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Guia
Cabeça segura
Avenda de motocicletas dobrou nos últimos
cinco anos no Brasil. Ao fim de 2004, haverá cerca de 6 milhões
de motos circulando pelo país. A primeira providência
de um neomotoqueiro, tanto por questões legais quanto por
motivos de segurança, é arranjar um capacete. Na escolha
do modelo, deve-se observar se ele tem o selo do Instituto Nacional
de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial
(Inmetro) e se está dentro do prazo de validade, que é
de quatro anos. Sim, capacete tem prazo de validade. "Deve-se observar
também se todas as extremidades do capacete são arredondadas,
o que aumenta a segurança", diz Alberto Sabbag, especialista
em medicina do tráfego. Conheça os principais tipos
desse acessório e suas características.
Fotos André Penner
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INTEGRAIS
Fechados, têm maior resistência
a impactos e são os que oferecem mais segurança, porque
protegem toda a cabeça. Pesam entre 1,3 e 1,5 quilo. Os preços
partem de 60 reais. Podem chegar a 4 500 reais, no caso de modelos
importados feitos de material especial.
TODO-TERRENO
Utilizados principalmente para trilhas,
também servem para uso urbano. Seu design possibilita proteção
contra lama, pedras e poeira. Têm um sistema de ventilação
especial na região da boca. Custam de 180 a 3 500 reais e
o peso é, em média, de 1,5 quilo.
HÍBRIDOS
A parte do queixo do capacete pode ser
deslocada para cima. São práticos, pois permitem fácil
abertura para breves descansos em viagens, por exemplo. Mas é
preciso ver se os encaixes não são frágeis
a ponto de partir-se em caso de acidente. Pesam de 1,5 a 1,75 quilo
e têm preço entre 170 e 3 100 reais.
ABERTOS
São mais leves e arejados, mas
expõem parte do rosto. Alguns modelos incluem viseira, nem
sempre resistente a fortes impactos. Sem ela, devem ser usados com
óculos especiais, conforme a lei. O preço varia de
60 a 1 400 reais. Pesam cerca de 1 quilo.
Que frio!
Arnaldo Alves/AE
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Na semana passada os termômetros do município de Bom
Jesus, no Rio Grande do Sul, marcaram 2,4 graus negativos. As pessoas
que circularam pelas ruas da cidade, no entanto, tiveram a impressão
de que o frio era muito mais intenso. Estavam certas. "A sensação
térmica chegou a 17 graus negativos na cidade, a mais baixa
registrada neste ano no Brasil", explica Francisco Diniz, chefe
do centro de previsão do Instituto Nacional de Meteorologia
(Inmet). A sensação térmica é calculada
associando dados de temperatura à velocidade do vento
que em Bom Jesus estava em 30 quilômetros por hora. Para não
ser pego de mangas curtas, é possível fazer o cálculo
da sensação térmica em sua cidade. O site especializado
www.infotempo.com.br
fornece a temperatura e a velocidade do vento de todos os municípios
do Brasil. Depois, com essas informações, entre no
site do Inmet (www.inmet.gov.br),
escolha no link "climatologia" o item "sensação térmica".
Preencha as lacunas e descubra o frio real que se sente na rua.
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