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Edição 2093

31 de dezembro de 2008
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Assuntos mais comentados
O drama de Darfur (capa) - 42
Reinaldo Azevedo (artigo) - 20
Família Magalhães - 15
Políticos versus cassação - 13
Encontro de líderes na Bahia - 7

O drama de Darfur

"As nações mais desenvolvidas não enxergam a África como continente-mãe, apenas a vêem como uma terra digna de pena, sem nada fazer para apoiar sua recuperação."
Carlos Fabian Seixas de Oliveira
Campos dos Goytacazes, RJ

Ao tomar conhecimento das barbáries cometidas em Darfur ("Darfur – À espera de um salvador", 24 de dezembro), e diante da minha pequenez e total impotência, sinto-me como verme rastejante sobre a terra. Até quando o ser humano permanecerá tão distante do seu criador? Que Deus possa entrar nos corações dos homens de Darfur, e que a paz possa reinar entre aquele povo.
Elias Manoel da Silva
Recife, PE

Que força e sentimento tem a imagem da capa de VEJA! A mãe tem os olhos baixos como se a absurda situação fosse responsabilidade dela. O bebê, olhos grandes bem abertos fixando o futuro inexistente. Será difícil passar o Natal sem pensar nesses irmãos e sua tragédia.
Rosa Decina Sarmento
Uberaba, MG

Gostaria de parabenizar VEJA por ter tirado do esquecimento o drama de Darfur. O papa Bento XVI com freqüência nos lembra do persistente desastre humanitário no Sudão, mas infelizmente suas palavras (e ações) só são divulgadas quando podem provocar alguma polêmica.
Vinicius da Silva
Por e-mail

Parabenizo VEJA por essa reportagem sobre o Sudão e o genocídio praticado na região de Darfur, mostrando uma situação que parece nunca terminar. Dá-nos um sentimento de culpa por não saber nem como reagir a isso.
Laércio Zanini
Garça, SP  

 

Holofote

Fiquei muito surpresa ao ler, na coluna Holofote ("Os outros também têm medo", 10 de dezembro), uma nota envolvendo meu nome. Nunca procurei nem fui procurada pela revista para me pronunciar ou comentar as informações, cuja fonte desconheço.
Regina Duarte
São Paulo, SP

 

Reinaldo Azevedo

Se formos minimamente racionais, veremos que a fome, a miséria e a dor continuam existindo durante o ano inteiro, e não apenas em dezembro, com a chegada do Papai Noel. Nos campos de refugiados em Darfur, nas ruas de Brasília, nos morros do Rio de Janeiro, sempre é tempo de ajudar a quem precisa!
Mateus Alexandre Castanho
Brasília, DF 

 

Família Magalhães

A família Magalhães se disse profundamente constrangida com o episódio da descoberta de um filho não reconhecido de Luis Eduardo (e suas conseqüências legais). Constrangido se sente todo brasileiro comum, que trabalha diária e honestamente (e provavelmente jamais ganhou ou ganhará 8 255 reais por mês), por saber que, mais uma vez, arcou com um salário tão alto, dessa vez para que a senhora Siméia ficasse em casa cuidando do filho ("Um candidato à família Magalhães", 24 de dezembro).
Maria do Carmo Zaffalon Leme Cardoso
Bauru, SP 

Interessante como ACM e ACM Neto cuidaram do rebento de Luis Eduardo Magalhães. Empregaram a mãe no Congresso, recebendo um belo salário (até aumento ela teve!), para ficar em casa cuidando da criança. Só tem um problema: quem pagou a conta como sempre fomos nós. Quero meu dinheiro de volta!
Nelson Apocalypse
Itanhaém, SP

 

Política versus cassação

Que bom seria se esta moda pegasse e ficasse mais fácil afastar aqueles que praticam outras modalidades de infidelidade: aos programas partidários, às promessas de campanha e, principalmente, à ética.
Jose Luiz de Carvalho
Rio de Janeiro, RJ

 

Encontro de líderes na Bahia

Achei perfeito o título da reportagem que mostrou a relevância do encontro de chefes de estado latino-americanos e caribenhos na Costa do Sauípe ("Só faltou ‘Esteban’", 24 de dezembro). Parece piada a resposta medíocre que o governo e a diplomacia brasileira têm dado aos calotes em dívidas, quebras de contratos e outros abusos e ilegalidades praticados pelos "companheiros" presidentes de alguns países vizinhos. Na falta do que fazer, nosso presidente aproveitou o tempo livre para fazer piada com os sapatos atirados no Bush, que está em final de mandato. Espero que os eleitores brasileiros façam o mesmo de maneira civilizada em 2010, através das urnas, atirando o candidato a presidente de Lula para bem longe do segundo turno.
Robson Sant’Anna
São Paulo, SP

A reportagem resumiu o que foi a reunião dos chefes de estado latino-americanos. De fato, um festival de piadas. Num lampejo piadista, o presidente do Equador, Rafael Correa, propôs que as reservas cambiais de todos os países latino-americanos se tornassem uma única reserva, com a finalidade de equilibrar todas as balanças comerciais. Hermano? Pero no mucho!
Roldão Lima Junior
Brasília, DF

 

Jeremy Rifkin

A entrevista com Jeremy Rifkin ("Somos viciados em petróleo", 24 de dezembro) aplica-se ao Brasil, de longa data. As indústrias e os serviços públicos de água e esgoto, por exemplo, são perdulários inveterados no consumo de energia elétrica. Somam-se a isso a ineficiência dos equipamentos e a falta de estrutura operacional que permita reduzir o consumo energético.
Patricio Gallegos
Belo Horizonte, MG

 

J. R. Guzzo

O comportamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e da camaradagem cleptoPTista é de pessoas inebriadas pelo poder ("O vento leva", 24 de dezembro). O vocabulário de sua Excelência é abominável até para um presidente de conselho comunitário. Ele já aboliu do seu cérebro a censura, que serve para moderar o comportamento em sociedade. Podia, pelo menos, seguir o protocolo.
Edna Maria Trindade de Araújo
Natal, RN

 

Lya Luft

O artigo ("Acreditar no Natal", 24 de dezembro) trata de assunto muito conhecido, mas Lya Luft teve o dom de harmonizá-lo num texto maravilhoso. É uma mensagem de otimismo e confiança no meio de tantas notícias desagradáveis. Será um texto de cabeceira para novas leituras.
Joaquim Correa Neto
Por e-mail

Correção: por erro da revisão de VEJA, um trecho da reportagem "Darfur — À espera de um salvador" (24 de dezembro) ganhou sentido dúbio. Na página 101, a frase "Foi quando o sul e o norte iniciaram as conversações de paz que estourou uma nova guerra civil em Darfur" foi indevidamente alterada para "Foi quando o sul e o norte iniciaram as conversações de paz, que deflagraram uma nova guerra civil em Darfur". Isso dá a impressão errônea de que as negociações de paz deram início a um conflito entre o norte e o sul sudaneses.

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Por motivos de espaço ou clareza, as cartas poderão ser publicadas resumidamente. Só poderão ser publicadas na edição imediatamente seguinte as cartas que chegarem à redação até a quarta-feira de cada semana.

 

 

 



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