Edição 1864 . 28 de julho de 2004

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Guia
Artes e Espetáculos
Lya Luft
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
VEJA Recomenda
Os livros mais vendidos
 
 

Guia

Cabeça segura

Avenda de motocicletas dobrou nos últimos cinco anos no Brasil. Ao fim de 2004, haverá cerca de 6 milhões de motos circulando pelo país. A primeira providência de um neomotoqueiro, tanto por questões legais quanto por motivos de segurança, é arranjar um capacete. Na escolha do modelo, deve-se observar se ele tem o selo do Instituto Nacional de Metrologia, Normatização e Qualidade Industrial (Inmetro) e se está dentro do prazo de validade, que é de quatro anos. Sim, capacete tem prazo de validade. "Deve-se observar também se todas as extremidades do capacete são arredondadas, o que aumenta a segurança", diz Alberto Sabbag, especialista em medicina do tráfego. Conheça os principais tipos desse acessório e suas características.

Fotos André Penner


INTEGRAIS

Fechados, têm maior resistência a impactos e são os que oferecem mais segurança, porque protegem toda a cabeça. Pesam entre 1,3 e 1,5 quilo. Os preços partem de 60 reais. Podem chegar a 4 500 reais, no caso de modelos importados feitos de material especial.

TODO-TERRENO
Utilizados principalmente para trilhas, também servem para uso urbano. Seu design possibilita proteção contra lama, pedras e poeira. Têm um sistema de ventilação especial na região da boca. Custam de 180 a 3 500 reais e o peso é, em média, de 1,5 quilo.

HÍBRIDOS
A parte do queixo do capacete pode ser deslocada para cima. São práticos, pois permitem fácil abertura para breves descansos em viagens, por exemplo. Mas é preciso ver se os encaixes não são frágeis a ponto de partir-se em caso de acidente. Pesam de 1,5 a 1,75 quilo e têm preço entre 170 e 3 100 reais.

ABERTOS
São mais leves e arejados, mas expõem parte do rosto. Alguns modelos incluem viseira, nem sempre resistente a fortes impactos. Sem ela, devem ser usados com óculos especiais, conforme a lei. O preço varia de 60 a 1 400 reais. Pesam cerca de 1 quilo.

 

 
EXCLUSIVO ON-LINE
Mais informações

 

 

Que frio!

Arnaldo Alves/AE


Na semana passada os termômetros do município de Bom Jesus, no Rio Grande do Sul, marcaram 2,4 graus negativos. As pessoas que circularam pelas ruas da cidade, no entanto, tiveram a impressão de que o frio era muito mais intenso. Estavam certas. "A sensação térmica chegou a 17 graus negativos na cidade, a mais baixa registrada neste ano no Brasil", explica Francisco Diniz, chefe do centro de previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). A sensação térmica é calculada associando dados de temperatura à velocidade do vento – que em Bom Jesus estava em 30 quilômetros por hora. Para não ser pego de mangas curtas, é possível fazer o cálculo da sensação térmica em sua cidade. O site especializado www.infotempo.com.br fornece a temperatura e a velocidade do vento de todos os municípios do Brasil. Depois, com essas informações, entre no site do Inmet (www.inmet.gov.br), escolha no link "climatologia" o item "sensação térmica". Preencha as lacunas e descubra o frio real que se sente na rua.

 

 
 
 
 
topo voltar