armas e de pessoas e crianças armadas]. Esse revólver eu achei de uma coisa tão bonita! Porque aonde eles entram, entra o mercado também. Onde eles dominam, é um mercado que [inaudível]... E as indústrias estadunidenses patrocinam a guerra porque precisam de mercado consumidor. Não precisa falar muito, quanto maior a miséria, maior a riqueza. Como é que será que uma pessoa pode ter a consciência de viver bem sabendo que existe isso? Eu não consigo, eu não consigo imaginar. Eles conseguem! volto a colocar também: não são todos, hein, só 50% mais um. São seres humanos! Eu não coloquei o Brasil aqui pra não chocar.

Não vai acabar! É essa minha preocupação: não vai acabar. Eu particularmente acho que não, eu não vou tá vivo pra ver, não. A gente precisa dar uma basta, mas devagar, resistir, tentar se conter a tomar uma coca-cola. Eu sei que é difícil. É preciso pagar e deixar o Hollywood, o cigarro. Devagarzinho. Isso vai acabar. Isso vai acabar assim: [imagens do planeta e de um cogumelo atômico]. Aqui é o nosso planeta, ou vai acabar dessa forma, ou as duas coisas juntas. Eu acho que é o mais provável, ou não! Ou talvez a gente consiga, de uma forma ou de outra, resistir a isso. Eu não sei como, palavra! Eu não tenho uma fórmula pra isso. Eu acho que nós poderíamos encontrar alguma alternativa. Por isso que eu tô fazendo uma homenagem a esse povo com as torres gêmeas. Eu tô muito sensível a isso, tem pessoas inocentes que morreram nas torres gêmeas. Por isso que, sem macaquice, eu vou até lá chamar o Luis pra falar sobre isso. [sai da sala]

Mentiras e mistificações
- é mentira que toda a indústria americana esteja atrelada à indústria bélica;
- é mentira que os EUA promovam "a guerra" em busca de mercado consumidor. Onde? Em Bagdá? Em Cabul?;
- é mentirosa a relação “quanto maior riqueza (nos EUA), maior pobreza no mundo”. Os EUA enfrentam hoje uma recessão, e a China, por exemplo, nunca foi tão rica. Ou mesmo o Brasil;
- é mentirosa a tese de que o boicote a produtos americanos prejudicaria o “império”, até porque a globalização atomizou a produção em busca de mão-de-obra mais barata. A China, o Brasil e até o pobre Vietnã produzem boa parte de produtos que têm etiquetas de empresas americanas e européias. Um boicote é coisa de uma mente delirante. Mas, ainda que desse certo, iria desempregar pessoas em países pobres;
- é mentira que a ONU permita (ou não) invasões; o Conselho de Segurança pode vetar resoluções; no caso do Iraque, não houve veto. Só não houve aquiescência com a invasão. A diferença faz... toda a diferença. Os EUA não desrespeitaram resolução nenhuma.

O problema da aula deste senhor não é seu esquerdismo barato, mas seu esquerdismo ignorante — e caro, sim, para os pais dos alunos. Um professor que diz que uma militar americana está sorrindo porque há “uns 15 com a mão na chana dela” se autodefine: tenta responder à brutalidade que supostamente acusa com outra. Sei bem que as aulas de cursinho, em muitos casos, optam pelo espetáculo e pela linguagem de futebol de várzea. Algumas empresas pedem que os alunos dêem notas a seus professores, e estes se tornam, então, reféns do Ibope. Carlão deve receber sucessivos “dez com louvor”. Já fui professor. Sei como funciona a máquina. Esse mecanismo de aferição de popularidade é detestável e torna o docente, muitas vezes, um animador de auditório.

Mas há duas coisas aí:
a – ninguém obriga o professor a ter esse emprego;
b – pode-se, suponho, dar uma aula de historia ou de qualquer outra disciplina sem mentir. Carlão me diga quais são as suas referências bibliográficas — não valem jornaizinhos do PC do B, do PSTU ou de militantes políticos —, e vamos, então, conversar. Eu duvido que essa sua “palestra” esteja nas apostilas do Anglo, por mais equivocadas que fossem do ponto de vista ideológico. Como duvido que o Anglo — ou a escola de Tatuí que tem convênio com o curso pré-vestibular — aprove a sua pantomima "em homenagem" ao 11 de Setembro. Carlão se vestiu de terrorista árabe (ver abaixo), com aviãozinho na mão, e dançou ao som de Ivete Sangalo: “Vai rolar a festa”. Uma performance tão idiota quanto macabra. Morreram mais de três mil pessoas naqueles atentados.

Um professor de história pode e deve debater o 11 de Setembro com os seus alunos e a posterior reação do país agredido. Exijo que ele defenda, como defendo (deixo bem claro), a ação americana? Não! Mas há formas de censurá-la sem apelar para a mentira, para a baixaria, para um vocabulário chulo. Digo e assino embaixo, senhores alunos do Carlão — e sou eu a fazê-lo, não a VEJA (assim como a aula é do Carlão, não do Anglo): na transcrição acima, o que há de suposta informação é nada menos do que mentira e mistificação. O resto é proselitismo ideológico. Ele tem o direito de fazê-lo? Na minha opinião, não em sala de aula. E a razão é simples: está estabelecida ali uma relação de autoridade, por mais “bacana” e camarada que ele seja. E ele não pode expor os alunos às suas idiossincrasias políticas. Pouco importa se é professor de história ou de biologia.

Ademais, o que dizer de um professor que afirma que os EUA vão à guerra para ganhar mercado consumidor e, minutos depois, que se trata de uma “nova Cruzada” contra o islamismo? Será que Carlão é assim tão inocente? Sabem quem se refere ao Ocidente como a união dos “novos cruzados com os sionistas”? Osama Bin Laden. Sim, a “teoria” de Carlão tem autoria: a Al Qaeda. E isso eu posso provar se ele quiser. E ele não poderá provar que toda a indústria americana é subordinada à indústria bélica.

Seus alunos me acusam, numa verdadeira corrente — e é bom que saibam que não tenho receio de correntes —, de magnificar um simples vídeo de Internet, sem conhecer o “verdadeiro Carlão”. Bem, pretendo me poupar desse desgosto, mas reparem: ele falou aquelas coisas; ele dançou aquela música, ele vestiu aquela roupa. Seja qual for o verdadeiro Carlão, aqueles “carlões” que se vêem também são ele.

O professor, como vocês viram, deu a senha aos estudantes: “Tudo culpa da mídia; não acreditem na mídia”. Deixe-me ver: a esta altura, lutam contra a mídia Dilma Rousseff, Tarso Genro, Alexandre Nardoni, Anna Carolina Jatobá e Carlão. Outro que não gostava da mídia era Renan Calheiros. Delúbio Soares tem horror dela. Marcos Valério a deplora com todas as forças. Zé Dirceu a considera hedionda. Ah, sim: Lula também não gosta. Tanto é assim, que resolveu criar uma só pra ele: a tal TV Pública — o problema é que ninguém vê.

“Por que Carlão? É só ele?” É claro que não. Falo dele porque estou lidando com uma informação pública, que está na Internet. Se mera ocorrência isolada, eu nem tocaria no assunto. Mas sei que o homem é uma legião. Eles se espalham por aí, escolas afora, especialmente nas particulares, oferecendo sua “consciência” aos estudantes, que depois levam alguns anos para se livrar das deformações.

Ademais, deploro essas aulas-espetáculo, de que ele está longe de ser o único representante. Nos comentários que me chegaram, dizem os estudantes qualquer coisa como: “Ele torna legal o que poderia ser muito chato”. Nada contra isso em particular, embora o “legal” devesse ser substituído por “compreensível”. A didática era assunto que já preocupava os gregos. O que lastimo é que parte desse desempenho teatralizado esteja a serviço, nos vídeos que vi, da mentira mais grotesca.

Não há nada mais simples — e intelectualmente mais covarde — do que atribuir aos Estados Unidos, ao capitalismo e ao mercado as mazelas do mundo. Até o petismo mais rombudo e estúpido já desistiu dessa tara ideológica. Será que Carlão ensina aos alunos dele o que aconteceu quando tentaram criar uma altenativa? Será que ele relatou a seus alunos os 35 milhões de mortos de Stálin, os 70 milhões de mortos de Mao, os 3 milhões de mortos de Pol Pot, os mortos da ditadura cubana, que eliminou, na relação por 100 mil habitantes, 2.600 vezes mais do que a ditadura militar brasileira?

Peçam para ele lhes dar essa aula. E ponham o resultado no Youtube. Comentarei com prazer. E noto: não fui eu a filmar a aula nem a torná-la pública num site que está no mundo inteiro. Lamento. Lamento muito o que estão fazendo nas escolas com nossas crianças e com nossos jovens. O Brasil amarga os últimos lugares nos exames internacionais — o desempenho das escolas particulares é igualmente sofrível. Como se vê, não é por acaso.

Ah, sim. Carlão não diz “americanos”, mas “estadunidenses” porque, “explicou-me” um de seus fãs, “americano é quem nasce nas Américas, seu ignorante”. Vai ver eu não sabia... É claro que o valente considera isso mais um ato de resistência. Deveria evitar também o termo “índio”, já que deriva de um engano de Cristóvão Colombo, não é mesmo, Carlão? Conta aí pra eles... Santo Deus!

Uma última observação. De tudo o que ele fala, mentiras à parte, há uma compreensão da história que é de arrepiar. Referindo-se aos americanos, pergunta: “Como é que a gente pode continuar acreditando que um mundo melhor possa ser construído com a presença deles?” Logo, deve-se entender que um mundo melhor só se constrói SEM a presença deles — uma tese, sem dúvida, esposada hoje pelo terrorismo islâmico.

E filosofa em seguida: “Eu acho que é o mesmo que, talvez, os gregos pensassem dos romanos.” Ora, o Império Romano não se construiu roubando de ninguém o direito natural de ser também império. Venceu guerras. Não fosse ele, seria outro. Quem universalizou a civilização helênica foram os senhores romanos, não os escravos gregos. Não reconhecer isso é deixar de fazer história para fazer apenas julgamento moral do passado. Se ele, que odeia tanto o Império Americano — e, como se vê, quer destruí-lo — faz um paralelismo com os romanos, então devemos concluir, na sua linha de, por assim dizer, raciocínio, que o Império Romano também foi um mal para a humanidade. Nessas alturas da estupidez, nem o marxismo chegou.

É assim que se está ensinando história no Brasil. E isso, creiam, explica muita coisa.

SOBRE COMENTÁRIOS:
- Peço aos leitores habituais do blog que evitem adjetivações. A questão é debater o mal, não sintoma.
- Os fãs de Carão podem mandar comentários. Serão recusados:
1 – os que fazem a apologia do terrorismo. No meu blog, não!;
2 – imbecis que supõem que o 11 de Setembro foi uma criação americana;
3 – delinqüentes que sustentam que os americanos mereceram;
4 - manifestações preconceituosas contra qualquer povo, incluindo o americano;
5 – E aceito a bibliografia que mostre que toda a indústria americana é subordinada ao setor bélico.
Por Reinaldo Azevedo | 05:19

Comentários:

Anonymous marina
estamos fritos !
Bin Laden agora tem
brasileiros entre seus seguidores..
deveriam seguir amanhã para
a caverna dele.
voo direto, sem escalas.
6:19 AM  

Anonymous marina
e a China mandando armas
para o Zimbabwe..que está acabando,e ele
não viu, não é ?
e como é grosseiro.
6:23 AM  

Blogger Marcos
O Anglo não mandou embora esse Carlão?
Então é conivente com a destruição em massa da escola brasileira.
E seus alunos? de onde vêm?
O texto ridículo deste Carlão não passaria no meu ginásio sem todos darem risadas (do estúpido) e as mães reclamarem na diretoria.

Rei, dá uma Barsa velha pra ele.
6:24 AM  

Anonymous marina
descobri qual deve ser a fonte desse ignorante:
o ex-professor Ward Churchill da Columbia University.( foi demitido)
é o mesmo refrão.
6:27 AM  

Anonymous marina
será que algum aluno se suicidou depois desta
"aula" de catastrofismo ?
esse cidadão tinha que ir
era para Guantanamo.
estou tão indignada que não paro de desabafar,
desculpe-me.
6:32 AM  

Anonymous Anônimo
E as aulas sobre o império soviético?

E as aulas sobre império chinês?

Ah, esses não estão na mídia que eles mesmos criticam. Que paradoxo, não?

Vá estudar, garotada!
6:37 AM  

Anonymous Anônimo
Quando ele precisar de um remédio ou de um tratamento para se curar de um câncer, ele terá a obrigação moral de recusar. Afinal, foi tudo desenvolvido pela indústria americana, com "evidente" ligações com a indústria bélica.

Tales de Mileto
6:41 AM  

Anonymous Anônimo
Só ponho um reparo, de internacionalista : a "intervenção" americana no Iraque é ilegal, sim - não por contrariar uma resolução do Conselho de segurança, mas porque é preciso uma autorização do Conselho de segurança pra intervir.

Afirmar o contrário é como dizer que uma escuta policial é legal porque não teve nenhuma decisão judicial proibindo aquela escuta específica. Você pode achar que, o caso, "tudo bem", porque concorda com os objetivos.

(mas aí não tá muito longe de quem acha que mensalão "tudo bem" porque é pelo bem do socialismo...)
6:41 AM  

Anonymous Anônimo
Gostaria de saber qual a posição do Anglo a respeito desse professor.

A aula é do Carlão, não do Anglo, mas se o Anglo é informado sobre o conteúdo da aula e não toma nenhuma providência, então a aula passa a ser do Anglo também.
6:42 AM  

Anonymous Anônimo
Pobre Tatuí, cidade do conservatório, o "cara" rei da fuzarca está mandando a qualidade da escola "indo para o embrulho". Faz menos de um mês aprenderam uma grande quantidade de cocaína, que segundo soube pelo noticiario, teria sido no aeroporto da cidade. Antigamente Tatuí, era um recanto, gente de qualidade, que hoje "foi para o espaço" atraiu muita gente falsificada (igual whisky do Paraguai), lamentamos! Onde estarão, aqueles antigos e dignos professores? Não voltam? Lamentamos.
6:46 AM  

Anonymous Anônimo
Que bom! Você voltou a escrever.
7:06 AM  

Anonymous Anônimo
No vídeo, vemos um professor metendo o pau no sistema capitalista e democrático numa sala de aula de um país capitalista e democrático.

Eu gostaria de ver um vídeo com um professor falando mal do sistema comunista numa sala de aula de um país comunista.

E não me venha dizer que isso é impossível porque esse povo adora seu sistema de governo, e portanto não há nada de ruim nele.
7:16 AM  

Anonymous Anônimo
Bravo Reinaldo. Muito obrigado por ajudar a retirar lixo das escolas. Como prova a universidade de Brasília , o trabalho será muito grande.
7:18 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo, esse "fenômeno" (como gostam os cientitstas) não é novo, absolutamente. Já nos anos 80, em aulas de geografia e história eu via gente como "esse professor", mas a diferença é que havia alunos (ou no caso específico ....aluno) que constestavam essa visão. Eu VÁRIAS VEZES os contestava e mostrava que sua visão esquerdista era simplista e totalmente equivocada. Inclusive, com certa ponta de orgulho, posso dizer que "salvei" alguns de meus colegas dessa contaminação ideológica. Mas HOJE temos um prato cheio para os esquerdopatas: alunos (em sua maioria) que não dão a mínima ao aprendizado. Pelo menos é o que pude ver em escolas públicas aqui na cidade do Rio de Janeiro. Outra, professores esquerdistas mal preparados para ensinar O QUE SE DEVE, mas plenamente habilitados para propaganda ideológica. Deus tenha piedade de nossas crianças e jovens. Mas a esperança é que esses jovens NÃO RESISTEM a luz da verdade, como pude constatar a conversar com alguns deles. Em VÁRIAS ocasiões, abalei a crença de alguns deles no "mundo perfeito" ensinado por seus mestres de esquerda.
7:18 AM  

Blogger Claudio
Estarrecimento.
Esta é a síntese da minha reação ao espetáculo grotesco.

Náuseas. Como vc consegue assistir a isso tudo e transcrever a "aula"?

Admira os Brizolas e Lulas serem reeleitos?

"E vai rolar a festa, vai rolar..."
7:25 AM  

Anonymous Anônimo
Discordo de vc. Tá na hora de discutir o sintoma. Ele, como os que comandam PT e governo são psicopatas.

enquanto os percebermos como normais, equivocados ou desonestos não terá jeito.

O sintoma é a causa; o efeito é o mal.

MAM
7:31 AM  

Anonymous Anônimo
Em nosso país não vigora o principio da autoridade. È um paísw sem governo. Existe sim uma quadrilha se locuplrtando. Em um país sério o tal de Carlão já estaria na rua há muito. Já estaria no meio dos delinquentes do MST vagabundando. Lá ele pode ter platéia.As fam´lias que sustentaqm o emprego deste rapper Carlão através de mensalidades de colégio deviam pedir logo sua demissão. Onde estão os donos do Anglo que não agem.Já esta na hora do meliante fazer parte do lumpenn.
7:32 AM  

Blogger Heitor Bonfim
Quem já freqüentou cursinho sabe que, se o professor não imita os trejeitos de alguma bichinha caricata, dificilmente vai fazer sucesso. E, apesar de alguns alunos pagarem pelo curso, pode-se constatar que, apenas vão a aula para fazer o mesmo tipo de sucesso do tal Carlão, e ouvir as gargalhadas da platéia. Atrapalham a aula, jogam giz na lousa com toda a força, e mostram-se capazes de todos os tipos de esquisitices. Nem parece que vão enfrentar um vestibular. Portanto, há o interesse econômico por detrás deste tipo de professor, o cursinho quer atrair determinado tipo de aluno que paga por uma boa farra e chama os amigos. Portanto, o tal Carlão, alimenta a indústria dos cursinhos caça-níqueis de pais desavisados. Como sempre, os marxistas bichinhas caricatas, dizem que fazem isso pela causa do anti-americanismo, mas, na realidade, são apenas mais uma engrenagem da luta bélica entre cursinhos para conquistar alunos pagantes. Concluindo, o professor que não faz 'sucesso' morre de fome. Indústria capitalista pura, antropofágica.
7:32 AM  

Anonymous Professor da Poli
Em janeiro de 2007 estava no Nova York durante as férias. Visitei o museu do WTC(http://www.tributewtc.org/index.php), que fica próximo do "ground zero" e de um quartel dos bombeiros. Havia um grupo de três jovens brasileiros, todos bem arrumados, com cara de quem há pouco passou no vestibular. O comentário que ouvi é típico de quem foi aluno de um "carlão": -"Mas que exagero tudo isso" - Isto dito diante de um painel com fotos das vítimas. Não me contive e cheguei junto para dizer: Que m... de gente! Saíram do Brasil para desprezar a tragédia dos outros bem em cima do túmulo de mais de 3 mil pessoas! Tem brasileiro que morreu aqui, vocês sabiam?" Tive vergonha destes meninos e preocupação por ver que esta visão absurda está espalhada no país inteiro.
7:33 AM  

Anonymous Anônimo
Certa vez vi num celular de um jovem que trabalhava aqui na empresa a famosa foto do Che. Perguntei se ele conhecia a biografia desse guerrilheiro. O que ouvi não merece comentário. Foi a reprodução da lavagem cerebral sofrida nesses madriçais esquerdistas.
7:34 AM  

Anonymous Anônimo
São todos antiamericanos que utilizam notebook HP, tênis Nike, camiseta Reebok, celular Motorola e andam de GM. Lembro-me da foto de um idiota iraniano que queimava a bandeira americana vestindo camiseta com o logo da Nike.
Reclama mas gosta...
7:38 AM  

Anonymous mac z
O que dizer, se grande parte dos estudantes não consegue desenhar um "O" com um copo? São presa fácil. Mas para esse professor, deve haver alguma lei...
7:44 AM  

Anonymous mac z
O que dizer se a maioria deses estudantes nasceu analfabeta (!) e melhorou muito pouco apesar do tempo na escola? Eles são fáceis de enganar, mas o professor bem que poderia ser considerado persona non grata pelos estadunidenses...
7:47 AM  

Anonymous é a educação, estúpido!
E tudo começou com a instrumentalização da educação para que ela funcionasse como doutrinação - o que é a "pedagogia" de Paulo Freire

O maior crime contra a educação no Brasil, o que faz com que nossos resultados em exames internacionais seja pífio, o que incapacita o operário brasileiro de atingir níveis internacionais de produtividade, o que faz da academia brasileira motivo de chacota mundial é só um - PAULO FREIRE

Paulo Freire é o pai de todos os Carlões
7:49 AM  

Blogger Pobre Pampa
Este "professor" é um desastre para seus alunos. Mas há mais culpados nesta situação: a escola que, queira ou não, aprecia este tipo de aula, pois o mantém e os pais que não controlam o que os filhos aprendem. E são classe média, portanto, esclarecidos. Até o segundo grau procurei acompanhar o que meus filhos aprendiam na escola, chegando a confiscar materiais e reclamar na escola a linha de ensino. Funcionou, por incrível que pareça!
7:55 AM  

Anonymous Anônimo
Se os norte-americanos dominam o mercado consumidor mundial então por que os EUA tem um déficit comercial com quase todos os países do mundo?
7:58 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo

O povo brasileiro, como todos os povos do mundo, na sua imensa maioria, não dá valor ao bom, ao belo, ao justo, etc. O negócio é sair para a balada; trepar por trepar; beber por beber; fumar por fumar; cada um pra si e salve-se quem puder. E, depois, a que governo interessa o bem estar da população ?
8:01 AM  

Anonymous BIQUEI
Tu finje que aprendeu eu finjo que ensinei,a gravidade como sempre está na omissão,embora,aparência tende vender uma realidade de diferente dos fatoso;
Gestapo ou Geheime Staatspolizei,« polícia secreta do Estado ».No senado Federal têm seu seguidor.
O poder de influência de Agaciel Maia é medido por um impressionante detalhe: ele indicou somente 68 dos 81 chefes de gabinete dos senadores.No Senado, ele é mais poderoso que o próprio presidente, Garibaldi Alves. Responsável pela bilionária máquina do Senado, segundo senadores o diretor-geral Agaciel Maia também controla cargos, a Polícia do Senado, distribui gabinetes e favores, decide contratos, pilota um formidável esquema de inteligência, de fazer inveja a arapongas, e mantém ao menos um funcionário de confiança colado em cada senador. Garibaldi é só o nº 2 do Senado” o que pensa que manda”
8:06 AM  

Anonymous Anônimo
Infelismente tudo que o senhor falou é verdade.Nossas escolas com esse tipo de professor em vez de ensinar historia fazem a historia a modo deles.Cuba é um paraiso(chegou o DVD agora ahahaha) Fidel nao é um assassino,Pol Pot era um santo, Stalin é um heroi e o PORCO FEDORENTO DO CHE GUEVARA foi o maior humanista do seculo passado.Alias o PORCO FEDORENTO do CHE GUEVARA foi injustamente nao recebeu o Nobel da Paz por culpa logicamente dos americanos......sempre eles.Carlao(mi recuso chamarte de professor) voce sabe o que foi a FOIBE?Pergunte aos italianos o que os comunistas matamram na FOIBE vivos.Vivo o Brasil. anacel@brhotmail.com
8:06 AM  

Anonymous Ezcruído Çossiau
É esse o futuro do "noço paíz"... Os totalitáios agradecem.
8:12 AM  

Anonymous Anônimo
A figura exótica que aparece no vídeo não é o verdadeiro professor Carlão? Isso significa que o professor tem uma opinião contrária sobre todos os argumentos falaciosos e desconectados da realidade que a figura exótica citou no vídeo?
8:19 AM  

Anonymous humberto
Reinaldo,
É isso o que acontece mesmo. Para a diretoria do colégio não interessa muito o que ele ensina, porque o camarada já adquiriu a confiança dos alunos, dos pais e demais professores. Esse pessoal usa folheto de diretório acadêmico para preparar aula de futuros universitários, enquanto muitos dos que se prestam à seriedade da dúvida e do cotejamento bibliográfico nem sequer conseguem entrar nesse mercado.
8:32 AM  

Blogger Rafael
Por mais que discorde quase sempre de voce, e acredite mesmo que as vezes, quando voce exagera, voce usa as mesmas "táticas" sencacionalistas que voce reprova a esse professorzinho, eu concordo como bom socialista que a atitude desse professor é indefensável.
8:32 AM  

Anonymous Dantonsp
Eh Reinaldo
Eu tambem fui vítima dos Carloes da vida.
Quando fiz Economia na PUC de SP fui obrigado a engolir por um ano e meio, no curso de Economia Política, o livro de MArx, "O Capital". Foram longos 3 semestres relacionando Economia Política com MArxismo.
Sabendo que eu já havia sido bombardeado por proselitimo comunista nos cursinhos pré-vestibulares,eu tive que ralar muitos anos para me livrar dessa "lavagem cerebral".
Com muito tempo, muito esforço e muita intuição, eu percebi que havia sido vítima de um engodo.
Tudo o q me ensinaram nas escolas desse país sobre história era apenas "história pra boi dormir".

Em Economia Política sai um analfabeto da Faculdade. Ao tomar contato com a verdadeira Economia Polítca , já no mundo real e fora da PUC de SP, eu percebi que havia gasto tempo e dinheiro para aprender simplesmente nada de útil ou que prestasse para minha vida profissional.
Foram anos para me recuperar de tamanha sandice.
Pelo jeito, os jovens de hoje são vítimas dos Carloes que proliferam nas "FACUIDADES DE HISTÓRIA" (faculdade com i mesmo) desse país dos apedeutas.
Oh triste sina desse país!
Quando será que nos livraremos desses mostros?
8:46 AM  

Anonymous Anônimo
Que futuro pode ter um país onde alunos teoricamente das classes mais esclarecidas da população se submetem a ter aulas com um analfabeto desses?

O mais engraçado é que nenhum aluno contesta o cara.Meu Deus.Ahhh como gostaria de estar naquela sala para desmascarar o charlatão.

To vendo que quando tiver um filho vou ter um trabalho danado viu,vira e mexe estarei lá,na diretoria,protestando contra o proseletismo barato e vagabundo.
8:47 AM  

Anonymous Pedro Alexandre
Rei, para você: nota 10.
Para o falso professor e seus tristes seguidores: nota 0.

Abraço.
8:50 AM  

Anonymous André
Os filhos saem de casa e os pais pensam que eles estão indo pro Colégio quando na verdade estão indo para um diretório do Partido Comunista.

Pensam que pagam para um professor,mas pagam para um militante.

Esse semi letrado não pode dar aula nem de corte e costura.

Boicotar a industria americana né?Se não me engano Carlão tem um carro da Chevrolet.Mas o que seria de um esquerdista sem a hipocrisia né?
8:50 AM  

Anonymous Memyself
A escola em que esse corruptor dá aulas ainda não o demitiu?

Se meus filhos tivessem aulas com uma aberração dessas, eu tiraria da escola.

E a processaria. E também o professor delinquente.

Se eu estivesse pensando em matricular meus filhos na escola em que esse terrorista dá aulas, já teria mudado de idéia.

Mesmo no Brasil, mau-caratismo tem limites.
8:52 AM  

Anonymous Johnsson
Realmente é um problema educacional do Brasil. O próprio "Carlão" provavelmente "sofreu" lavagem cerebral típica dos cursos de História, geografia e outros das universidades brasileiras, e/ou alinhou-se aos "esquerdopatas" por razões corporativas e etc.
Ele também é vítima, pobre alma, vive e pensa no século passado com um atraso de décadas!
Mas é assim mesmo - população brasileira é ignorante de dar dó! Fosse ao contrário e não teriamos a corja de políticos e administradores públicos municipais, estaduais e federais.
8:53 AM  

Anonymous Anônimo
Prezado Sr Azevedo:

Por favor, escreva sobre alienação e alienados.

Os esquerdistas adoram dizer e escrever que quem é normal é, na verdade, alienado.

Por favor, esclareça.
8:57 AM  

Anonymous Anônimo
E assim vai se construindo o futuro do Brasil.
Aliás, porque não se comemora a data do descobrimento do Brasil? Seria a vergonha de ter uma ascendencia lusitana? Já tem livro didático tratando a coisa como o "encobrimento" do Brasil.
8:59 AM  

Anonymous Johnsson
Resumindo: difícil saber quem é pior, o professor autor-encenador de paródias históricas infames contaminadas de ideologia ou os alunos que sem "algo" midiático ou impactante não prestam atenção ou não aprendem mesmo!
Incrível!
Isso porque história é algo muito "chato"!
9:02 AM  

Anonymous Anônimo
Gostei do trecho "E ele não pode expor os alunos às suas idiossincrasias políticas. Pouco importa se é professor de história ou de biologia.", remete a outro tema relevante relacionado à educação: o vitimismo peculiar a parte dos professores de "humanas". Já vejo o tal Carlão se defendendo: "Ah, mas agora não se pode mais nem ensinar história" etc, etc. Ou então: "Quero ver se fosse com um professor de matamática". E assim os diretores de escolas são intimidados, e acabam por abrandar (ou mesmo anular) as repreeenções a esse tipo de professor. E a história vai ficando mal contada...
9:02 AM  

Anonymous Mário Soares - Portugal
Mais um delinquente esquerdopata à solta, "formatando" as mentes dos nossos jovens. É a era do lullo-petismo: as portas dos sanatórios ideológicos foram abertas!

Vale lembrar, por exemplo, que os americanos salvaram a Europa (e muito além) de sucumbir nas mãos do império nefasto que o tal "professor" da mentira continua a desejar, a representar e a promover.

Império por império, fico com o primeiro (o americano, ou estadunidense, como queiram).

Camisa-de-força para o tal "professor". Chega de lavagem cerebral dos nossos jovens!

FORA LULLA.
FORA PT.
9:03 AM  

Anonymous Eny Seidel
Off topic

Hoje descobri o motivo de tanto assanhamento de lullécio pro lado do pt, FHC já avisou ao moiçolo minêro que o candidato do PSDB à presidência será Serra, e lá se foi o galão de Minas cortejar outros partidos para mostrar que tem mais poder que Serra, tadinho.
Outro traíra do PSDB, xuxu procura o ciro goles e oferece a vaga de vice ao PSB, já imaginou se essa coisa ganha a prefeitura de São Paulo? todo mundo sabe que xuxu vai ser candidato a governador em 2010, ou seja, a prefeitura de São Paulo, passa por tabela ao pt, pois ciro goles é petralha disfarçado, que nem xuxu e lullécio.
9:06 AM  

Blogger Velhinho Rabugento
Bom dia, Reinaldo...
Sou formado em História pela PUC-SP, turma de 1977. Nunca lecionei em cursinho, mas tenho experiência na rede pública de ensino. Tive aulas de História, preparatórias para vestibular, com Heródoto Barbeiro.
Causa-me vergonha assistir esses vídeos, a que chamam de "aula".
Por curiosidade, assisti no YouTube outra demonstração desse professor(?), tratando sobre a participação do Brasil na I Guerra Mundial e referenciando a conhecida "Batalha das Toninhas". Mesmo para qualquer leigo, bastaria uma pesquisa do google para constatar a "solidez dos argumentos históricos", proferidos como se fossem verdade para os incautos alunos.
Fica uma pergunta: O MEC não tem controle sobre as empresas de ensino privado que exploram esse segmento dos cursinhos?
Se não me engano, no ano passado já tivemos aquele caso das apostilas do "COQ". Agora, este. Quantos mais haverão?
Lamentável...
9:10 AM  

Anonymous Anônimo
Reinaldo, desde o primeiro post sobre este vídeo, corri para a apostila(Objetivo) do meu filho, de 12 anos. Discutimos sobre Joaquim José da Silva Xavier e Silvério dos Reis. Foi interessante. Esta dicussão servirá, não para alguns aloprados(comentários do yotube), mas para nós pais e educadores sérios.
9:12 AM  

Anonymous Marcelo
Reinaldo,

És um santo para aguentar esses comentários. Heheheh.

Agora, além dos petralhas de costume, um bando de adolescentes que se acham a última pipoca da bacia, a última coca-cola do verão, cheio de verdades em si.

O assunto foi muito pertinente. Mais uma denúncia aos moldes da escola sem partido.

E a porrada no "professor" foi bem dada. Obrigado por mais este serviço de combate à desonestidade intelectual.
9:12 AM  

Anonymous Anônimo
Caro Rey,
Como professor e historiador, gostaria de fazer uma breve e importante distinção sobre os EUA. A tendencia mais correta na historiografia é saber fazer a separação entre a sociedade e a cultura americanas de um lado, e o governo, o Estado e a política de outro.
Via de regra, quando os professores de cursinho condenam as ações externas dos EUA, eles confundem a cultura americana e o povo com a política de Estado e as opções desse ou daquele governo.
Tal confusão gera a tal da "noite em que todos os gatos são pardos". Governos equivocados, belicosos e autoritários há aos montes não apenas na história americana como de resto no mundo inteiro. Logo, não há porque condenar o país em nome de certos princípios que norteiam determinados grupos políticos.
Assim sendo, é escusado admitir que a América segue sendo um grande ideal de civilização moderna, aliás, a mais bela e extraordinária experiencia cultural da modernidade.
O ideal de pluralismo, o sistema econômico privado que abre oportunidades para todos, as politicas de incentivo a educação, ciência e tecnologia e assim por diante. Não há no mundo nenhum país com o potencial de desenvolvimento humano e civilizacional como há no EUA.
Outra coisa é você discutir, por exemplo, a opção de política externa do governo Bush. Eu pessoalmente acho um desastre e não vejo a coisa pelo lado ideológico. Vejo equívocos quanto aos próprios interesses dos EUA. Não acho correto uma solução belicista para os conflitos mundiais. É só comparar o governo Bush com o Clínton: Houve intervenção militar em seu governo? Houve. Porem, as intervenções militares foram todas acordadas e aceitas pela comunidade internacional. Os EUA devem intervir em certos conflitos mundiais? Sim. Porem, a intervenção deve ser feita de modo planejado e consensualizado e não de forma unilateral e autoritária. Internamente não houve consenso sobre a invasão do Iraque. Depois que se descobriu que a invasão foi motivada por informações falsas acerca da existência de armas nucleares, a coisa se complicou mais ainda para o Bush.
Logo, antes de tudo, os gastos militares exorbitantes no Iraque são equivocados sob o ponto de vista da própria economia americana.
Portanto, independente das afinidades eletivas com o governo Bush ou não, o que não podemos permitir é que a critica ao belicismo desse governo nos leve a posições bárbaras do tipo a concordar com as ações de terroristas. O terrorismo é uma ação insana seja quando é orquestrado por grupelhos irracionais ou quando é mantida por governos autoritários como parece ser o caso em tela. Nos dois casos devemos repudiar.
Outra coisa é reconhecer que é nos EUA onde se vê as mais importantes iniciativas em defesa da liberdade e dos direitos humanos. Não é outra a razão de pessoas migrarem de países muçulmanos para a América em busca de liberdade e de oportunidades.
Sergio Fonseca
9:18 AM  

Anonymous Luiz
Caro Reinaldo,
Não me surpreende nem um pouco a aberração que é o ensino de História. E tal aberração não se restringe aos cursinhos como voce bem o sabe: nas faculdades e roteiro é o mesmo. De 1998 a 2001 cursei uma faculdade particular de História. E o que ouvi de doutrinação marxista nesse período só seria superado se morasse em Cuba. E me causa calafrios imaginar o que acontece nas Universidades Federais. Porém por já ser maduro (38 anos de idade quando entrei na faculdade) e esclarecido o suficiente, passei incólume por esse período de doutrinação. Porém os colegas de classe, a maioria jovens pós-adolescência, deliravam durante as aulas. Era patético ver um dos alunos frequentar a faculdade com boné do MST e repetir slogans anti-americanos. E os colegas achavam o máximo. Uma professora orgulhava-se de ter apertado a mão de Fidel, durante uma de suas várias viagens a Cuba. E eu era visto como um ser de outro planeta porque muitas vezes questionava as sandices ditas em sala. Já no 4o ano perguntei certa vez a um grupo de colegas se já tinham lido Raymond Aron, Soljenítsin, Koestler ou Djilas. As respostas em uníssono foram "quem?","hummm","hã?"...
E todos eles saíram da faculdade formados em História.
9:19 AM  

Anonymous Anônimo
Carlão, vai plantar b-a-t-a-t-a-s lá nos "Estadusunidos".
Diga a verdade? vc só não aceita a sugestão pq não tem dólar. Se tivesse já estaria lá há séculos.
Tenho P-E-N-A de todos os que assistem suas aulas.
9:23 AM  

Anonymous Anônimo
Sou professor.
O que percebo no vídeo, é o ponto de vista pessoal do professor sobre vários assuntos, mas sem um referencial fundamentado.
Ele se expressa com um linguajar chulo que pode até agradar aos alunos, mas, todo esse teatro contribui para o desenvolvimento da aprendizagem?
A não ser que a sua palestra seja apenas para ilustrar, para motivar os alunos para uma pesquisa, para uma leitura mais aprofundada, porque, a sua exposição é unidirecional, revelando preconceitos completamente equivocados.
Vlad
9:25 AM  

Blogger Marla
Minha formação escolar se deu em um colégio que adota o Anglo. Hoje, curso Direito em uma universidade pública e reconheço que as aulas-espetáculo agradam grande maioria, fato.
Algo há de ser feito. A começar por uma "denúncia", ou, deveria dizer, uma "chamada de atenção" como essa (já que o vídeo é público, a "denúncia" está lá)!
Nossa formação já é tão defasada. Não lemos os clássicos, não estudamos de fato! Recebemos uma informação tão instantânea que mal temos ânimo para formar opinião através da informação que recebemos, muitas vezes sem buscar (como no caso das aulas do professor Carlão), pois só a recebemos, não formamos, não buscamos conhecimento (é tão raro fazê-lo... O que lemos e assistimos (principalmente assistimos) é tão fugaz, que parece muito mais cômodo acolher ensinamentos dos "professores Carlões". Por isso, peço aos leitores alunos que examinem com cuidado e atenção, com cabeça aberta. E agradeço ao Reinaldo pelos textos críticos e reflexivos, mui bem embasados, fundamentados e prudentes. Obrigado pelo estímulo a pensar, pois que hoje é, de modo geral, tão somítico.
9:26 AM  

Blogger heróis anônimos
Ali tem e tudo um pouco: Mein Kampf, de Hitler; o Livro Vermelho e a Revolução Cultural de Mao;os discursos de Hitler e Osama bin Laden...
É estarrecedor ver esta manifestação explícita de tamanha ignorância histórica ( e por alguém que, supostamente, se trata de um "professor" de história!!!). Um ato que deve envergonhar a classe- em sua maioria, constituída de profissionais sérios e competentes.
Todo esse ridículo histrionismo a lá Hitler e Mussolini; essa argumentação do mais vulgar marxismo ( o ópio dos "intelequidiotas" ), essa interpretação simplória, maniqueísta e distorcida da história..... Uma verdadeira aula de lavagem cerebral imbecilizante. No palco, uma espécie de "Frankstein" suburbano e terceiro-mundista- formado de excrementos de Hitler, Stalin, Mussolini, Pol Pot e Osama bin Laden- conduzindo uma platéia bestificada e totalmente dominada.
Se é "isso" que se ensina em nossas escolas, então estamos construindo uma geração de perfeitos idiotas!
9:40 AM