'
 


    

 
Edição 1971 . 30 de agosto de 2006

Índice
Millôr
Stephen Kanitz
Diogo Mainardi
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Gente
Artigo: Gustavo Ioschpe
Veja.com
Veja essa
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Guia
Os defeitos causados
por mau uso

O Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios estima que 80% dos automóveis são levados às oficinas por problemas que poderiam ser evitados pelo proprietário – sem contar as vezes em que o carro pára em razão de acidentes. Eis os defeitos mais comuns, causados por mau uso:

Problema: BORRA NO MOTOR
O que é: o óleo lubrificante envelhece, fica pastoso e entope a bomba do sistema de lubrificação do motor
Como evitar: procure fazer a troca de óleo regularmente, conforme as especificações do produto

Problema: CALÇO HIDRÁULICO
O que é: entrada de água no motor, fazendo-o morrer
Como evitar: desviar de poças e manter distância dos veículos que estão na frente nos dias de chuva, para evitar que eles joguem água na lataria do carro. Modelos cujo filtro de ar fica abaixo da linha do pára-choque são mais suscetíveis a esse problema

Problema: BARULHO AO FORÇAR O MOTOR
O que é: ao passar por lombadas ou forçar arrancadas, o carro faz um barulho, como se tivesse um pino solto. Sua causa é o acúmulo de sujeira na cabeça do pistão
Como evitar: usar combustível aditivado, que possui a propriedade de limpeza. Em carros flex, preferir o álcool. As dicas valem especialmente para veículos com motor cuja taxa de compressão é elevada

Problema: CARROS FLEX DEMORAM PARA PEGAR
O que é: no dia seguinte ao do abastecimento com um combustível diferente do que estava em uso, o carro falha na hora da partida
Como evitar: rodar 10 quilômetros antes de estacionar para que o motor reconheça o novo combustível

 

Ele ficou três vezes na mão


Fotos Antonio Milena

O consultor Eduardo Marcelo Guimarães, de 29 anos, comprou um Corsa Flex em 2004 e por três vezes o carro falhou na hora de dar a partida. Eis o que ele aprendeu com a experiência:

Quando quer trocar de combustível, abastece num posto longe de sua casa. Assim, até chegar à garagem, o carro reconhece a nova fórmula

O reservatório de partida a frio deve estar sempre cheio de gasolina. Tal peça fica na parte da frente do veículo e sua função é ligar o carro quando a temperatura do motor está abaixo de 17 graus

 

Troca de óleo a cada 5000 quilômetros


O publicitário Gustavo Romero, de 24 anos, comprou há um ano um Palio modelo 2002 e precisou trocar o óleo com 8000 quilômetros rodados, porque o produto já estava danificando o motor. Estas são as lições que ele tirou da experiência:

O manual da maioria dos carros instrui a trocar o óleo pela primeira vez na revisão dos 10000 quilômetros. Mas alguns veículos requerem troca antes

É preferível utilizar óleo mineral ao semi-sintético, mesmo que ele demande uma revisão cuidadosa, a cada 5000 quilômetros

Com reportagem de Marcos Todeschini

 
 
 
 
topovoltar