Cartas

Esta semana
Sumário
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos

Colunas
Diogo Mainardi
Stephen Kanitz
Gustavo Franco
Roberto Pompeu de Toledo

Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
VEJA on-line
Radar
Contexto
Holofote
Veja essa
Arc
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Para usar
VEJA Recomenda
Os mais vendidos

Arquivos VEJA
Para pesquisar nos arquivos da revista, digite uma ou mais palavras

Busca detalhada
Arquivo 1997-2000
Busca somente texto 96|97|98|99
Os mais vendidos
 

CLIQUE NOS TÍTULOS PARA LER AS
REPORTAGENS RELACIONADAS ÀS CARTAS

"O fato de os homens traírem mais só revela o machismo em que a sociedade sempre esteve e estará mergulhada."
Fernanda Ramos
São Paulo, SP

 

Sexo

Homens e mulheres podem ter uma vida sexual absolutamente compensadora se se livrarem mentalmente das mazelas do cotidiano. Cabe a cada um a responsabilidade de isolar, na hora do sexo, as já viciadas preocupações e, assim, proporcionar ao parceiro uma vida íntima plena e satisfatória, sem nenhum motivo para aqueles velhos e conhecidos questionamentos ("Sexo, o melhor e o pior da vida a dois", 21 de março).
Mirna Machado
Guarulhos, SP

Essa desculpa esfarrapada de que a promiscuidade esquenta o relacionamento do casal e de que quem age assim ama a esposa é doentia.
Rozilani Fiorin e Silva
Vila Velha, ES

Tanto o homem quanto a mulher, depois dos 30 anos, perdem 10% de hormônios a cada década, ou seja, um casal com 50 anos pode ter uma diminuição de até 25% dos hormônios (no caso a testosterona), a ponto de apresentar perda da libido e impotência. Em vez do Viagra, o correto é repor essa testosterona, que é mais barato e, além da ereção, propicia a volta da libido e até dos sonhos eróticos. A reposição combate ainda o desânimo, a fraqueza e a osteoporose. Também na mulher a testosterona é importante e produzida para esses fins.
Doutor Cesar de Souza Lima Colaneri
São Paulo, SP

Não acho que um casal com apenas um ano de relacionamento, sem filhos, com um deles vindo de outro casamento, seja um exemplo de como manter acesa a chama para um bom entendimento debaixo dos lençóis. Quando se vem de uma união fracassada, a tendência é tentar não cometer os mesmos erros.
Célia K.I. Yokomizo
Sorocaba, SP

 

Maria Adelaide Amaral

Sou holandesa e amante das artes, em especial da literatura portuguesa, que descobri ao chegar aqui, aos 20 anos. Casei-me com um alemão e vivemos no Brasil há doze anos, entre idas e vindas à Europa. Em todo esse tempo que tenho morado no Brasil, jamais vi um programa de tão grande qualidade, bom acabamento, bom gosto e bom senso como a minissérie Os Maias. Não posso deixar de expressar que compartilho meu desapontamento com o público, igualmente como a autora, a brilhante Maria Adelaide Amaral (Amarelas, 21 de março). Assim como A Muralha, percebe-se que Os Maias foi um trabalho de pesquisa em que os atores conseguiram manter-se a distância dos dramalhões e imprimir um tom de realismo clássico. Não sei em que Estados foi medido o ibope, mas sei que todas as pessoas com as quais me relaciono (pesquisadores, como eu, estudiosos, engenheiros, advogados e nossos empregados também) assistem à minissérie.
Bjorna Schoondermark
Rio de Janeiro, RJ

Desejo cumprimentar a escritora Maria Adelaide Amaral pelo excelente trabalho realizado com o romance Os Maias. Com relação à baixa audiência, creio que tenho a resposta: o horário. Ficou muito tarde, ainda mais quando há jogo de futebol antes.
Paulo Campos
Niterói, RJ

Sem dúvida, Os Maias foi o melhor programa exibido pela televisão brasileira. Seu insucesso se deve à preferência da emissora em exibir futebol e outros programas pífios no famigerado horário nobre em detrimento dessa obra grandiosa.
Oyama da Silva Almeida
Salvador, BA

 

Jipes

Muito oportuna a reportagem sobre o jipe cearense Troller. Está mais que na hora de demonstrar nossa capacidade de produção de veículos off-road, que não devem nada aos importados. Acreditemos neles, pois já ficamos "viúvos" de outros nacionais tão bons quanto o Troller, como o Engesa E4 e o Envemo Camper. E o mercado de off-road cresce a cada dia ("Jipão brasileiro", 21 de março).
Gustavo Ramos Heck
gheck@zaz.com.br

 

Arc

Adorei o Arc da semana passada. Adoro o Arc sempre, mas dessa vez me identifiquei por inteiro. O site clickarvore.com.br está entre os meus favoritos e planto uma todos os dias! Acho essa causa muito nobre e torço para que um dia as pessoas se preocupem mais com a fauna e a flora, e não apenas com dinheiro (Arc, 21 de março).
Thais Haddad Marques
São Paulo, SP

 

Ponto de vista

Sou estudante e leitor de VEJA. Criei o hábito de ler a revista, assim como jornais, pela necessidade de boa informação para o vestibular. Sempre me chamou muito a atenção a seção Ponto de vista. Coincidência ou não, artigos como "Livros para gênios" (1º de março de 2000) e "A informática na sala de aula" (21 de junho de 2000) foram base dos temas de redação de duas das universidades para as quais prestei vestibular no ano passado – Universidade Federal do Rio de Janeiro e PUC-Minas. Opiniões, críticas e análises como as feitas por Claudio de Moura Castro, sem dúvida, ajudam a formar uma juventude com consciência crítica mais apurada. "A banalização da informática" (14 de março) me levou a expressar a admiração que tenho pelo trabalho de Castro.
Raphael Guedes Andrade
raphaelguedes@globo.com

O confronto histórico entre o hodierno sistema de narcotráfico e o remoto tráfico negreiro foi o cenário propício para comprovar que a distribuição de drogas no mercado informal depende do equilíbrio entre oferta e demanda ("O inferno do tráfico", Luiz Felipe de Alencastro, 21 de março).
Luiz Inácio de Lima Neto
João Pessoa, PB

 

Aviação

No dia 24 de maio de 1999, minha irmã Claudia estava voltando dos Estados Unidos e faleceu assim que saiu do avião. Na autópsia foi verificado que ela morreu de embolia pulmonar. Até esse dia nunca tínhamos ouvido falar da síndrome da classe econômica ("Apertado e perigoso", 21 de março).
Juçara T. de Souza
jusarasouza@uol.com.br

 

Radar

Com relação à nota "Bastidores do grande leilão" (21 de março), devo registrar que não sou "dono do Itaú" e sim presidente do Banco Itaú, que tem 62.018 acionistas. A decisão do Itaú de não participar do leilão foi tomada pelo presidente do conselho de administração e não por mim, em reunião de membros desse conselho com os principais executivos do banco que participaram do processo de avaliação do Banespa, na sexta-feira que antecedeu o leilão. Não faço nenhum juízo dos demais elementos que compõem a referida nota.
Roberto Egydio Setubal
São Paulo, SP

 

Beleza

A diretoria da Sociedade Brasileira de Dermatologia – Regional do Estado de São Paulo – repudia a postura de médicos que trabalham em salões de beleza ("Salão cirúrgico", 21 de março). O ato médico deve ser valorizado e é necessário haver indicações precisas para sua realização, bem como as condições físicas mínimas. A reportagem cita inclusive o uso de substâncias que não são autorizadas para utilização no Brasil, não tendo sido aprovadas pela Vigilância Sanitária.
Samuel Henrique Mandelbaum
Presidente
São Paulo, SP

A Estetic Shop é uma clínica de estética que oferece serviços de salão de beleza. Os procedimentos cirúrgicos são feitos conforme postura médica, e os serviços de salão, em locais que não comprometem nenhum dos procedimentos cirúrgicos oferecidos.
Rosangela Zangarini Belardo
info@esteticshop.com.br

 

Para usar

Tendo em vista o sentido pilhérico dado à nota intitulada "Para contar no bar" (21 de março), cumpre-me, na qualidade de patrono da causa, esclarecer que a empresa Corozita S. A. não foi ao STJ em busca de autorização para uso do múltiplo da unidade grosa, mas no legítimo direito de defender-se ante uma penalização descabida e absurda por parte de um órgão fiscalizador que abandona o bom senso para atender à ânsia de punir. A medida grosa não é arcaica nem está em desuso. Ela é internacionalmente utilizada não apenas na comercialização dos botões para vestuário, mas também para indicar a capacidade produtiva das máquinas.
Luiz Bodra Junior
bodra@uol.com.br

 

Educação

Na reportagem "Campeões do Provão" (21 de março) constou que leio pouco. Na verdade, isso se refere apenas a romances. Sou leitor assíduo de jornais, revistas e, principalmente, livros jurídicos, periódicos e revistas especializadas em direito. A leitura, além de ser um hábito, é instrumento essencial de minha profissão.
Daniel Carneiro Machado
Belo Horizonte, MG

 

Sociedade

Segue abaixo o texto original de meu livro, no trecho em que eu explico que uma revista publicara que Chacrinha havia me dispensado porque eu fazia programas e que isso era mentira: "Fazer... faria, sim, pois quando você se vê só, sem trabalho e com filho para criar, você faz qualquer coisa, só não sou a favor de roubar e matar, o resto, tudo é válido". Quanto à referência a meus pais, não fui abandonada por eles. Meu pai morreu quando eu tinha 13 dias de vida e fui criada por minha avó paterna, devido às dificuldades de minha mãe ("Receita para não sumir do mapa", 14 de março).
Rita Cadillac
São Paulo, SP

 

CORREÇÃO: Uma das chamadas de capa da última edição de VEJA informa que 47% dos brasileiros não têm vontade de fazer sexo, quando o correto é a informação que aparece no corpo da reportagem ("O melhor e o pior da vida a dois", 21 de março): 35% das mulheres e 12% dos homens brasileiros estão enquadrados nessa situação.

 

 

Carta da leitora é tarefa escolar

Além de levar informação à casa de milhões de leitores, VEJA é também muito utilizada como material didático em salas de aula. Toda semana, VEJA na Sala de Aula coloca a revista – e o Guia do Professor – em 4 000 escolas, atingindo 2,1 milhões de estudantes e 100 000 professores de todo o país. Mas, independentemente do projeto, é comum os professores utilizarem textos da publicação para promover a discussão de temas da atualidade ou em exercícios de língua portuguesa. Além disso, semanalmente chegam à redação mais de 100 pedidos de cópia de reportagens para ajudar na elaboração de trabalhos escolares. Na semana passada, a adolescente Rebeca, de 14 anos, enviou um e-mail para a redação em que conta como VEJA auxilia seus estudos: "Minha mãe é professora e me dá aula em casa; não vou à escola. É bastante diferente, mas, graças a Deus, tem dado certo. Muitas vezes minha mãe usa a revista como material didático em nossas aulas. Como agora, por exemplo, esta carta que estou escrevendo é um exercício de português". Engana-se quem pensa que Rebeca usa a publicação apenas em sua formação educacional. "Não fico sem ler VEJA. Amo acordar no domingo e saber que a revista chegou", diz.



JK segundo os leitores

O colunista Diogo Mainardi mexeu numa caixa de marimbondos no artigo "O crime de JK" (21 de março), que fala do presidente Juscelino Kubitschek. Três dezenas de leitores escreveram para a redação fazendo críticas ou emprestando apoio ao articulista. Daniel Saavedra, de Belo Horizonte, escreveu: "Ao se referir a Brasília como uma monstruosidade e como causa de tamanho crescimento da dívida brasileira, o autor mostra desconhecer totalmente a importância dessa cidade na história da arquitetura mundial". "Esqueceu-se o autor de citar os subsídios e isenções dados por JK às indústrias automobilísticas, esses, sim, danosos ao Erário", disse Ruiter Bandeira. Alfredo Rainho Neves, de Búzios, litoral fluminense, completou: "Passei quase toda a vida no estrangeiro, morando em quatro diferentes continentes, e sou testemunha de que o nome do Brasil só esteve alto nos últimos cinqüenta anos com a construção arrojada de Brasília e com o Proálcool. Juscelino, com todas as suas falhas, infundiu confiança e crença no futuro para o povo brasileiro". Arthur Bastos, de São Paulo, não concorda: "Somente a franqueza, a imparcialidade e o discernimento de Mainardi poderiam atribuir a JK os verdadeiros títulos a que ele faz jus: pai do atraso brasileiro, do endividamento, da inflação, do populismo, das 'ações entre amigos' e outros menos recomendáveis". A leitora Christine Brandl reforça: "Foi a primeira vez que li uma pessoa escrever tudo o que se sabia mas não se tinha coragem de dizer sobre JK".

 

Copyright 2001
Editora Abril S.A.
  VEJA on-line | Veja São Paulo | Veja Rio | Veja Curitiba
Veja BH | Veja Fortaleza | Veja Porto Alegre | Veja Recife
Edições especiais | Especiais on-line | Estação Veja
Arquivos | Próxima VEJA | Fale conosco