Edição 1851 . 28 de abril de 2004

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Fonte alternativa

Quando compensa ter energia
solar para gerar eletricidade


Sistemas de aquecimento de água a energia solar já são uma realidade e uma vantagem econômica visível nos telhados de norte a sul do país. Mas uma casa totalmente movida a energia solar ainda não é vantajosa economicamente. Painéis fotovoltaicos, que convertem a luz do sol em eletricidade, são boa alternativa para alimentar sistemas que não podem ficar sujeitos a corte de energia – como os equipamentos de segurança. Para luzes de emergência, câmeras e alarme, por exemplo, o investimento em compra dos painéis e instalação fica entre 3000 e 9000 reais. Segundo Ruberval Baldini, presidente da Associação Brasileira das Empresas de Energia Renovável, esse gasto é amortizado em aproximadamente cinco anos, comparado a um gerador. Este, movido a gasolina, tem um custo inicial de cerca de 2000 reais e pode gastar 2,50 reais de gasolina por hora de funcionamento. A manutenção dos painéis solares praticamente não tem custo. Basta checar periodicamente se poeira ou objetos estão bloqueando a captação de luz. A bateria, que custa cerca de 350 reais, é trocada a cada quatro anos.

Mais informações

 

Saúde

BOA NOTÍCIA
Esperança contra o Parkinson

Um grupo internacional de pesquisadores anunciou na revista The Archives of Neurology bons resultados de uma nova droga contra o mal de Parkinson. A substância, chamada rasagaline, parece proteger da degeneração as células doentes. Os pesquisadores dividiram os pacientes em dois grupos. Uns receberam a droga por um ano ininterrupto; outros, apenas nos últimos seis meses do estudo. Os dois grupos mostraram evolução, mas a do primeiro foi superior. Ainda serão necessárias novas pesquisas antes que a droga chegue às farmácias. O fabricante, que financiou o estudo, está pedindo sua liberação ao governo americano.

 

MÁ NOTÍCIA
Descongestionantes e coração

A pseudoefedrina, um ingrediente comum em descongestionantes nasais, pode aumentar o risco de ataques do coração, segundo estudo da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, publicado na revista Circulation. Na pesquisa, treze pacientes com problemas de pressão ingeriram a substância e tiveram uma elevação anormal da pressão sistólica, quando o coração se contrai. Segundo os autores do estudo, não há motivo para alarme entre os que ingerem pseudoefedrina seguindo recomendações médicas. Mas eles sugeriram pesquisas para desenvolver substâncias alternativas.

 

Colaboraram Iva Oliveira e Luís Perez

 
 
 
 
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