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Cartas
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"Se a estrela do PT fosse feita com
vidro blindado de honestidade, não se quebraria nunca."
Emilson de Azevedo Cruz
Cachoeiro de Itapemirim, ES |
PT
Meus cumprimentos pela reportagem
"Da utopia ao caos" (21 de setembro). Ela é um documento
histórico sobre o que é o partido que ajudamos a levar
ao poder. Deve ser lida e guardada por todos os brasileiros e lembrada
principalmente pelos eleitores no próximo ano. O episódio
mostra, ainda, que nossa democracia tem muita pedra a ser quebrada,
mas ficamos felizes em constatar que a imprensa, principalmente
VEJA, nos oferece o martelo.
Bruno Brant Pereira
Santarém, PA
PT: Perda Total. 25 anos de uma
bela teoria estragados por menos de quatro anos de uma prática
vergonhosa.
Josué Leonardo da Silva
Brasília, DF
Não estou decepcionado
com o governo PT-Lula. Nunca esperei muito de um governo formado
por comunistas teóricos, um líder dirigente sindical
que incitava as massas às greves e pouco trabalhou, ex-guerrilheiros,
ex-seqüestradores, ex-adeptos da luta armada e muitos semi-analfabetos
(dentre eles Lula, que teve 25 anos para continuar os estudos, mas
preferiu não fazê-lo). Por que só agora a sociedade
vê a realidade? Por que ainda agora, mesmo diante de fatos
inequívocos, pensadores considerados a nata intelectual (como
Marilena Chaui) do país ainda se fazem de cegos? Vejamos
como a sociedade se comporta nas próximas eleições,
se conseguiremos finalmente eleger pessoas sérias e preparadas.
Denis Schaefer
São Paulo, SP
A grande trama de perpetuação
no poder tinha como estratégias básicas o que se segue:
aliança com os partidos podres da burguesia, uma política
assistencialista para cooptar os pobres e miseráveis (o ridículo
Fome Zero é um grande exemplo), o aparelhamento do Estado,
com o controle da imprensa, do MP e do Judiciário, e a obtenção
ilegal de recursos financeiros para manter a marquetagem e o exercício
do poder nos três níveis da federação.
Breno Carley Santos
Boca Raton, Flórida, Estados Unidos
Como podem ser "intelectuais"
pessoas que, em pleno século XXI, ainda usam termos anacrônicos
como "imperialismo", "burguesia" e outros? Intelectual pensa, cria,
não fica a repetir chavões e idéias que já
foram soterrados pela história. VEJA foi muito generosa com
a senhora Marilena Chaui e colegas ao referir-se a eles como intelectuais.
Adson Marchiori da Silva
Itanhaém, SP
Foi muito esclarecedora e instrutiva
a reportagem sobre o Partido dos Trambiqueiros, cujos arautos intelectuais
insistem na negativa de erros, mazelas, irregularidades e crimes
grotescos, numa forma patética de tentar defender o indefensável,
tal como a filósofa Marilena Chaui, que, salvo engano, continua
sendo apenas uma pessoa míope, politicamente falando.
Estácio Trajano Borges
Porto Velho, RO
A matéria é recheada
de preconceitos e absurdos, inaceitáveis para uma reportagem
que tenta ser um pouco séria isso, sim, é um
golpe na democracia e no jornalismo sério. Ela não
passa de uma enumeração de disparates, avessa ao bom
senso e uma afronta à razão.
Paulo Eduardo Malerba
Jundiaí, SP
A matéria "Da utopia ao
caos" está literalmente perfeita; primeiro, com a comparação
esplêndida entre a criação do PT e o declínio
do comunismo no mundo europeu, asiático e russo. Segundo,
com as fotos nas páginas 45 e 46. Que detalhe, que precisão,
que magia! Realmente, que transformação, principalmente
visual. E, em terceiro, com a crítica a Marilena Chaui, de
forma elegante e incontestável.
Alexandre Cassar Magdalena
Manaus, AM
Na reportagem sobre os candidatos
à presidência do PT, VEJA diz que Valter Pomar é
"...neto de Pedro Pomar, um dos participantes da guerrilha do Araguaia...".
Pedro Pomar não participou da guerrilha. Pedro Pomar era
na verdade um crítico da ação no Araguaia.
Eduardo S. Martins
Ribeirão Preto, SP
Não sei, não, mas
penso que a revista está sendo otimista demais achando que
o PT acabou.
Karin Santos
Montreal, Canadá
Edson Vidigal
Nunca faço nada às
escondidas. Sempre fiz questão de agir com absoluta transparência.
A verdade que não interessou a VEJA saber foi que o apartamento,
seu aluguel e posse, é objeto de processo judicial em que
demanda pai contra os filhos, e eu nunca tive, nem devo ter, nenhum
envolvimento direto ou indireto. O que sei é que o pai que
demanda contra os filhos é pessoa muito rica, dono de fazendas,
imobiliária, carros importados, imóveis e que tem
dívidas com a Justiça criminal. Não o reconheceria,
pessoalmente, se o visse na rua. Sei que se chama José Paulo
Afonso de Souza, conhecido na praça, mas, ainda, desconhecido,
de corpo inteiro, da Receita Federal e da Justiça criminal.
O que sei é que, recusando-se a cumprir com as suas obrigações
de alimentos para com os filhos, como o fez muitas vezes, e estando
eles vivendo em penúria, devendo condomínio e mensalidades
escolares e não tendo mais a mãe do que se desfazer
em bens para pagar as contas dos filhos, depois de muitas tratativas,
ele, o pai, concordou, por escrito, com que o apartamento fosse
alugado. Os filhos iriam morar num imóvel mais barato e a
diferença, a maior, cobriria suas despesas de escola e de
manutenção. Já àquela época fiquei
sabendo das falas dos membros da suposta quadrilha envolvendo o
meu nome. De pronto, oficiei ao ministro da Justiça, Márcio
Thomaz Bastos, em 23 de junho de 2005, pedindo ampla investigação.
Levantei o nome de todos os envolvidos e mandei fazer uma pesquisa
nos arquivos do STJ para saber se, em algum momento, eu havia decidido
sobre algum deles. Apareceu um nome, César Arrieta com "habeas
corpus", há mais de três anos. Pedido indeferido. Em
resumo, o pai vem perdendo a demanda contra os filhos na Justiça
em São Paulo e, inconformado, já ingressou com outras
ações contra eles. Sobre ter comparecido ao seminário
dos planos de saúde, em Santiago do Chile. Tudo transparente.
Viajei em avião de carreira, em horários públicos,
registrei-me com meu nome próprio em hotel conhecido. Não
é com agrados, quaisquer que sejam, que vão invadir
minha consciência. Nesse aspecto, também, sou inviolável.
Cada um com a sua ética. A minha ética não
rima com hipocrisia ("Não pode pairar dúvida", 21
de setembro).
Edson Carvalho Vidigal
Presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ)
Brasília, DF
Ambiente
Em razão de citação
de meu nome na edição 1 923, ano 38, nº 38, na
matéria sob o título "Política da destruição"
(21 de setembro), afirmo que jamais, em tempo algum, achaquei quem
quer que seja. Nunca participei da política financeira de
campanhas de minha irmã, a senadora Ana Júlia Carepa.
Nem sequer sou filiado ao Partido dos Trabalhadores. Minha participação
em campanhas de minha irmã se limita a comícios, caminhadas
e debates. Sou advogado e funcionário público do Estado
há mais de vinte anos e nunca pratiquei nenhum ato desabonador
em toda a minha vida funcional e profissional. Desconheço
o advogado que me acusou. Propus ao repórter responsável
pela matéria confrontar-me pessoalmente, na sua presença,
com o dito advogado e seus supostos clientes madeireiros. A acusação
é uma vilania, com objetivo único de usar meu nome
para atingir minha irmã. Já estou tomando as providências
judiciais para a reparação da calúnia sofrida.
Arthur Carepa
Advogado OAB/PA 2751
Belém, PA
Nelson Jobim
Não punir ou optar por
uma punição que não condiz com a severidade
do delito faz parte da nossa cultura latina, infelizmente (Carta
ao leitor, 21 de setembro). Quero, portanto, registrar minha indignação
com a liminar concedida aos deputados que estão sob a investigação
das diversas CPIs. Acho que o respeitabilíssimo ministro
do Supremo Tribunal Federal no mínimo está postergando
o desfecho do processo, assim como propiciando condições
para que tudo continue na mesma. Que Justiça é essa?
Entendo que parte da resposta está no artigo do André
Petry ("A Justiça e a vergonha", 21 de setembro).
Saulo Mundim Lenza
Ribeirão Preto, SP
Depois de ler a Carta ao leitor,
meu sentimento foi o da mais pura revolta. Como entender que o senhor
Nelson Jobim, presidente do STF, possa contribuir de forma tão
vergonhosa para que tudo realmente acabe numa enorme pizza? Como
entender essa atitude diante desse verdadeiro desvario político
em que se encontra o país? De que maneira nós, pobres
mortais, poderemos combater esse tipo de desmando ou qualquer coisa
que o valha? Quem souber, pelo amor de Deus, me diga!
Maria da Graça Barroso
Belém, PA
O país há muito
vem tentando fazer uma faxina séria no quadro político,
atualmente desprovido do mais fundamental senso de moral, e somos
surpreendidos com a notícia da liminar perpetrada pelo "ilustríssimo"
ministro Nelson Jobim para os seis deputados pelo PT ("A um passo
da impunidade", 21 de setembro).
Cristian Gomez
Londrina, PR
Severino Cavalcanti
Com relação à
acusação do deputado Severino Cavalcanti de que VEJA
teria comprado denúncias falsas, interpreto-a como uma reação
natural e comum dos culpados e dos acusados em geral. VEJA certamente
já está acostumada e não se abala com isso.
Que bom que ainda temos as revistas, o rádio, a TV, os jornais
e os jornalistas que nos mostram e devem sempre mostrar
tudo de bom e de ruim que precisamos saber. Essa é a sagrada
missão desses profissionais, sem os quais a democracia não
conseguiria sobreviver ("O último show de Severino", 21 de
setembro).
José Maria Barbosa
Maceió, AL
Cartas
A carta da lavra do senhor Luiz
Fernando Tubino (Cartas, 14 de setembro) contém informações
falsas a respeito de nossa empresa. Fomos a empresa que, após
regular processo licitatório, acabou tendo o serviço
de coleta de resíduos de Porto Alegre adjudicado, realizando
há mais de 38 meses a coleta de resíduos mais barata
entre as capitais de nosso país e tendo a eficiência
reconhecida pela população de Porto Alegre. Não
é verdade que trabalhamos em todas as cidades administradas
pelo PT. Nossa empresa trabalha em 32 municípios do Rio Grande
do Sul, com sedes constituídas e identificadas, prestando
serviços a prefeituras administradas por diversos partidos
políticos. Nunca tivemos nenhum tipo de relação
contratual com o município de Gravataí, jamais trabalhamos
no município nem, muito menos, estamos operando lá
neste momento, não atuamos com transporte coletivo nem sequer
participamos do certame político que está em curso
para a contratação de empresa nesse segmento.
Ricardo Viana Reis
Sócio-diretor da PRT Prestação
de Serviços Ltda
Santa Maria, RS
Guia
Com relação ao
texto "A onda dos orgânicos" (Guia, 7 de setembro), que afirma
que o "termo biodinâmico não se refere a orgânicos",
gostaríamos de esclarecer que, embora a agricultura biodinâmica
tenha características próprias de manejo, com uma
certificação mundialmente reconhecida chamada Demeter,
seus fundamentos e princípios são muito parecidos
com os da agricultura orgânica. A Lei nº 10831, de 2003,
reconheceu a agricultura biodinâmica como agricultura orgânica.
Rachel Soraggi
Presidente da Associação Brasileira de Agricultura
Biodinâmica
Por e-mail
Relações exteriores
A reportagem "Um fiasco mundial"
(21 de setembro) revelou percepções equivocadas dessa
revista. O Itamaraty não "deixou de lado os interesses da
economia", pois a ênfase na expansão do comércio
com os países em desenvolvimento não ocorreu em detrimento
do intercâmbio com parceiros tradicionais, como os EUA e a
UE. O reconhecimento da China como economia de mercado nada teve
a ver com o pleito brasileiro para obter um assento permanente no
Conselho de Segurança das Nações Unidas. A
iniciativa está contida em Memorando de Entendimento, destinado
a expandir as trocas comerciais e os investimentos entre os dois
países. O Brasil tampouco "perdeu a liberdade para adotar
salvaguardas contra as importações chinesas". Com
relação às dívidas dos países
africanos, grande parte dos acordos foi negociada e/ou assinada
durante a administração anterior, e, em todos os casos,
o Brasil seguiu os parâmetros definidos pelo conjunto de credores
reunidos no Clube de Paris. Quanto à eleição
para a presidência do BID, o candidato brasileiro obteve 85%
do capital votante atribuído aos países da América
do Sul. No tocante à eleição para a diretoria-geral
da OMC, o Brasil não "rompeu um acordo com os uruguaios",
pois tal acordo nunca existiu. Por fim, sobre o Haiti, a presença
brasileira e dos demais países, sobretudo latino-americanos,
que compõem a Minustah está permitindo a viabilização
de processo eleitoral democrático e a progressiva reativação
da economia, além da melhora da segurança naquele
país.
Ricardo Neiva Tavares
Assessoria de imprensa do gabinete do Ministério das
Relações Exteriores
Brasília, DF
André Petry
É de entristecer que,
num país de corruptos, só pobres e negros cumpram
pena em prisões ("A Justiça e a vergonha", 21 de setembro).
Mais triste ainda é deparar com a causa das prisões:
a necessidade de comer, tomar banho ou colocar fraldas num filho,
diferentemente daqueles que roubam o dinheiro do povo para obter
poder e mais poder.
Elismara Garcia Minuci Motta
Por e-mail
Discordo da linha de raciocínio
de André Petry quando ele tenta minimizar os pequenos atos
ilícitos praticados por pessoas desconhecidas usando como
argumento a justificativa de que os grandes personagens de todos
esses escândalos provavelmente não vão "dormir
no xadrez". Roubar um pacote de fraldas, um pacote de biscoitos
ou participar de uma quadrilha que suga os recursos públicos
são atos que merecem uma penalidade exemplar com cadeia para
todos, e quem roubou menos não deve merecer nenhum sentimento
de compaixão da sociedade.
José de Oliveira Bastos Neto
Por e-mail
Armas do presidente Lula
Cumprimento VEJA e o jornalista
Felipe Patury pela nota "As armas do presidente" (Holofote, 21 de
setembro). Lula deve mesmo possuir armas de fogo para sua defesa
pessoal e das pessoas íntimas. Mas quero ter o mesmo direito.
E todas as pessoas devem ter esse direito. Afinal, o "direito à
vida" é o primeiro direito pétreo previsto na Constituição.
É o principal direito da pessoa, garantido pelo Direito Natural,
pela Declaração Universal de Direitos Humanos e pela
legislação de todos os países civilizados.
José Pontes Jr.
Fernandópolis, SP
Embora seja contra a venda, compra
e posse de armas por civis (bandidos inclusive), acho que Lula deveria
devolver apenas um de seus revólveres à campanha de
desarmamento. Vai que o presidente resolva "renunciar" como Getúlio...
Helvio Candido Jr.
Vitória, ES
DJ Moby
Como fiel leitor de VEJA, sinto-me
no direito e na obrigação de criticar a postura preconceituosa
adotada na reportagem "Cala a boca e toca" (21 de setembro), de
Sérgio Martins, referente à posição
do DJ americano Moby a favor da defesa dos animais e à sua
opção vegetariana. Infelizmente, atitudes nobres como
a defesa dos direitos dos animais, exemplificadas como "manias esquisitas"
do DJ Moby, deveriam ser incentivadas, e não reprimidas.
Márcio Baesso
São José do Rio Preto, SP
Veja essa
Lamentável a declaração
do senhor Paulo Maluf (Veja essa). As "quentinhas" que ele diz que
nem seus cães comeriam seriam um banquete para muitos.
Gustavo Guerra Batista
Campo Grande, MS
David Fergusson
Gostaria de cumprimentar essa
revista pela entrevista com o médico neozelandês David
Fergusson (Amarelas, 21 de setembro), que apresentou com propriedade
todo o conhecimento adquirido no estudo da maconha. Há dois
aspectos que penso ser fundamental ressaltar em sua entrevista.
O primeiro diz respeito à necessidade de exigir conhecimento
científico nas discussões sobre a problemática
das drogas: não dá mais para aceitar que o "achismo"
domine os debates sobre o tema. O segundo aspecto é o que
enfoca a necessidade de discutir até onde vai a liberdade
individual. Se pretendemos viver em uma sociedade melhor, é
preciso que as pessoas entendam que sua liberdade vai até
onde prejudica os direitos coletivos. Um usuário de maconha
tem de saber que é co-responsável pela força
do narcotráfico e por todas as mazelas dela decorrentes.
São opiniões inteligentes como a de Fergusson que
podem nos abrir algumas portas para a busca de uma política
sobre drogas no mundo.
José Elias Aiex Neto
Secretário Municipal Antidrogas
Foz do Iguaçu, PR
CORREÇÕES: O
acidente envolvendo os pilotos Takuma Sato e Michael Schumacher
se deu no GP da Bélgica, e não da França (Veja
essa, 21 de setembro).
Na edição VEJA O Melhor de Brasília
(setembro), a foto que ilustra a floricultura Magia das Flores
é, na verdade, da Flower Design & Decoração
(página 49). Na mesma página, o dono de floricultura
Nelson Tokunobu foi erroneamente identificado como Wilson Tokunobu.
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O PAI-DOS-BURROS
Claudio
Marcos Krueger, secretário de Planejamento da
Prefeitura Municipal de Pomerode, em Santa Catarina,
não gostou de ver o dicionário sendo chamado
de "pai dos burros" ("Dicionários e Bíblias",
Radar, 7 de setembro). "O dicionário é
o instrumento mais importante da nossa língua,
fonte primordial à qual recorre toda pessoa que
não conhece o significado de todos os vocábulos.
Então, inteligente é aquele que recorre
ao dicionário para esclarecer suas dúvidas."
Krueger tem carradas de razão, mas vale lembrar
que a expressão pai-dos-burros é consagrada
e já está dicionarizada. No Aurélio,
por exemplo: "S.m. Bras. Fam. Dicionário".
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NA VOZ DE MANUEL
BANDEIRA
O
leitor que tiver dificuldade para encontrar o CD Manuel
Bandeira O Poeta em Botafogo, citado na reportagem
"Retrato falado" (31 de agosto) pode consultar o site
www.tratore.com.br,
da distribuidora do produto. Na página, há
contatos de lojas que comercializam o CD, que foi lançado
no último dia 8 pela Academia Brasileira de Letras
e traz registros inéditos do poeta lendo 27 de
seus poemas, entre eles Vou-me Embora pra Pasárgada.
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CARICATURA
DO MENSALINHO
Duas
dezenas de leitores comentaram a capa da edição
1 921 (7 de setembro), que trouxe uma caricatura do
presidente da Câmara dos Deputados, Severino Calvalcanti.
Guilherme Romeo, do Rio de Janeiro, disse: "Em muitas
oportunidades tive vontade de escrever; mas depois dessa
brilhante capa não me contive. A caricatura de
Severino Mensalinho está sensacional." Francisco
Monteiro, da capital paulista, também gostou
do trabalho, mas sentiu falta de um destaque para o
autor da ilustração. "A capa ficou maravilhosa;
porém ao procurar a assinatura do artista surpreendentemente
não encontrei. Por que não dar o crédito
aos colaboradores na própria capa?", indagou.
As referências da capa da revista são publicadas
no pé da seção Radar. Muitas vezes
o crédito envolve mais de um fotógrafo
e artistas gráficos, o que dificulta a impressão
de todos os nomes na capa. O autor da caricatura é
o desenhista Dálcio Machado, colaborador de VEJA
há anos. Em breve, ele lançará
seu site, onde todos poderão ver o conjunto de
seu trabalho.
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