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Gente
Quem diria que ela ia dar certo?
Marcelo Correa
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| A novata Grazi: destaque no meio das veteranas
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O elenco inclui figurões, como
Ana Paula Arósio, Tarcísio Meira, Regina Duarte e
Renata Sorrah. Mas quem está levantando o ibope de Páginas
da Vida é a verdíssima Grazielli Massafera,
ex-vendedora de cosméticos, ex-big brother, que faz na novela
seu primeiro trabalho como atriz, o da caipira Thelma. O sucesso,
claro, provoca ciumeiras, reclamações e um certo gelo
nos bastidores. Ganhando um décimo do salário das
veteranas, Grazi dá exemplo de graciosidade. "Quem participa
do Big Brother passa a imagem de caçador de fama.
Mas eu quero levar a profissão de atriz a sério",
diz. Acima das picuinhas, Manoel Carlos, o autor, nem pensa em contemporizar:
"A Grazi fez oficina de atores, participou de testes, está
se saindo muito bem e vai continuar crescendo".
A libertação do peso
de um mito
Richard Drew/AP
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Stephen Chernin/AP
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| Deborah, no apogeu e agora: a
cintura afinou, mas a voz continua a mesma |
Cantor lírico tem de ser gordo?
A americana Deborah Voigt está sendo um verdadeiro
experimento científico da tese. Em 2004, Deborah, uma das
maiores sopranos dramáticas do mundo, foi cortada de uma
produção em Londres por não caber no figurino.
Dois anos e uma cirurgia de redução de estômago
depois, voltou a gravar e a ter agenda lotada. Aos 46 anos, 60 quilos
mais magra, diz que ainda se ajusta à nova silhueta e que
teve de reaprender algumas técnicas. "Houve momentos em que
me senti bastante insegura no palco, principalmente no que diz respeito
à respiração", admite. A performance, porém,
permanece impecável. "Ela manteve a voz portentosa", elogia
o crítico de ópera Sérgio Casoy. "E ficou muito
bonita."
Ato inesperado
Divulgação
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Detido em um cemitério
de São Paulo de manhã cedinho, no ato de carregar
dois vasos de pedra acomodados em sacolas na direção
de seu carro (um Volkswagen antigo), o estilista Ronaldo Esper,
62 anos, alega que foi mal interpretado. Não era roubo, mas
sim gesto de uma pessoa devota:
O QUE O SENHOR ESTAVA FAZENDO
NO CEMITÉRIO?
Eu tinha dormido mal. Acordei muito cedo e resolvi sair. No
caminho, lembrei de fazer minha devoção. Eu sou muito
religioso, e toda segunda ou sexta-feira vou a algum cemitério
rezar pelos mortos. Sempre levo flores ou velas. Os vasos eram para
colocar as flores. Peguei de um túmulo abandonado, que era
só entulho. Já fiz isso muitas vezes.
O SENHOR NÃO PRETENDIA
IR EMBORA COM ELES?
Não. Quando o guarda me abordou, eu disse que ia colocá-los
na capela. Mas ele achou que eu ia para o carro, parado perto da
capela, e me levou para a administração do cemitério.
A polícia e a imprensa chegaram super-rápido. Acho
até que tem coisa por trás.
COMO ASSIM?
Sempre fui ingênuo, não acreditava no diabo. Acho
que Deus fez isso para me mostrar que o diabo existe.
POR QUE O SENHOR NÃO
REZA NUMA IGREJA NORMAL?
No cemitério, estou mais perto dos mortos. E eu penso muito
na morte. Deve ser por isso que preciso tomar antidepressivos.
E AQUELE CARRO, É SEU
MESMO?
Tenho o Fusca há muito tempo. Só quem é muito
chique pode andar de Fusca. E você não tem nada com
isso.
Aumento da massa crítica
Francisco Silva/Ag. News
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| Gisele: novas curvas em desfile |
Numa época em que falar sobre anorexia virou quase obsessão,
a mais perfeita garota-propaganda da aparência saudável
está bem diante do narizinho das aspirantes a modelo. Aos
26 anos, Gisele Bündchen transpira saúde, tanto
nas faces louçãs quanto nos contornos mais arredondados.
Não está gorda, livre-nos Deus, mas os 52 quilos "oficiais",
que mal cobriam o 1,79 metro de altura, ficaram para trás.
"Já faz muito tempo que ela não pesa isso. Passou
para 56, parou de fumar e agora está entre 58 e 59", atesta
a irmã gêmea Patricia. Gisele vai precisar mesmo de
mais massa crítica se, como diz a imprensa americana, estiver
namorando Tom Brady. Ídolo do futebol americano, o grandalhão
é uma muralha de 1,93 metro e 102 quilos.
Editado por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui, Laura Ming e Silvia Rogar
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