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Gente
Gatinha,
mas
com garras
Reuters
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| Avril produzida: divisão
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Até o joelho, uma patricinha, do vestido ao cabelo. Nos pés,
de coturnos, seu eu habitual. Assim dividida, Avril Lavigne,
a menina brigona do rock, chega aos 20 anos nesta segunda-feira.
Falando a VEJA, Avril confirmou o tempero agridoce açúcar
no visual ("Foi a primeira vez que pus vestido em uma festa e achei
legal. Também tenho uns pares de sapato alto e estou tentando
me acostumar com eles"), pimenta na avaliação de (algumas)
colegas. Confira.
Celine
Dion: "Não sei. Não conheço".
k.d. lang:
"k.d. quem?".
Norah Jones:
"Essa eu sei quem é".
Alanis
Morissette: "Adoro".
Madonna:
"Gosto de tudo nela".
Pink: "Adoro".
Britney
Spears: "Somos tipos diferentes de artista. As pessoas sempre nos
comparam, mas somos opostas".
O
branco do rap à mostra
O enfezado
rapper Eminem está a ponto de revelar um segredo:
sob a calça largona e camiseta mais ainda existe um corpinho
que não faz nada feio para quem faz o gênero loiro-negro.
A revelação deve acontecer (se acontecer) no clipe
de lançamento do CD Encore, em outubro, gravado por
um Eminem só de tênis e três pés de meia
(um enrolado em partes imencionáveis). Ainda não se
sabe se a seqüência que o cantor fez numa rua
de Los Angeles, totalmente à vontade diante da equipe de
filmagem irá ou não ao ar. Se for, atentem
para um detalhe muito comentado por quem viu de perto: ele praticamente
não tem pêlos no corpo.
A arma do
general para ficar rico
AP
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| Kalashnikov apresenta
sua vodca: no Brasil em 2005 |
Durante sessenta
anos de comunismo, o general russo Mikhail Kalashnikov, inventor
do fuzil preferido de dez entre dez guerrilheiros (e traficantes),
desfrutou muita fama e pouco dinheiro. "Ganhei condecorações,
mas sempre vivi de salário. A patente ficou com o governo",
conta. Agora, aos 87 anos, prepara-se para lucrar algum com o nome
famoso: lançou a vodca Kalashnikov, idéia do empresário
inglês John Florey. "Sou presidente honorário da empresa
e tenho participação nos lucros", orgulhou-se Kalashnikov
em entrevista a VEJA, na qual informou que bebe, sim ("Ainda sou
muito jovem!"), e garantiu que as duas, arma e bebida, "serão
igualmente famosas". A vodca e seu general devem desembarcar no
Brasil no ano que vem.
Anúncio
que
faz currículo
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| Santoro: ajudando
a vender
perfume no comercial com Nicole |
Marcos
Ramos/Ag. Globo
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Em outubro, Rodrigo Santoro volta às telas internacionais.
Serão apenas dois minutos de um comercial mas daqueles
que podem mudar uma carreira. Motivos: 1) seu par é Nicole
Kidman; 2) o produto é o perfume Chanel nº 5; 3)
o diretor é Baz Luhrmann, o mesmo de Moulin Rouge;
4) o papel, de escritor jovem com quem artista famosa tem tórrido
romance, exigia "um ator de peso", que não tivesse "um ataque
de nervos" diante da estrela. "Fizemos um teste", relata Luhrmann,
"e ele mostrou por que é um dos maiores atores do Brasil."
O comercial, acredita, será um sucesso: as mulheres vão
sonhar ser Nicole e acordar com Rodrigo.
Dupla comemoração
Divulgação
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| Os noivos
cumprimentam
Bethy: cota de
Krug |
Radiante com o
casamento da filha caçula, Patrícia, com o
empresário paulista André Germanos, e também
com as recentes vitórias nos tribunais (em março,
foi inocentado de crime contra o sistema financeiro; em agosto,
a Justiça Federal se disse incompetente para julgá-lo
por crime contra a economia popular), o ex-megainvestidor Naji Nahas,
hoje "consultor", acusado de quebrar a Bolsa de Valores do Rio em
1989, superou-se na comemoração. Calcula-se que tenha
gasto 1 milhão de dólares quase 3 milhões
de reais com a festa para 1.200 pessoas ("Não foi
nem metade disso", rebate ele). Dos 160 convidados estrangeiros,
três chegaram em Boeings particulares. A grã-viúva
Bethy Lagardère veio de Paris; de blazer brilhante Pierre
Cardin, sentou-se bem no fundo da Catedral da Sé (sim, o
religioso foi na Sé, centro de São Paulo, e não,
não é verdade que havia mais seguranças que
convidados). "Queria ser a primeira a ver a noiva entrar na igreja",
explicou. Para a festa, em uma tenda de 1.800 metros quadrados e
12 metros de pé-direito no jardim de sua casa, Nahas arrematou
a cota anual inteira de champanhe Krug da importadora: 600 garrafas,
a 150 dólares cada uma. Ao microfone, o canadense Paul Anka,
ídolo dos anos 60 (tradução: a paleológica
Diana cantada no original). Enfim, muito "mais Paris do que
Campinas", como exigiam decoradores envolvidos na saga sem
saber que podiam, pela comparação, iniciar uma guerra
de dar inveja a libanês.
Editado
por Lizia Bydlowski.
Colaboraram Bel Moherdaui, Sandra Brasil e, de Londres, Silvia Rogar
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