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Olha o ibope subindo

 
Antonio Milena
Flávio e Gustavo: os gêmeos que chegaram para o lugar da Tiazinha

Campeã de lançamento de esplendorosas garotas rebolativas (leia-se Tiazinha e Feiticeira), a Bandeirantes investe agora na área masculina. E que área. A audiência sobe quando se apresentam no programa O+ os gêmeos mineiros Flávio e Gustavo Mendonça, 21 anos e muita musculação no currículo. Flávio (o da pintinha acima do lábio) e Gustavo (o da tatuagem) não rebolam e não têm nome artístico – só os corpinhos de levantar ibope. "Não somos personagens, somos nós mesmos", explica Gustavo. O primeiro convite para posarem nus foi recusado. "Começamos agora, e acho que não é hora ainda", arrisca Flávio. No futuro, quem sabe...

 

Meninos, me aguardem

Sebastião Moreira/AE
Meren: competições em lombo de touro


Filha de um encanador e de uma dona-de-casa, mas vizinha de fazendeiros, Meren Helen, 13 anos, 46 quilos, cismou de ser vaqueira. Tanto treinou que conseguiu: na semana passada, foi a primeira mulher, digamos, a competir montando touro na Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos, interior de São Paulo. Caiu logo, mas não desanimou. "No ano que vem tem mais e vou estar mais bem preparada", avisa. Também espera ter mais sorte no quesito admiradores, que – apesar do batom e das unhas pintadas – julgou fraquíssimo. "Os garotos têm medo de mim", entrega.


 

 

Belíssima militância

Militante da causa dos direitos humanos, a ex-professora de química carioca Rosália Lemos, 40 anos, comanda há um mês o Disque-Racismo e já recebeu 150 denúncias de discriminação racial. "No Brasil, o negro não é um ser humano, é uma coisa", fulmina. Bonita e vaidosa, Rosália, casada, dois filhos, considera-se pessoalmente muito respeitada e garante que jamais recebeu uma cantada no ambiente profissional. E isso depois de ter dado cursos de cidadania a centenas de policiais, a convite da Secretaria de Segurança Pública do Rio de Janeiro. "Eles se comportam direitinho", afirma.

 

Paraíso, o.k.
Mas de roupa

Roberto Faissao/divulgação
Palmeira e Ana Paula: Marcos e Ana no palco


Namorados na vida real, os atores Marcos Palmeira e Ana Paula Arosio contracenam em Diário Secreto de Adão e Eva, peça do americano Mark Twain à qual o diretor Antonio Abujamra adaptou trechos de obras de autores brasileiros, como Nelson Rodrigues. Em uma das cenas, os personagens foram batizados de Marcos e Ana. Só brincadeirinha. "Não fazemos da peça uma extensão da nossa relação. Só vivemos Adão e Eva no palco", diz Ana Paula. A peça estreou com a dupla bem mais vestida que o esperado para um casal no paraíso. Só no último ensaio decidiram tirar a roupa. Assim mesmo na penumbra, nos últimos minutos da peça. Assim, não há serpente que agüente.

 

 

Agora, apenas boas amigas

A união de três anos e meio acabou. O motivo aparente foi a divergência sobre ter ou não ter filhos. Situação até corriqueira, não fosse o casal desfeito formado pelas atrizes Ellen DeGeneres, 43 anos, e Anne Heche, 31, a mais assumida dupla lésbica dos Estados Unidos. Pouco depois do rompimento, uma atordoada Anne largou o carro numa estrada da Califórnia, caminhou horas sem rumo e, por fim, bateu numa casa desconhecida, dizendo ser Deus. Levada a um hospital e medicada, no fim de semana Anne estava no Canadá, iniciando um novo filme, mas sem contar o que Ellen fazia para provocar efeito tão perturbador.

 

Exóticas, sim; bigode, nunca

 
Reprodução The Book Los Angeles
Nen Line Cinema

Salma, como Frida, e Jennifer em The Cell: versões diferentes

Pequena, manca, sobrancelhas cerradas, buço acentuado, a pintora mexicana Frida Kahlo despertou muitas paixões, mas nunca foi nenhuma beldade. Pois agora vai ser, em dois filmes sobre sua vida. No da produtora Miramax (cujo diretor convidado, o brasileiro Andrucha Waddington, ainda não disse sim), o papel é da exuberante Salma Hayek, que, animada, já posou de Frida para uma revista americana. No de Steven Spielberg, a latinidade será defendida pelas curvas de Jennifer Lopez. Experiência com figurinos que, estranhamente, cobrem o corpo todinho ela já começa a acumular. No filme The Cell, que acaba de estrear nos Estados Unidos, Jennifer aparece de manto e camisolão, num traje que todos juravam se inspirar em Nossa Senhora, mas que ela esclarece: "É a deusa brasileira do mar". Valha-nos, Iemanjá.


Editado por Lizia Bydlowski. Colaboraram Aida Veiga,
Bel Moherdaui, e Marcelo Carneiro

 

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