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Guia
Fonte
alternativa
Quando
compensa ter energia
solar para gerar eletricidade
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Sistemas
de aquecimento de água a energia solar já são
uma realidade e uma vantagem econômica visível nos
telhados de norte a sul do país. Mas uma casa totalmente
movida a energia solar ainda não é vantajosa economicamente.
Painéis fotovoltaicos, que convertem a luz do sol em eletricidade,
são boa alternativa para alimentar sistemas que não
podem ficar sujeitos a corte de energia como os equipamentos
de segurança. Para luzes de emergência, câmeras
e alarme, por exemplo, o investimento em compra dos painéis
e instalação fica entre 3000 e 9000 reais. Segundo
Ruberval Baldini, presidente da Associação Brasileira
das Empresas de Energia Renovável, esse gasto é amortizado
em aproximadamente cinco anos, comparado a um gerador. Este, movido
a gasolina, tem um custo inicial de cerca de 2000 reais e pode gastar
2,50 reais de gasolina por hora de funcionamento. A manutenção
dos painéis solares praticamente não tem custo. Basta
checar periodicamente se poeira ou objetos estão bloqueando
a captação de luz. A bateria, que custa cerca de 350
reais, é trocada a cada quatro anos.
Saúde
BOA
NOTÍCIA
Esperança
contra o Parkinson
Um
grupo internacional de pesquisadores anunciou na revista The
Archives of Neurology bons resultados de uma nova droga contra
o mal de Parkinson. A substância, chamada rasagaline, parece
proteger da degeneração as células doentes.
Os pesquisadores dividiram os pacientes em dois grupos. Uns receberam
a droga por um ano ininterrupto; outros, apenas nos últimos
seis meses do estudo. Os dois grupos mostraram evolução,
mas a do primeiro foi superior. Ainda serão necessárias
novas pesquisas antes que a droga chegue às farmácias.
O fabricante, que financiou o estudo, está pedindo sua liberação
ao governo americano.
MÁ
NOTÍCIA
Descongestionantes
e coração
A
pseudoefedrina, um ingrediente comum em descongestionantes nasais,
pode aumentar o risco de ataques do coração, segundo
estudo da Universidade Vanderbilt, nos Estados Unidos, publicado
na revista Circulation. Na pesquisa, treze pacientes com
problemas de pressão ingeriram a substância e tiveram
uma elevação anormal da pressão sistólica,
quando o coração se contrai. Segundo os autores do
estudo, não há motivo para alarme entre os que ingerem
pseudoefedrina seguindo recomendações médicas.
Mas eles sugeriram pesquisas para desenvolver substâncias
alternativas.
Colaboraram
Iva Oliveira e Luís Perez
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