| |
"Não
é preciso ir muito longe para constatar que os
países desenvolvidos investiram pesado na
educação."
Joaquim P. Martins
jopama@openline.com.br |
 |
Educação e
emprego
Excelente e também
bastante esclarecedora a reportagem "Estudar vale
ouro" (23 de setembro). Entretanto, gostaria de
tecer o seguinte comentário sobre o teste que avalia as
chances de uma pessoa obter emprego. Faltou um parâmetro
de enorme importância: a idade do pretendente. Ele
poderá conseguir o máximo de pontos e ser plenamente
qualificado pelo teste, fazendo jus ao cargo pretendido,
mas não será o indicado, se sua idade ultrapassar os 40
anos.
Antonio Castilho
de Souza
ciclo@bis.com.br
É triste constatar
que apenas uma minoria de nossa população tem acesso
aos estudos. Creio que se a média de anos de estudo
crescesse não só teríamos menos desempregados como
também melhores cidadãos e um povo mais civilizado.
Rodrigo
Fernandes
São Paulo, SP
Muito interessante
a reportagem, mas ela não fala nada sobre os
profissionais que trabalham em comércio exterior, uma
das áreas mais promissoras nos próximos anos. Com a
globalização, metade dos empregos, logo na entrada do
ano 2000, deverá estar nas mãos daqueles que entendem
de logística internacional e movimentação de
mercadorias por esse mundo afora.
Odilon Cesar do
Amaral
São Paulo, SP
VEJA mais uma vez reafirma o valor da mão-de-obra qualificada,
destaca os pontos-chave de como conseguir um bom emprego e atenta para
o fato de, apesar de a automação estar tirando inúmeros postos de trabalho,
o surgimento de vagas em atividades ligadas principalmente à área tecnológica
vir aumentado a ponto de tornar a oferta de vagas superior à capacidade
de formação de novos profissionais.
Paulo José da
Rocha Mordente
Araguari, MG
Edmar Bacha
Sinto-me lisonjeado por ser assinante da
revista VEJA. A entrevista com o senhor Edmar Bacha é
brilhante. Não podemos jamais imaginar um processo de
retrocesso na abertura econômica. Quem regula a economia
é o mercado. Não podemos pensar em impedir
importações. Haja vista o acidente que foi o Plano
Cruzado e tantas outras medidas medíocres tomadas
anteriormente. Temos de imediatamente fazer um ajuste
fiscal severo, o governo gastando apenas o que arrecada
(Amarelas, 23 de setembro).
Edmilson Frizzo
edfrizzo@zaz.com.br
Eleição
A reportagem sobre o candidato Mário
Covas ("A reação do eleitor", 23 de setembro) mostrou que política
não é apenas um jogo de construir e anunciar. Um político, acima de tudo,
deve saber medir as necessidades da população que o elegeu e a qual representa,
e isso é o que foi mostrado na matéria. Sem pretender favorecer o candidato,
mostrou argumentos verdadeiros que comprovam essa característica de nosso
governador licenciado. Outros, porém, fazem propaganda de seu governo
ainda durante sua gestão, poupando o dinheiro de sua campanha e favorecendo
interesses próprios. Finalmente quero anunciar minha satisfação em saber
que o eleitorado, mesmo que timidamente, está aprendendo a diferenciar
o candidato que faz mais do candidato que faz melhor.
Élio Arthur Kumoto
São Paulo, SP
Em tempos de
reeleição, o governador Arraes está colhendo agora os
frutos de uma administração que atrasou Pernambuco em
relação a outros Estados nordestinos. Não entendo como
25% dos eleitores ainda querem que ele continue
governador ("O fim de Arraes", 23 de setembro).
Remy Eskinazi
Recife, PE
O governador Miguel Arraes nos seus
governos incrementou o Porto de Suape, abriu e asfaltou estradas, trouxe
para o Estado hotéis da categoria do Caesar Park, trouxe indústrias e
gerou empregos, além de ter investido em infra-estrutura para os mais
necessitados, levando água e luz para o interior do Estado, executando,
mesmo sem o apoio do governo federal, o maior programa de eletrificação
rural da História do Brasil; foram mais de 100.000 eletrificações rurais
em apenas quatro anos de governo.
Elisio Viana
elisio@elogica.com.br
Ensaio
Tenho 15 anos e gostaria de reforçar
o que escreveu Roberto Pompeu de Toledo (Ensaio, 23 de setembro). O Brasil
deveria seguir o modelo de certos países onde há no máximo três ou quatro
partidos, mas com força política.
Gabriel Vilela R. Kertesz
São Paulo, SP
Roberto Pompeu de
Toledo é sempre genial, mas na última edição se
superou. O texto sobre os nanicos que se imaginam
disputando a eleição presidencial é um dos melhores
dos últimos tempos. Parabéns.
Rosane de
Oliveira
rosane@uol.com.br
VEJA
Mais do que
comemorar tudo o que VEJA tem representado para a
história do jornalismo brasileiro, esta celebração é
uma viagem sentimental aos últimos 30 anos da vida de
todos nós, com o testemunho da visita dominical, tão
íntima ("Uma festa indispensável", 16 de
setembro).
Luiz Seabra e
Pedro Luiz Passos
São Paulo, SP
Na passagem do 30º
aniversário de VEJA não posso deixar de manifestar os
votos de continuação do êxito dessa magnífica revista
do Grupo Abril.
Mário Miranda
Conselheiro de Imprensa da Embaixada de Portugal
Brasília, DF
Design
Considerando meu particular entendimento de que a revista
VEJA é um dos veículos mais importantes e de credibilidade perante a sociedade
brasileira, sinto-me no dever de retificar o infeliz título "Marceneiro
de luxo" (9 de setembro). Como arquiteto e designer, sempre projetei
e idealizei arquitetura, móveis e objetos e possuo uma empresa com dezoito
marceneiros contratados para executar meus projetos. Tenho profundo vínculo
com o histórico do mobiliário brasileiro, reconhecido por vários prêmios
nacionais, com publicação de meus trabalhos em livros de arquitetura nacionais
e internacionais, e sou um dos únicos designers brasileiros a constar
em verbete na Enciclopédia Delta Larousse. Com esse currículo,
a qualificação "marceneiro de luxo" soa como algo pejorativo.
Não fico e nunca fiquei à beira da piscina do Clube Harmonia e nunca utilizei
o clube em benefício de meu trabalho. Freqüento o Harmonia, é verdade,
apenas para praticar meus esportes e manter minha saúde.
Carlos Motta
São Paulo, SP
CORREÇÕES:
As
fotos publicadas na reportagem "Anéis de
poeira" (23 de setembro) são do satélite Io e não
do planeta Júpiter. Ao contrário do que foi publicado
na reportagem "Brasil legal" (23 de setembro),
a porcentagem de imigrantes que vivem nos Estados Unidos
em relação à população total é de 7%. O peixe
da subfamília dos Tetragonopterinae, popularmente
conhecido como mato-grosso, que aparece na foto da
reportagem "O milagre dos peixes" (16 de
setembro) foi erroneamente identificado como exemplar de
uma nova espécie.

| Correspondência
da semana |
|
| E-mails |
673 |
| Fax |
230 |
| Cartas |
193 |
| Total |
1.096 |
| Assuntos mais
comentados |
|
| Educação
e emprego |
76 |
| Eleições
(Miguel Arraes) |
49 |
| Ensaio
(Roberto Pompeu de Toledo) |
18 |
| Drogas |
13 |
| Eleições
(Dante de Oliveira) |
10 |
| Outros assuntos |
|
| Pedidos
de informação |
223 |
| Comentários
de edições anteriores |
94 |
| Sugestões
de reportagens |
62 |
|

Foi com
surpresa que descobri que a Universidade Federal
do Rio de Janeiro, UFRJ, onde estudo, tem salas
disponíveis para novos cursos. O curso de
graduação em administração de empresas,
considerado um dos dois melhores do país,
segundo o Provão do MEC, não tem salas,
prédios ou qualquer espaço físico. Vive
jogado, de prédio em prédio, há anos. O MEC
só está se desqualificando ao considerar nossos
cursos noturnos entre os melhores. A universidade
possui vários campus, sendo mais importantes e
maiores os da Ilha do Fundão e da Praia
Vermelha, em Botafogo. A maioria dos cursos
noturnos está na Praia Vermelha, local de fácil
acesso e um dos pontos mais nobres da cidade, mas
com capacidade instalada bem inferior à do
Fundão, onde estão as salas vazias e onde
existe o perigo real de assaltos e mortes (vide
os torcedores do Santos que foram metralhados a
poucos metros do local por terem errado o caminho
de volta para São Paulo). A insegurança é
tanta que inviabiliza a utilização das salas
para cursos noturnos. Infelizmente, muitos cursos
da UFRJ estão vivendo apenas de imagem.
Marcelo
Costa Lobo
mlobo@la.ko.com
|

Às Suas Ordens
|
Para assinar VEJA ou
solicitar
os serviços ao assinante, ligue: |
Na
Grande São Paulo (011) 3990-2112
Outras localidades 0800-552112
Estamos à sua disposição de segunda
a sexta, das 8 às 20 horas
Fax: (011) 3990-2112 |
Internet: |
Para
fazer novas assinaturas:
abril.assinaturas@email.abril.com.br
Serviços ao assinante:
abrilsac@email.abril.com.br |
Para se corresponder com a redação de VEJA: |
As cartas para
VEJA devem trazer a assinatura, o endereço, o
número da cédula de identidade e o telefone do
autor. Enviar para:
Diretor de Redação, VEJA
Caixa Postal 11 079 CEP 05422-970, São Paulo, SP
Telex (011) 22115 Fax: (011) 3037-5638e-mail:
veja@email.abril.com.br
Por motivos de
espaço ou de clareza, as cartas poderão ser
publicadas resumidamente. Só poderão ser
publicadas na edição imediatamente seguinte as
cartas que chegarem à redação até
quarta-feira de cada semana.
|
Para
comprar números atrasados: |
Dinap
Distribuidora Nacional de Publicações
Caixa Postal 2505 Osasco/SP Tel: (011) 810-4800
De segunda a sexta, das 8 às 19 horas
e-mail: dinap.na@email.abril.com.br
Reprints Editoriais
Você pode solicitar cópias das reportagens de
VEJA (mínimo de 500) até uma semana depois da
publicação.
Ligue para (011) 3037-5138 |
Para
anunciar, ligue 0800-166676 |
Para
informações sobre VEJA NA SALA DE AULA, ligue:
Grande São Paulo:
3990-2112
Demais cidades: 0800-552112
De segunda a sexta, das 8 às 22 horas |
Na Internet
http://www.veja.com.br
http://www2.uol.com.br/veja |

|
|