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Guia
Os
exames certos
para impacientes
Para
avaliar condições que variam ao longo do dia, como
os batimentos cardíacos ou o nível de açúcar
no sangue, existem aparelhos que o paciente pode levar consigo enquanto
executa suas tarefas rotineiras. A tecnologia permite que o médico
receba os resultados em tempo real ou várias vezes por dia,
por celular ou pela internet. Conheça o que já existe
no país.
HOLTER
DE GLICEMIA
Implanta-se sob a pele um pequeno sensor, conectado a um gravador
fixado à cintura. Em intervalos programados, o sangue é
analisado. Há aparelhos com conexão sem fio a um computador
que recebe as leituras.
O que havia antes: o paciente perfurava o dedo várias
vezes por dia com uma agulha e examinava o sangue com um aparelhinho
caseiro.
HOLTER
DE ELETROCARDIOGRAMA
Uma peça do tamanho de um toca-fitas portátil pode
ficar presa ao braço ou à cintura do paciente. Gravadores
digitais registram eletrocardiogramas em intervalos programados.
Importante na detecção de arritmias, nem sempre flagradas
no consultório.
O que havia antes: um equipamento pesado registrava os dados
em fitas cassete.
OXÍMETRO
PORTÁTIL
Mede o oxigênio no sangue, dado importante para pacientes
com doenças pulmonares. Um pequeno aparelho preso ao dedo
manda os dados a um gravador preso à cintura, sem fios.
O que havia antes: um grande aparelho, instalado sobre um
móvel, exigia que o paciente permanecesse em casa durante
a medição.
M.A.P.A.
(medidor da pressão arterial)
Mede a pressão 24 horas por dia. O medidor fica acoplado
ao braço ou ao pulso e, por meio de um fio, envia as informações
para um gravador digital.
O que havia antes: o tradicional medidor de pressão,
usado por profissional treinado.
Saúde
BOA
NOTÍCIA
Peixe
na gravidez
Uma
dieta com bastante peixe nos últimos meses de gestação
parece acelerar o crescimento fetal e reduzir o risco de ter bebês
abaixo do peso, segundo estudo da Universidade de Bristol, na Inglaterra.
A explicação: os ácidos graxos do tipo ômega
3 presentes no alimento. Para chegar a essa conclusão, os
pesquisadores fizeram mais de 11 000 grávidas preencherem
um questionário sobre seus hábitos alimentares. Entre
as que não comem peixe, o índice de bebês com
baixo peso foi 30% maior que na média da população.
MÁ
NOTÍCIA
Diabetes
e Alzheimer
Ter
diabetes pode aumentar o risco de desenvolver o mal de Alzheimer.
Durante cinco anos, médicos da Universidade Rush, em Chicago
(Estados Unidos), examinaram mais de 800 padres e freiras acima
de 55 anos. No início do estudo, 125 sofriam de diabetes
e nenhum tinha Alzheimer. No fim do período, entre os diabéticos,
houve 73% mais casos da doença que provoca declínio
mental. O estudo, que não analisa a razão dessa correlação,
foi publicado na revista Archives of Neurology.
Colaborou
Márcia Pereira
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