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Holofote
Felipe Patury
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À PROCURA DE UM SÓCIO ESTRANGEIRO
Cida Souza
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O apresentador Carlos Massa, o Ratinho, comprou uma fazenda
de 100 000 hectares no Acre. Como não sabia o que fazer com
ela, pediu ajuda ao empresário Eike Baptista, que tem mineradoras
na Região Norte. Geógrafos das companhias de Eike
mapearam a área. O empresário aconselhou a exploração
de madeira. Animado, Ratinho convidou-o para ser sócio. Eike
não topou, mas prometeu arranjar um parceiro estrangeiro
disposto a investir 20 milhões de reais numa madeireira.
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BYE,
BYE, KROLL BRASIL
Simone Marinho
Ag. O Globo
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Em maio passado, o diretor-geral da Kroll no Brasil, Eduardo
Sampaio, pediu transferência para uma sucursal da empresa
de investigação na Ásia. Depois que a Kroll
foi surpreendida investigando o governo a soldo da Brasil Telecom,
Sampaio renovou a solicitação. Há duas semanas,
o comando da empresa em Nova York aceitou seu pedido. Sampaio vai
dirigir a Kroll no Pacífico Sul, uma operação
de 13 milhões de dólares, três vezes maior do
que a brasileira. Sua missão: triplicar o faturamento em
três anos.
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SEM
AJUDA DAS PPPs
Ed Ferreira/AE
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O projeto mais importante de infra-estrutura do Rio de Janeiro é
um anel viário que ligará as estradas de acesso à
capital ao Porto de Sepetiba. O trecho mais importante custará
600 milhões de reais. Na próxima semana, o presidente
da Federação das Indústrias do Rio, Eduardo
Eugênio Gouveia Vieira, recebe o plano dos empresários
para construir esse trecho. O governo federal decidiu bancar o que
faltar. O projeto será apresentado em Brasília até
o próximo dia 15.
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QUEM
EDITOU MENOS MPs
Orlando Brito
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O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é freqüentemente
abastecido de estudos para defender seu governo. Ele tem em mãos
uma análise sobre a edição de medidas provisórias,
feito pelo deputado José Roberto Arruda. O estudo
diz que o governo Lula editou, em média, 4,8 medidas provisórias
por mês em 2003 e seis neste ano. FHC publicou 2,5 em 1995
e 3,4 em 1996. FHC também editou menos MPs que Lula em seu
segundo mandato. A média foi de 3,9 em 1999 e de 1,9 em 2000.
Foto Mario Rodrigues
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Foto Marcos Issa/Ag. O Globo |
Com reportagem de Camila
Antunes e Juliana Linhares
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