Notas internacionais

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 
Clique nos nomes e leia as notas

 

BERLIM

"O ódio aos estrangeiros me deixou indiferente"

 
AP
AP
Os alemães e a xenofobia: Angelika Adriano era casada com o moçambicano que Hilprecht assassinou

Três neonazistas alemães foram levados a julgamento na semana passada por um crime que traz lembranças sombrias sobre a banalidade do mal. Os réus, dois adolescentes de 16 anos e um, Enrico Hilprecht, de 24, mataram a pancadas o moçambicano Alberto Adriano, 39 anos. Casado com a alemã Angelika, com quem tinha três filhos, Adriano foi escolhido a esmo. "Sabia que poderia matá-lo, mas o ódio a estrangeiros me deixou indiferente", disse Hilprecht, que virou símbolo da violência contra imigrantes na Alemanha.

 

CINGAPURA

A Ásia escolhe os seus filhos

A baixa taxa de natalidade no país levou o governo de Cingapura a pagar 7.000 reais para o casal que tiver um filho. Os chineses, agindo no sentido contrário, insistem na política do filho único. Na semana passada, funcionários provinciais afogaram um recém-nascido na presença dos pais. Seria o quarto filho do casal, um luxo proibido na China.

 

 

 

 

 

 

SYDNEY

Bons de esporte, ruins de história

Montagem sobre foto de Reuters/Waldemir Cunha


Ao homenagear a Grécia nas 3 100 medalhas confeccionadas para as Olimpíadas de Sydney, os australianos acertaram em quase tudo. Desenharam uma ânfora grega ao lado de Nike, a deusa helênica da vitória, segurando uma coroa de louros. Mas, ao fundo, os australianos optaram pela silhueta do Coliseu, o estádio da Roma antiga, ao invés do Partenon, o templo de Atenas. Os organizadores dos Jogos explicaram a mancada dizendo que se tratava de um coliseu genérico, não o de Roma. Pegou, obviamente, muito mal. A comunidade grega da Austrália continua protestando.

 

 

Perigo no ar

AFP


Quase 700 pessoas já morreram neste ano nos seis maiores acidentes envolvendo aviões comerciais de grande porte

Na semana passada, depois de duas tentativas de pouso no Aeroporto Internacional de Manama, um Airbus da Gulf Air que ia do Cairo, no Egito, para o emirado de Barein espatifou-se nas águas do mar no Golfo Pérsico. Morreram as 143 pessoas a bordo, incluindo 36 crianças.

25 de julho – Um Concorde da Air France explode depois da decolagem e cai nas proximidades de Paris. 113 MORTOS

17 de julho – Um Boeing 737-200 da Alliance Air se espatifa em Patna, na Índia. 55 MORTOS

19 de abril – Um Boeing 737-200 da Air Philippines cai perto de Davao, nas Filipinas. 131 MORTOS

31 de janeiro – Um MD-83 da Alaska Airlines cai na Califórnia, Estados Unidos. 88 MORTOS

30 de janeiro – Um Airbus A-310 da Kenya Airways cai no litoral da Costa do Marfim. 169 MORTOS

 

Copyright 2000
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Recife | Guias Regionais
Edições Especiais | Site Olímpico | Especiais on-line
Arquivos | Downloads | Próxima VEJA | Fale conosco