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Guia
Portas
inteligentes
Como
sua fechadura pode reconhecer você
Empresas
brasileiras já oferecem fechaduras que se abrem pela identificação
da impressão digital ou da íris do morador, antes
exclusividade da ficção científica. Nesses
dois sistemas, é preciso cadastrar as pessoas autorizadas
a entrar. No caso da fechadura "digital", a pessoa encosta o dedo
em um leitor. É possível cadastrar mais de um dedo,
providência útil para o caso de algum ferimento. O
sistema custa 1 200 reais.
Na
fechadura óptica, basta pôr um dos olhos diante do
aparelho leitor. Custa 23 000 reais. Os sistemas digital e óptico
são informatizados; em caso de pane no computador que os
controla, é possível abrir a porta com uma chave de
emergência.
Outros
tipos de fechadura informatizada, mais conhecidos, são os
que usam senhas ou cartões. Uma fechadura com senha de quatro
ou cinco dígitos sai por 2 800 reais. A fechadura com cartão,
1 500 reais. A vantagem do cartão é a flexibilidade:
é possível bloquear o acesso à porta (em caso
de roubo, por exemplo) e registrar os horários de entrada
e saída de cada cartão. Uma desvantagem é que
senha e cartão usam pilhas no sistema. Se elas se descarregarem,
alguns modelos têm uma chave de emergência. Outros não.
Ajuda
bem bolada
Acessórios
que tornam mais confortável a
vida de idosos e portadores de deficiência
Alô
Help
Espécie
de relógio de pulso que permite pedir ajuda em caso
de queda ou mal-estar, por exemplo. Registra chamados a até
150 metros de distância. Operado por uma central de serviços,
só está disponível em parte do Estado de São
Paulo.
78 reais (mensalidade)
Monitor
de pressão
Instalado
no pulso, elabora um gráfico das medidas para monitoramento
médico.
260 reais
Poltrona
dirigível
Computadorizada e reclinável, ajuda na locomoção
em casa. Pode andar a 5 quilômetros por hora. Tem marcha a
ré e passa por portas comuns.
16 000 reais
Carro
para subir e descer escadas
Funciona
como a esteira dos tanques de guerra. Tem cinto de segurança
e apoio de cabeça. Capaz de transportar 130 quilos até
o alto de um prédio de 35 andares.
29 000 reais
Coração
na chuteira
Esporte
exige boa saúde
Se
até esportistas profissionais são vítimas de
colapsos em campo, atletas de fim de semana devem dobrar os cuidados.
Nabil Ghorayeb, presidente do departamento de cardiologia do esporte
da Sociedade Brasileira de Cardiologia, diz que até os mais
jovens devem se cuidar, sobretudo quando há cardíacos
na família. Um exame detalhado no cardiologista pode revelar
problemas ainda não manifestados. Devem-se levar a sério
sintomas como palpitação, tontura, dor no tórax
com irradiação para os braços, falta de ar
injustificada, taquicardia, pulso irregular e enjôo. Uma só
resposta "sim" às perguntas abaixo indica que é hora
de um exame.
Algum
médico já disse que você só deve realizar
atividade física monitorada?
Você
sente dor no peito quando pratica atividade física?
No
último mês, você sentiu dor no peito?
Você
já apresentou desequilíbrio devido a tontura ou perda
de consciência?
Você
toma algum medicamento para pressão arterial ou problema
de coração?
SAÚDE
BOA
NOTÍCIA
Pela ordem bipolar
A Food
and Drug Administration, a agência americana que regula alimentos
e medicamentos, aprovou uma nova substância para o tratamento
da desordem bipolar, mal antes conhecido como psicose maníaco-depressiva.
A lamotrigina reduz a ocorrência de alguns distúrbios
associados à doença, como a constante alternância
entre estados de depressão e de euforia. O medicamento já
existe no mercado americano; a autorização para seu
uso no Brasil contra a desordem bipolar deve levar alguns meses.
MÁ
NOTÍCIA
Um câncer depois do outro
O tratamento
mais comum para o mal de Hodgkin, um tumor dos gânglios linfáticos,
pode ter um efeito colateral: câncer de mama. Estudo do Instituto
Nacional de Câncer dos Estados Unidos, com 3 817 mulheres,
mostrou que 3% tiveram tumores nos seios anos depois do linfoma.
Embora pareça baixa, é uma porcentagem que os médicos
querem reduzir. Aparentemente, a culpa é da radioterapia
dirigida para o peito da mulher. Tratamentos como a quimioterapia
e a radioterapia nos ovários, e não no peito, reduzem
esse risco.
Colaboraram
Felipe Patury, Juliana Tourrucoo,
Leonardo Fuhrmann e Tales Azzoni
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