Edição 1924 . 28 de setembro de 2005

Índice
Claudio de Moura Castro
Millôr
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Datas
Veja essa
Auto-retrato
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Cartas

 

"Se a estrela do PT fosse feita com vidro blindado de honestidade, não se quebraria nunca."
Emilson de Azevedo Cruz
Cachoeiro de Itapemirim, ES

PT

Meus cumprimentos pela reportagem "Da utopia ao caos" (21 de setembro). Ela é um documento histórico sobre o que é o partido que ajudamos a levar ao poder. Deve ser lida e guardada por todos os brasileiros e lembrada principalmente pelos eleitores no próximo ano. O episódio mostra, ainda, que nossa democracia tem muita pedra a ser quebrada, mas ficamos felizes em constatar que a imprensa, principalmente VEJA, nos oferece o martelo.
Bruno Brant Pereira
Santarém, PA  

PT: Perda Total. 25 anos de uma bela teoria estragados por menos de quatro anos de uma prática vergonhosa.
Josué Leonardo da Silva
Brasília, DF  

Não estou decepcionado com o governo PT-Lula. Nunca esperei muito de um governo formado por comunistas teóricos, um líder dirigente sindical que incitava as massas às greves e pouco trabalhou, ex-guerrilheiros, ex-seqüestradores, ex-adeptos da luta armada e muitos semi-analfabetos (dentre eles Lula, que teve 25 anos para continuar os estudos, mas preferiu não fazê-lo). Por que só agora a sociedade vê a realidade? Por que ainda agora, mesmo diante de fatos inequívocos, pensadores considerados a nata intelectual (como Marilena Chaui) do país ainda se fazem de cegos? Vejamos como a sociedade se comporta nas próximas eleições, se conseguiremos finalmente eleger pessoas sérias e preparadas.
Denis Schaefer
São Paulo, SP  

A grande trama de perpetuação no poder tinha como estratégias básicas o que se segue: aliança com os partidos podres da burguesia, uma política assistencialista para cooptar os pobres e miseráveis (o ridículo Fome Zero é um grande exemplo), o aparelhamento do Estado, com o controle da imprensa, do MP e do Judiciário, e a obtenção ilegal de recursos financeiros para manter a marquetagem e o exercício do poder nos três níveis da federação.
Breno Carley Santos
Boca Raton, Flórida, Estados Unidos  

Como podem ser "intelectuais" pessoas que, em pleno século XXI, ainda usam termos anacrônicos como "imperialismo", "burguesia" e outros? Intelectual pensa, cria, não fica a repetir chavões e idéias que já foram soterrados pela história. VEJA foi muito generosa com a senhora Marilena Chaui e colegas ao referir-se a eles como intelectuais.
Adson Marchiori da Silva
Itanhaém, SP  

Foi muito esclarecedora e instrutiva a reportagem sobre o Partido dos Trambiqueiros, cujos arautos intelectuais insistem na negativa de erros, mazelas, irregularidades e crimes grotescos, numa forma patética de tentar defender o indefensável, tal como a filósofa Marilena Chaui, que, salvo engano, continua sendo apenas uma pessoa míope, politicamente falando.
Estácio Trajano Borges
Porto Velho, RO  

A matéria é recheada de preconceitos e absurdos, inaceitáveis para uma reportagem que tenta ser um pouco séria – isso, sim, é um golpe na democracia e no jornalismo sério. Ela não passa de uma enumeração de disparates, avessa ao bom senso e uma afronta à razão.
Paulo Eduardo Malerba
Jundiaí, SP  

A matéria "Da utopia ao caos" está literalmente perfeita; primeiro, com a comparação esplêndida entre a criação do PT e o declínio do comunismo no mundo europeu, asiático e russo. Segundo, com as fotos nas páginas 45 e 46. Que detalhe, que precisão, que magia! Realmente, que transformação, principalmente visual. E, em terceiro, com a crítica a Marilena Chaui, de forma elegante e incontestável.
Alexandre Cassar Magdalena
Manaus, AM

Na reportagem sobre os candidatos à presidência do PT, VEJA diz que Valter Pomar é "...neto de Pedro Pomar, um dos participantes da guerrilha do Araguaia...". Pedro Pomar não participou da guerrilha. Pedro Pomar era na verdade um crítico da ação no Araguaia.
Eduardo S. Martins
Ribeirão Preto, SP  

Não sei, não, mas penso que a revista está sendo otimista demais achando que o PT acabou.
Karin Santos
Montreal, Canadá

 

Edson Vidigal

Nunca faço nada às escondidas. Sempre fiz questão de agir com absoluta transparência. A verdade que não interessou a VEJA saber foi que o apartamento, seu aluguel e posse, é objeto de processo judicial em que demanda pai contra os filhos, e eu nunca tive, nem devo ter, nenhum envolvimento direto ou indireto. O que sei é que o pai que demanda contra os filhos é pessoa muito rica, dono de fazendas, imobiliária, carros importados, imóveis e que tem dívidas com a Justiça criminal. Não o reconheceria, pessoalmente, se o visse na rua. Sei que se chama José Paulo Afonso de Souza, conhecido na praça, mas, ainda, desconhecido, de corpo inteiro, da Receita Federal e da Justiça criminal. O que sei é que, recusando-se a cumprir com as suas obrigações de alimentos para com os filhos, como o fez muitas vezes, e estando eles vivendo em penúria, devendo condomínio e mensalidades escolares e não tendo mais a mãe do que se desfazer em bens para pagar as contas dos filhos, depois de muitas tratativas, ele, o pai, concordou, por escrito, com que o apartamento fosse alugado. Os filhos iriam morar num imóvel mais barato e a diferença, a maior, cobriria suas despesas de escola e de manutenção. Já àquela época fiquei sabendo das falas dos membros da suposta quadrilha envolvendo o meu nome. De pronto, oficiei ao ministro da Justiça, Márcio Thomaz Bastos, em 23 de junho de 2005, pedindo ampla investigação. Levantei o nome de todos os envolvidos e mandei fazer uma pesquisa nos arquivos do STJ para saber se, em algum momento, eu havia decidido sobre algum deles. Apareceu um nome, César Arrieta com "habeas corpus", há mais de três anos. Pedido indeferido. Em resumo, o pai vem perdendo a demanda contra os filhos na Justiça em São Paulo e, inconformado, já ingressou com outras ações contra eles. Sobre ter comparecido ao seminário dos planos de saúde, em Santiago do Chile. Tudo transparente. Viajei em avião de carreira, em horários públicos, registrei-me com meu nome próprio em hotel conhecido. Não é com agrados, quaisquer que sejam, que vão invadir minha consciência. Nesse aspecto, também, sou inviolável. Cada um com a sua ética. A minha ética não rima com hipocrisia ("Não pode pairar dúvida", 21 de setembro).
Edson Carvalho Vidigal
Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ)
Brasília, DF

 

Ambiente

Em razão de citação de meu nome na edição 1 923, ano 38, nº 38, na matéria sob o título "Política da destruição" (21 de setembro), afirmo que jamais, em tempo algum, achaquei quem quer que seja. Nunca participei da política financeira de campanhas de minha irmã, a senadora Ana Júlia Carepa. Nem sequer sou filiado ao Partido dos Trabalhadores. Minha participação em campanhas de minha irmã se limita a comícios, caminhadas e debates. Sou advogado e funcionário público do Estado há mais de vinte anos e nunca pratiquei nenhum ato desabonador em toda a minha vida funcional e profissional. Desconheço o advogado que me acusou. Propus ao repórter responsável pela matéria confrontar-me pessoalmente, na sua presença, com o dito advogado e seus supostos clientes madeireiros. A acusação é uma vilania, com objetivo único de usar meu nome para atingir minha irmã. Já estou tomando as providências judiciais para a reparação da calúnia sofrida.
Arthur Carepa
Advogado OAB/PA 2751
Belém, PA

 

Nelson Jobim

Não punir ou optar por uma punição que não condiz com a severidade do delito faz parte da nossa cultura latina, infelizmente (Carta ao leitor, 21 de setembro). Quero, portanto, registrar minha indignação com a liminar concedida aos deputados que estão sob a investigação das diversas CPIs. Acho que o respeitabilíssimo ministro do Supremo Tribunal Federal no mínimo está postergando o desfecho do processo, assim como propiciando condições para que tudo continue na mesma. Que Justiça é essa? Entendo que parte da resposta está no artigo do André Petry ("A Justiça e a vergonha", 21 de setembro).
Saulo Mundim Lenza
Ribeirão Preto, SP

Depois de ler a Carta ao leitor, meu sentimento foi o da mais pura revolta. Como entender que o senhor Nelson Jobim, presidente do STF, possa contribuir de forma tão vergonhosa para que tudo realmente acabe numa enorme pizza? Como entender essa atitude diante desse verdadeiro desvario político em que se encontra o país? De que maneira nós, pobres mortais, poderemos combater esse tipo de desmando ou qualquer coisa que o valha? Quem souber, pelo amor de Deus, me diga!
Maria da Graça Barroso
Belém, PA  

O país há muito vem tentando fazer uma faxina séria no quadro político, atualmente desprovido do mais fundamental senso de moral, e somos surpreendidos com a notícia da liminar perpetrada pelo "ilustríssimo" ministro Nelson Jobim para os seis deputados pelo PT ("A um passo da impunidade", 21 de setembro).
Cristian Gomez
Londrina, PR

 

Severino Cavalcanti

Com relação à acusação do deputado Severino Cavalcanti de que VEJA teria comprado denúncias falsas, interpreto-a como uma reação natural e comum dos culpados e dos acusados em geral. VEJA certamente já está acostumada e não se abala com isso. Que bom que ainda temos as revistas, o rádio, a TV, os jornais e os jornalistas que nos mostram – e devem sempre mostrar – tudo de bom e de ruim que precisamos saber. Essa é a sagrada missão desses profissionais, sem os quais a democracia não conseguiria sobreviver ("O último show de Severino", 21 de setembro).
José Maria Barbosa
Maceió, AL

 

Cartas

A carta da lavra do senhor Luiz Fernando Tubino (Cartas, 14 de setembro) contém informações falsas a respeito de nossa empresa. Fomos a empresa que, após regular processo licitatório, acabou tendo o serviço de coleta de resíduos de Porto Alegre adjudicado, realizando há mais de 38 meses a coleta de resíduos mais barata entre as capitais de nosso país e tendo a eficiência reconhecida pela população de Porto Alegre. Não é verdade que trabalhamos em todas as cidades administradas pelo PT. Nossa empresa trabalha em 32 municípios do Rio Grande do Sul, com sedes constituídas e identificadas, prestando serviços a prefeituras administradas por diversos partidos políticos. Nunca tivemos nenhum tipo de relação contratual com o município de Gravataí, jamais trabalhamos no município nem, muito menos, estamos operando lá neste momento, não atuamos com transporte coletivo nem sequer participamos do certame político que está em curso para a contratação de empresa nesse segmento.
Ricardo Viana Reis
Sócio-diretor da PRT – Prestação de Serviços Ltda
Santa Maria, RS

 

Guia

Com relação ao texto "A onda dos orgânicos" (Guia, 7 de setembro), que afirma que o "termo biodinâmico não se refere a orgânicos", gostaríamos de esclarecer que, embora a agricultura biodinâmica tenha características próprias de manejo, com uma certificação mundialmente reconhecida chamada Demeter, seus fundamentos e princípios são muito parecidos com os da agricultura orgânica. A Lei nº 10831, de 2003, reconheceu a agricultura biodinâmica como agricultura orgânica.
Rachel Soraggi
Presidente da Associação Brasileira de Agricultura Biodinâmica
Por e-mail

 

Relações exteriores

A reportagem "Um fiasco mundial" (21 de setembro) revelou percepções equivocadas dessa revista. O Itamaraty não "deixou de lado os interesses da economia", pois a ênfase na expansão do comércio com os países em desenvolvimento não ocorreu em detrimento do intercâmbio com parceiros tradicionais, como os EUA e a UE. O reconhecimento da China como economia de mercado nada teve a ver com o pleito brasileiro para obter um assento permanente no Conselho de Segurança das Nações Unidas. A iniciativa está contida em Memorando de Entendimento, destinado a expandir as trocas comerciais e os investimentos entre os dois países. O Brasil tampouco "perdeu a liberdade para adotar salvaguardas contra as importações chinesas". Com relação às dívidas dos países africanos, grande parte dos acordos foi negociada e/ou assinada durante a administração anterior, e, em todos os casos, o Brasil seguiu os parâmetros definidos pelo conjunto de credores reunidos no Clube de Paris. Quanto à eleição para a presidência do BID, o candidato brasileiro obteve 85% do capital votante atribuído aos países da América do Sul. No tocante à eleição para a diretoria-geral da OMC, o Brasil não "rompeu um acordo com os uruguaios", pois tal acordo nunca existiu. Por fim, sobre o Haiti, a presença brasileira e dos demais países, sobretudo latino-americanos, que compõem a Minustah está permitindo a viabilização de processo eleitoral democrático e a progressiva reativação da economia, além da melhora da segurança naquele país.
Ricardo Neiva Tavares
Assessoria de imprensa do gabinete do Ministério das Relações Exteriores
Brasília, DF

 

André Petry

É de entristecer que, num país de corruptos, só pobres e negros cumpram pena em prisões ("A Justiça e a vergonha", 21 de setembro). Mais triste ainda é deparar com a causa das prisões: a necessidade de comer, tomar banho ou colocar fraldas num filho, diferentemente daqueles que roubam o dinheiro do povo para obter poder e mais poder.
Elismara Garcia Minuci Motta
Por e-mail

Discordo da linha de raciocínio de André Petry quando ele tenta minimizar os pequenos atos ilícitos praticados por pessoas desconhecidas usando como argumento a justificativa de que os grandes personagens de todos esses escândalos provavelmente não vão "dormir no xadrez". Roubar um pacote de fraldas, um pacote de biscoitos ou participar de uma quadrilha que suga os recursos públicos são atos que merecem uma penalidade exemplar com cadeia para todos, e quem roubou menos não deve merecer nenhum sentimento de compaixão da sociedade.
José de Oliveira Bastos Neto
Por e-mail

 

Armas do presidente Lula

Cumprimento VEJA e o jornalista Felipe Patury pela nota "As armas do presidente" (Holofote, 21 de setembro). Lula deve mesmo possuir armas de fogo para sua defesa pessoal e das pessoas íntimas. Mas quero ter o mesmo direito. E todas as pessoas devem ter esse direito. Afinal, o "direito à vida" é o primeiro direito pétreo previsto na Constituição. É o principal direito da pessoa, garantido pelo Direito Natural, pela Declaração Universal de Direitos Humanos e pela legislação de todos os países civilizados.
José Pontes Jr.
Fernandópolis, SP

Embora seja contra a venda, compra e posse de armas por civis (bandidos inclusive), acho que Lula deveria devolver apenas um de seus revólveres à campanha de desarmamento. Vai que o presidente resolva "renunciar" como Getúlio...
Helvio Candido Jr.
Vitória, ES

 

DJ Moby

Como fiel leitor de VEJA, sinto-me no direito e na obrigação de criticar a postura preconceituosa adotada na reportagem "Cala a boca e toca" (21 de setembro), de Sérgio Martins, referente à posição do DJ americano Moby a favor da defesa dos animais e à sua opção vegetariana. Infelizmente, atitudes nobres como a defesa dos direitos dos animais, exemplificadas como "manias esquisitas" do DJ Moby, deveriam ser incentivadas, e não reprimidas.
Márcio Baesso
São José do Rio Preto, SP

 

Veja essa

Lamentável a declaração do senhor Paulo Maluf (Veja essa). As "quentinhas" que ele diz que nem seus cães comeriam seriam um banquete para muitos.
Gustavo Guerra Batista
Campo Grande, MS

 

David Fergusson

Gostaria de cumprimentar essa revista pela entrevista com o médico neozelandês David Fergusson (Amarelas, 21 de setembro), que apresentou com propriedade todo o conhecimento adquirido no estudo da maconha. Há dois aspectos que penso ser fundamental ressaltar em sua entrevista. O primeiro diz respeito à necessidade de exigir conhecimento científico nas discussões sobre a problemática das drogas: não dá mais para aceitar que o "achismo" domine os debates sobre o tema. O segundo aspecto é o que enfoca a necessidade de discutir até onde vai a liberdade individual. Se pretendemos viver em uma sociedade melhor, é preciso que as pessoas entendam que sua liberdade vai até onde prejudica os direitos coletivos. Um usuário de maconha tem de saber que é co-responsável pela força do narcotráfico e por todas as mazelas dela decorrentes. São opiniões inteligentes como a de Fergusson que podem nos abrir algumas portas para a busca de uma política sobre drogas no mundo.
José Elias Aiex Neto
Secretário Municipal Antidrogas
Foz do Iguaçu, PR

 

CORREÇÕES: O acidente envolvendo os pilotos Takuma Sato e Michael Schumacher se deu no GP da Bélgica, e não da França (Veja essa, 21 de setembro). Na edição VEJAO Melhor de Brasília (setembro), a foto que ilustra a floricultura Magia das Flores é, na verdade, da Flower Design & Decoração (página 49). Na mesma página, o dono de floricultura Nelson Tokunobu foi erroneamente identificado como Wilson Tokunobu.

 

O PAI-DOS-BURROS

Claudio Marcos Krueger, secretário de Planejamento da Prefeitura Municipal de Pomerode, em Santa Catarina, não gostou de ver o dicionário sendo chamado de "pai dos burros" ("Dicionários e Bíblias", Radar, 7 de setembro). "O dicionário é o instrumento mais importante da nossa língua, fonte primordial à qual recorre toda pessoa que não conhece o significado de todos os vocábulos. Então, inteligente é aquele que recorre ao dicionário para esclarecer suas dúvidas." Krueger tem carradas de razão, mas vale lembrar que a expressão pai-dos-burros é consagrada e já está dicionarizada. No Aurélio, por exemplo: "S.m. Bras. Fam. Dicionário".

 

NA VOZ DE MANUEL BANDEIRA

O leitor que tiver dificuldade para encontrar o CD Manuel Bandeira – O Poeta em Botafogo, citado na reportagem "Retrato falado" (31 de agosto) pode consultar o site www.tratore.com.br, da distribuidora do produto. Na página, há contatos de lojas que comercializam o CD, que foi lançado no último dia 8 pela Academia Brasileira de Letras e traz registros inéditos do poeta lendo 27 de seus poemas, entre eles Vou-me Embora pra Pasárgada.

 

CARICATURA DO MENSALINHO

Duas dezenas de leitores comentaram a capa da edição 1 921 (7 de setembro), que trouxe uma caricatura do presidente da Câmara dos Deputados, Severino Calvalcanti. Guilherme Romeo, do Rio de Janeiro, disse: "Em muitas oportunidades tive vontade de escrever; mas depois dessa brilhante capa não me contive. A caricatura de Severino Mensalinho está sensacional." Francisco Monteiro, da capital paulista, também gostou do trabalho, mas sentiu falta de um destaque para o autor da ilustração. "A capa ficou maravilhosa; porém ao procurar a assinatura do artista surpreendentemente não encontrei. Por que não dar o crédito aos colaboradores na própria capa?", indagou. As referências da capa da revista são publicadas no pé da seção Radar. Muitas vezes o crédito envolve mais de um fotógrafo e artistas gráficos, o que dificulta a impressão de todos os nomes na capa. O autor da caricatura é o desenhista Dálcio Machado, colaborador de VEJA há anos. Em breve, ele lançará seu site, onde todos poderão ver o conjunto de seu trabalho.

 
 
 
 
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