Notícia
quente na rede
Ricardo Benichio
 |
| Nilson:
furo de reportagem |
Na última quarta-feira, o subeditor Nilson Vargas chegou
agitado à redação de VEJA. Não era
para menos. Ele tinha em mãos o que, no jargão dos
jornalistas, é conhecido como furo de reportagem. Na noite
anterior, um dos sócios do iG, o maior portal gratuito
de internet no Brasil, havia confirmado que a empresa estava à
venda. Tinha até contratado um grande banco de investimentos,
o Salomon Brothers, para lhe dar assessoria no negócio.
O dilema de Nilson era o seguinte: esperava a edição
impressa de VEJA, que chegaria às bancas no fim de semana,
para publicar a notícia, até aquele momento exclusiva,
ou jogava logo a informação na internet? Numa rápida
reunião, os editores de VEJA decidiram pela segunda alternativa.
No começo da tarde, VEJA on-line deu em primeira mão
a notícia que, no dia seguinte, estaria em todos os jornais.
Comprovou-se dessa forma que, para os jornalistas de VEJA, agilidade
e bom jornalismo são prioridades absolutas quando o interesse
do leitor está em jogo seja na forma de uma revista
em papel ou de sinais eletrônicos na internet.
VEJA
recomenda
A
versão multimídia da seção VEJA Recomenda
traz nesta semana o trailer do filme Jogo Duro, do veterano
diretor John Frankenheimer, que nos anos 70 fez o clássico
Operação França. A história
conta as aventuras de um condenado que acaba de sair da prisão.
O protagonista é um sujeito de moral um tanto duvidosa.
Tanto que ele se faz passar por seu colega de cela e toma posse
da vida e da namorada do outro. O roteiro não parece ser
dos mais complicados, mas de Frankenheimer
não se pode esperar pouco. Um irmão mau-caráter
da moça entra na fita e desarruma a trama. Nesta semana
no site de VEJA, você poderá
conferir as melhores cenas do filme.
Chitãozinho
& Xororó
A
Rádio VEJA desta semana traz alguns trechos de um bate-papo
do subeditor Sérgio Martins com a mais famosa dupla sertaneja
do Brasil. No programa, Chitãozinho e Xororó contam
como produzem seus mega-shows e como funciona a equipe que organiza
os espetáculos pelas cidades do interior.
O
governo precisa de espiões?
O
fórum de debates de VEJA on-line perguntou a seus leitores:
o governo brasileiro precisa ter uma agência de espionagem,
para xeretar a vida de políticos, sindicalistas, empresários
e jornalistas? Algumas opiniões:
"Eu
acho um abuso, uma falta de respeito com a vida alheia. A ditadura
militar já acabou há muito tempo."
Luiz Almeida
luizalmeidacafezeiro@bol.com.br
Salvador
(BA)
"O
Brasil necessita de uma agência de inteligência se
for para utilizá-la em prol dos interesses nacionais. O
que não pode é usar os seus serviços contra
desafetos pessoais do primeiro escalão do governo."
Raylton Alves Batista
rayltonhall.fla27@globo.com
Brasília
(DF)
"Se
os agentes da Abin fossem colocados a serviço do Ministério
Público, e por ele fossem controlados, fariam um trabalho
extraordinário para nós brasileiros."
José C. de Alencar
alencar.alencar@uol.com.br
São
Luís (MA)
"O
Brasil deve permanecer com a Abin para manter o governo informado
dos assuntos de interesse nacional. Xeretar foge aos princípios
de qualquer serviço de inteligência que se preze."
Antonio José de Franca
ajofranca@uol.com.br
Lavras
da Mangabeira (CE)
A
revista em seu celular
Agora
você pode consultar os roteiros de Veja São Paulo
e receber os destaques da próxima edição
de VEJA em seu telefone celular. O serviço wap de VEJA
está disponível para os usuários da Telesp
Celular, em São Paulo, ou de outras operadoras em alguns
Estados. É a forma mais rápida de escolher um programa
se você estiver na rua e de saber o que a revista trará
na semana, se estiver longe de um micro. Centenas de pessoas já
estão ligadas na novidade. Todas as instruções
de acesso podem ser encontradas na Estação VEJA,
no site da revista.
|
Fervura
na noite de Curitiba
O novo site Noite Curitiba (www.vejaparana.com.br),
lançado por VEJA on-line na quinta-feira 16, seduziu
de imediato os internautas da capital paranaense. Na primeira
semana, registrou uma média de 5 000 acessos diários.
A metade deles foi ao banco de dados do site, onde estão
os endereços de 360 estabelecimentos, incluindo restaurantes,
bares, danceterias, cafés, sorveterias, lanchonetes
e até barracas de cachorro-quente.
|
Editado
por Laurentino Gomes
(lgomes@vjlistas.veja.com.br)