Edição 1855 . 26 de maio de 2004

Índice
Brasil
Internacional
Geral
Economia e Negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Claudio de Moura Castro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Tales Alvarenga
André Petry
Roberto Pompeu de Toledo
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Holofote
Contexto
Veja essa
Gente
Datas
VEJA Recomenda
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Cartas

 

"Após uma semana de desnecessária ressaca política, VEJA nos brindou com uma capa que conseguiu captar objetivamente todo o lamentável episódio."
João José Melo de Carvalho
Fortaleza, CE

Governo

É inacreditável o comportamento do atual governo ao envolver-se em situação tão embaraçosa. A cada crise, ele encolhe. Ninguém em sã consciência poderia imaginar que algum dia o Partido dos Trabalhadores, antes tão democrático, resolveria expulsar um jornalista só porque não gostou do que viu publicado. Logo o PT, que passou o tempo todo municiando os meios de comunicação contra tudo e contra todos. Se fosse levantado tudo o que já foi publicado no Brasil sobre a pessoa do senhor George W. Bush, não haveria corte para julgar tantos jornalistas tupiniquins. Não é com atitudes como essa que seremos respeitados no mundo ("Afasta de mim esse cálice", 19 de maio).
Luiz Tadeu Nunes e Silva
São Luís, MA

A decisão de expulsar o jornalista do NYT é de uma idiotice fantástica. Transformaram um repórter desconhecido, que escreveu uma "materinha" mal apurada e parcial, em celebridade do jornalismo mundial. Se Roberto Campos estivesse vivo, repetiria uma de suas lapidares frases: "A diferença entre a inteligência e a estupidez é que a inteligência tem limites".
Eduardo Mira
Curitiba, PR

A liberdade de imprensa não pode servir como escudo para jornalistas irresponsáveis que não têm consciência dos danos que uma afirmação pode causar até mesmo a um país. Acertou o Lula!
Frederico P. Moura
Belo Horizonte, MG

Achei infeliz a atitude do presidente de querer expulsar do país o jornalista Larry Rohter, que por sinal está aqui desde 1970, é casado com uma brasileira e, por lei, já é um cidadão brasileiro. Fizeram literalmente uma tempestade no copo. Afinal, num país democrático, onde a bandeira de um governante levado ao poder pela massa popular foi a liberdade de expressão, isso demonstra certa imaturidade e despreparo para lidar com as críticas e/ou oposições.
Aref Nader Koleilat
Goiânia, GO

Jornalistas podem escrever as piores inverdades sobre as pessoas, e ai de quem se rebelar. É melhor bater numa casa de marimbondos!
Ana Maria Marques Rocha
Jundiaí, SP

Se Lula pretendia chamar a atenção do mundo para a sua maneira de governar, conseguiu. Vamos bebemorar!
Sergio Dias Nunes
São Caetano do Sul, SP

Prefiro o meu presidente eventualmente tomando chope (um ou outro aperitivo) a outros que, diariamente sóbrios (?), torturam e matam civis pelo mundo.
Júnior Holanda
Barueri, SP

Os que conhecem minha trajetória como jornalista e professor de ciência política sabem de minha crença na democracia, na liberdade de expressão e na liberdade de imprensa como valores universais. Estou sujeito a críticas e comentários negativos como qualquer cidadão, ainda mais por exercer uma função pública. Recebo-os com tranqüilidade e espírito desarmado. Surpreende-me, no entanto, a tentativa de desqualificação profissional e pessoal em VEJA de 19 de maio de 2004. Esperava ter, por parte desse meio de comunicação, um tratamento compatível com a responsabilidade de se dirigir ao vasto público que a revista alcança.
André Singer
Porta-voz da Presidência da República
Brasília, DF

 

Carta ao leitor

De tudo o que li, vi e ouvi, nada melhor do que "O triunfo do erro" (Carta ao leitor, 19 de maio). Tudo explicadinho, bem simples. Espero que o nosso presidente tenha um assessor com juízo, que faça uma cópia da Carta ao leitor e a coloque sob o travesseiro, para ser lida com freqüência, a fim de evitar que um governo petista se iguale a outros que foram tão duramente combatidos pelo partido. Se possível, coloque sobre o criado-mudo um copo de água com açúcar, para ajudar a evitar turbulências.
Roberto Antonio Cêra
Piracicaba, SP

 

Laura Kipnis

Adorei a entrevista com a pesquisadora americana Laura Kipnis (Amarelas, 19 de maio). Impressionante como ela conseguiu explicar o que eu, com 47 anos e separada há um, sinto: sem amar ninguém, com o espírito leve e feliz! Para as pessoas ao meu redor, ou sou fingida ou de outro planeta.
Valentina de Fátima De Martin
Piracicaba, SP

O casamento formal, embora seja o caminho politicamente correto na formação das sociedades organizadas, é, a meu ver, uma violência contra as liberdades individuais. Buscar o amor estável e infinito nessa união é um contra-senso. Parabéns a Laura Kipnis pela seriedade com que trata o assunto.
Rufino Almeida
Belém, PA

O amor é algo totalmente involuntário. Amar é um sentimento natural do ser humano e uma necessidade boa, algo que torna a vida especial. É saudável que duas pessoas que estão se amando queiram estar juntas, casar e dividir momentos agradáveis e ser cúmplices em momentos desagradáveis. Não existe a necessidade de se anular em um casamento, tudo na vida tem um ponto de equilíbrio. Há muitas pessoas solteiras felizes e infelizes, como também há pessoas casadas que são felizes e infelizes. Não existe uma regra. Cada indivíduo tem sua história de vida. É muito difícil atravessar todas as etapas da vida sem algum tipo de dificuldade. A força psíquica e a energia fazem com que as pessoas vivam em harmonia.
Leticia Borges
Dublin, Irlanda

Eu e minha esposa nos amamos há 24 anos, e cada vez mais. Não somos os únicos. Convivo com vários casais amigos felizes assim como nós. O segredo? Vou dar uma dica: pesquise o significado de "construir sobre a rocha". Você verá que existe luz, e que luz!, no fim do túnel.
Hani Dantas
Barueri, SP

O problema, na verdade, não está na impossibilidade de o casamento cumprir as promessas de felicidade, mas em um casamento em que o cônjuge não experimenta o amor que vem de Deus.
Tiago Xavier Silva
São Caetano do Sul, SP

Ao ler a entrevista com Laura Kipnis, passamos a entender a situação de caos moral e ético que está levando a humanidade a uma violência desenfreada e assustadora. Não se pode confundir amor com paixão, ou com desejo sexual ou instinto sexual. Amor é doação, entrega, renúncia. Paixão é sentimento de posse, egoísmo, truculência. Podemos dizer que a paixão impulsiona a humanidade a descobrir novos horizontes, mas é o amor que fornece o equilíbrio e a paz necessários à manutenção da espécie humana.
Djair Pinho Alves
Brasília, DF

Amor, paixão, sonhos, desejos, prazeres, felicidade, saudade. Torço para que um dia Laura Kipnis experimente verdadeiramente esses sentimentos e reveja seus conceitos sobre a paixão nas relações humanas.
Valdo Pinheiro
Rio de Janeiro, RJ

 

Gente

Fiquei encantada com a graciosidade do sorriso de Gisele Bündchen ao receber um beijo do seu amado DiCaprio ("Unidos na calçada e na arte", Gente, 19 de maio). É incrível ver quanto as coisas mais simples da vida são tão importantes e às vezes nos passam despercebidas. A foto nos remete à mais pura paixão do casal, protegida da grande mídia que gira em torno dos famosos.
Lílian Cunha
Viamão, RS

 

Lya Luft

Genial o artigo "Anjos montados em porcos" (Ponto de vista, 19 de maio). Genial é você, Lya Luft, minha "ídola" desde O Rio do Meio, o melhor presente que recebi ao completar 50 anos. Continue nos brindando com essa perspicácia da alma humana, remexendo em nossas profundezas e nos trazendo a beleza que a vida pode ter.
Maria Helena Maciel
Curitiba, PR

 

Energia

Referente ao quadro "A alternativa mais cara é o vento" (19 de maio), a tabela indica apenas o comparativo do custo da geração das fontes alternativas, desprezando os custos de transmissão e distribuição. Existem situações em que a solução de geração, transmissão e distribuição da energia através dos geradores eólicos é economicamente mais viável quando comparada com as outras fontes alternativas. Principalmente na Região Nordeste do Brasil, onde o potencial de energia eólica é de 6 000 MW, quase metade do da usina de Itaipu.
Tercio Pacitti
São Paulo, SP

 

Reeleição no Congresso

É deprimente ver o espetáculo protagonizado pelos nossos "representantes" em Brasília. Não se pensa no bem coletivo por um instante sequer, tudo funciona na base do toma-lá-dá-cá. Já dizia o poema "A resposta do jeca", de Catulo da Paixão Cearense: "...enquanto os homi de riba dexá nóis tudo mazombo, prá só pensá nos estombo e só tratá de inleição..." ("Ameaça casuísta", 19 de maio).
Marcos Antônio de Souza
Contagem, MG

 

Estados Unidos

Em relação à reportagem "Balada em Abu Ghraib" (19 de maio), o que mais choca além da violência das imagens é a banalidade com que se posa para as fotos, como se fosse a coisa mais natural do mundo. Elas mostram quão desastrosa e absurda pode ser a existência humana. As cenas de Abu Ghraib chocam, são pavorosas como um pesadelo dos contos de Franz Kafka, em que a intolerância e as cenas quase irreais beiram a loucura.
Max Oliveira Raposo
São Luís, MA

 

China

O perfil agressivo e predatório da política econômica internacional da China traz grandes riscos econômicos para o Brasil no setor siderúrgico. Em 2003, a China produziu 220 milhões de toneladas de aço, enquanto o Brasil, apenas 31 milhões (14% da produção chinesa), sendo que grande parte desse volume foi exportada para aquele país, deixando nosso mercado com falta do produto. Caso a China adote como prática vender de 5% a 10% de sua produção ao Brasil a preço chinês, ou seja, bem abaixo do preço de mercado, poderá ocorrer o desmantelamento de todo o parque siderúrgico brasileiro. O governo deve olhar com entusiasmo essa promissora parceria econômica, mas sem deixar de lado os riscos estratégicos a que estaremos sujeitos ("O que esperar da China", 19 de maio).
Leonardo Taborda Sandor
Campinas, SP

 

ICMS

Cumprimento o governo do Estado de São Paulo pela redução do ICMS de alguns produtos. Foi uma medida oportuna e corajosa, mostrando profunda compreensão das necessidades que o Brasil enfrenta na questão imposto e arrecadação e seus efeitos colaterais. O velho dogma econômico mais uma vez se materializa: imposto inteligente significa maior arrecadação. É bom ver uma ponta de luz no emaranhado de túneis tortuosos em que se transformou a política tributária do país ("O imposto baixou", 19 de maio)!
Julio Celso Figueiredo Pereira
Belo Horizonte, MG

 

Transtorno obsessivo-compulsivo

Maravilhosa a reportagem "Mentes que aprisionam" (5 de maio). Vale lembrar que, no início do século passado, pessoas com manias eram passíveis de ser internadas em hospícios. Entre 1900 e 1925, no Hospício São Pedro de Porto Alegre/RS (atual Hospital Psiquiátrico São Pedro), diversos indivíduos foram internados sob o rótulo de maníacos: mania aguda, mania delirante, mania religiosa, mania confusa, mania periódica etc. Não raro acabavam por falecer nas dependências da instituição. O que chama atenção na reportagem é que parece estar ocorrendo um avanço positivo da sociedade ao tratar, evitando a via da exclusão, os que possuem comportamento fora dos padrões ditos "normais". A revista VEJA deu voz a essas pessoas, tratou-as como cidadãs e não como seres anormais e bizarros. Parabéns!
Zelinda Rosa Scotti
Historiadora e autora de Loucas Mulheres Alemãs: a Loucura Visitada no Hospício São Pedro (1900-1925), dissertação de mestrado, PUC/RS
Joinville, SC

 

Diogo Mainardi

Verdadeiro, objetivo, conciso, transparente e fatal em "Abstinência da razão" (19 de maio). Em uma canetada só, Diogo expressa tudo sobre o episódio. O que nos consola é que nem todos perderam a lucidez. Acorda, turminha dos "integrantes, convertidos e convenientes do PT"! Bravo, Diogo!
Dinorai Cabral do Amaral Trindade
Por e-mail

Dia após dia confirma-se que a educação de um povo é a base de seu crescimento. Se todos os brasileiros tivessem acesso à leitura de uma revista como VEJA e a colunas como a do Mainardi, certamente não teríamos tanta violência, corrupção, incompetência política. Enfim, não teríamos Lula de jeito nenhum! Abraços a todos os que fazem a melhor revista do Brasil.
Crismacleyton Pamplona
Blumenau, SC

Peço desculpa às pessoas que criticam as colunas de Diogo Mainardi, mas elas estão atrasadas e não entendem sua visão avançada. Há três semanas, o senhor Mainardi já tinha dado um conselho a nosso excelentíssimo senhor presidente sobre seu hábito de beber. Ele não deu atenção, e deu no que deu.
Alberto Ciro
Londres, Inglaterra

 

Cesariana programada

Após ler a reportagem "Bebê com hora marcada" (19 de maio), fiquei me perguntando: será que a mulher brasileira teria perdido a capacidade de parir? A resposta é não, pois nos países de Primeiro Mundo, onde as mulheres são tratadas com respeito e não são submetidas a procedimentos cirúrgicos desnecessários, os índices de parto normal são de aproximadamente 80%. Então, fazer uma cesariana sem indicação, tendo como justificativa a comodidade e o respeito ao desejo da mulher, representa um grande desrespeito, uma banalização da saúde e, principalmente, um mau comportamento de nossos profissionais.
Hemmerson Henrique Magioni
Ginecologista/obstetra
Belo Horizonte, MG
 

Tenho uma filha de 21 anos e um filho de 18, que nasceram de cesarianas programadas. Optei por cesariana porque não queria saber como era a dor do parto. Queria que meus filhos nascessem numa quinta-feira para eu ter alta no domingo. Queria que minha filha nascesse no dia do aniversário da minha mãe, 12. Meu filho eu queria que nascesse também numa quinta-feira, e também no dia 12. Nasceu no dia 12 de setembro, quinta-feira, às 9h30 também. Eu programei o dia, a hora e a coincidência. Eu nasci no dia 9 de dezembro (12).
Rose Lepore
São Paulo, SP

Fico muito triste quando leio sobre mulheres fúteis que nem lugar na mídia deveriam ter. Fugiram de um processo natural, por ignorância e comodidade delas e de seus médicos. Marcar o nascimento do filho com base nos números, que coisa mais sem propósito!
Paulo Basto de Albuquerque
Diretor da Clínica Obstétrica do Hospital Universitário da Universidade de São Paulo
São Paulo, SP

 

Ciência

A leitura do quadro intitulado "Quando a dose é que faz o veneno" (19 de maio) remeteu-me imediatamente a um artigo recentemente publicado na revista Nature. O artigo "Public health: the demon drink" (8 de abril de 2004) traz alguns dados alarmantes, como o do dano causado pelo álcool. Na verdade, nem toda a população seria beneficiada com o consumo moderado de álcool, mas apenas homens com mais de 45 anos e mulheres com mais de 55 que tenham taxas de colesterol elevadas ou história familiar de doença coronariana. Além disso, essas pessoas que realmente poderiam ser beneficiadas com o consumo moderado de álcool teriam a oportunidade de obter os mesmos ganhos adotando hábitos alimentares saudáveis e fazendo exercícios, sem se expor aos riscos do álcool.
Leila Posenato Garcia
Mestranda em saúde pública
Universidade Federal de Santa Catarina
Florianópolis, SC

 

Amazônia

Excelente a reportagem "Desmatamento ao vivo" (19 de maio). Fico imaginando o restante do país que não dispõe "em tempo real" desses dados sobre desmatamento, como é o caso da Paraíba, onde a degradação ambiental no semi-árido é intensa e o grau de desertificação preocupante.
Juvandi de Souza Santos
Professor da Universidade Estadual da Paraíba
Campina Grande, PB

 

Roberto Pompeu de Toledo

O senhor Alysson Paulinelli reside no mesmo edifício que eu. Devido à pergunta feita ("Por onde andará Alysson Paulinelli?", Ensaio, 19 de maio), como já sabemos não alavancou uma carreira de alcance planetário. O que bem parece é que hoje é pecuarista ou algo parecido, visto que possui uma caminhonete cabine dupla, modelo importado, com a qual sai e retorna dias depois com ela suja de barro até o teto. E o mais impressionante é que trata a todos com uma serenidade e cordialidade de quem vive mesmo no ritmo de uma fazenda.
Rodrigo da Matta
Belo Horizonte, MG

 

Jânio Quadros

Fiquei indignado com as afirmações "O brasileiro (Jânio Quadros) renunciou à Presidência da República. Culpa da garrafa" ("O 'Índice Ieltsin' de álcool e poder" (19 de maio). Meu avô, o presidente Jânio Quadros, renunciou devido a forças terríveis. O ato foi uma articulação política que não deu certo. A carta-renúncia foi escrita dias antes e ninguém jamais disse que ele estava bêbado nos dias 24 ou 25 de agosto de 1961. Ele estava sob a influência de idealismo com ilusões, e não de bebidas alcoólicas.
Jânio Quadros Neto
Londres, Inglaterra

 

CORREÇÃO: A foto do cantor Marcelo Falcão publicada na página 120 da edição 1 854 de VEJA ("Falcão é um gatão", 19 de maio) é de autoria do fotógrafo Cacalo Kfouri.

 
AS GRAVATAS DE LULA E MALUF

 
Nilton Fukuda/Ag. O Globo

O leitor Flávio Fernandes Moraes, de Ilhabela, no litoral paulista, é um bom observador. Ele notou um detalhe de semelhança nas reportagens "345 milhões de dólares..." (12 de maio) e "Afasta de mim esse cálice" (19 de maio). "A gravata do Lula e a do Maluf são idênticas!", disse. Decoradas por escadinhas, gatinhos e nuvens cinza, as duas peças ostentam mesmo estampa semelhante. A diferença é que o gato de Maluf é amarelo e o de Lula, cinza. No mais, a divergência ideológica dos personagens não interfere no bom gosto da escolha: as peças são bem bonitas.

 

SAÚDE NA APOSENTADORIA


A nota "Aposentadoria com o mesmo plano de saúde" (Guia, 19 de maio), que informou sobre a possibilidade de manutenção do plano coletivo da empresa pelo funcionário que se aposenta, despertou grande interesse nos leitores, que escreveram para a redação querendo saber a respeito da lei que estabeleceu essa possibilidade. Trata-se do artigo 31 da Lei nº 9656, de 3 de junho de 1998, que garante ao trabalhador retirar-se usufruindo do plano de saúde por um período igual ao tempo de contribuição. Quem contribuiu dez anos ou mais pode permanecer no plano por tempo indeterminado. A legislação completa e maiores informações estão no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar (www.ans.gov.br), página "Legislação", item "Lei de Regulamentação do Setor".

 
 
 
 
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