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Cartas
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"Após
uma semana de desnecessária ressaca política,
VEJA nos brindou com uma capa que conseguiu captar objetivamente
todo o lamentável episódio."
João José Melo de Carvalho
Fortaleza, CE
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Governo
É
inacreditável o comportamento do atual governo ao envolver-se
em situação tão embaraçosa. A cada crise,
ele encolhe. Ninguém em sã consciência poderia
imaginar que algum dia o Partido dos Trabalhadores, antes tão
democrático, resolveria expulsar um jornalista só
porque não gostou do que viu publicado. Logo o PT, que passou
o tempo todo municiando os meios de comunicação contra
tudo e contra todos. Se fosse levantado tudo o que já foi
publicado no Brasil sobre a pessoa do senhor George W. Bush, não
haveria corte para julgar tantos jornalistas tupiniquins. Não
é com atitudes como essa que seremos respeitados no mundo
("Afasta de mim esse cálice", 19 de maio).
Luiz Tadeu Nunes e Silva
São Luís, MA
A
decisão de expulsar o jornalista do NYT é de
uma idiotice fantástica. Transformaram um repórter
desconhecido, que escreveu uma "materinha" mal apurada e parcial,
em celebridade do jornalismo mundial. Se Roberto Campos estivesse
vivo, repetiria uma de suas lapidares frases: "A diferença
entre a inteligência e a estupidez é que a inteligência
tem limites".
Eduardo Mira
Curitiba, PR
A
liberdade de imprensa não pode servir como escudo para jornalistas
irresponsáveis que não têm consciência
dos danos que uma afirmação pode causar até
mesmo a um país. Acertou o Lula!
Frederico P. Moura
Belo Horizonte, MG
Achei
infeliz a atitude do presidente de querer expulsar do país
o jornalista Larry Rohter, que por sinal está aqui desde
1970, é casado com uma brasileira e, por lei, já é
um cidadão brasileiro. Fizeram literalmente uma tempestade
no copo. Afinal, num país democrático, onde a bandeira
de um governante levado ao poder pela massa popular foi a liberdade
de expressão, isso demonstra certa imaturidade e despreparo
para lidar com as críticas e/ou oposições.
Aref Nader Koleilat
Goiânia, GO
Jornalistas
podem escrever as piores inverdades sobre as pessoas, e ai de quem
se rebelar. É melhor bater numa casa de marimbondos!
Ana Maria Marques Rocha
Jundiaí, SP
Se
Lula pretendia chamar a atenção do mundo para a sua
maneira de governar, conseguiu. Vamos bebemorar!
Sergio Dias Nunes
São Caetano do Sul, SP
Prefiro
o meu presidente eventualmente tomando chope (um ou outro aperitivo)
a outros que, diariamente sóbrios (?), torturam e matam civis
pelo mundo.
Júnior Holanda
Barueri, SP
Os
que conhecem minha trajetória como jornalista e professor
de ciência política sabem de minha crença na
democracia, na liberdade de expressão e na liberdade de imprensa
como valores universais. Estou sujeito a críticas e comentários
negativos como qualquer cidadão, ainda mais por exercer uma
função pública. Recebo-os com tranqüilidade
e espírito desarmado. Surpreende-me, no entanto, a tentativa
de desqualificação profissional e pessoal em VEJA
de 19 de maio de 2004. Esperava ter, por parte desse meio de comunicação,
um tratamento compatível com a responsabilidade de se dirigir
ao vasto público que a revista alcança.
André Singer
Porta-voz da Presidência da República
Brasília, DF
Carta
ao leitor
De
tudo o que li, vi e ouvi, nada melhor do que "O triunfo do erro"
(Carta ao leitor, 19 de maio). Tudo explicadinho, bem simples. Espero
que o nosso presidente tenha um assessor com juízo, que faça
uma cópia da Carta ao leitor e a coloque sob o travesseiro,
para ser lida com freqüência, a fim de evitar que um
governo petista se iguale a outros que foram tão duramente
combatidos pelo partido. Se possível, coloque sobre o criado-mudo
um copo de água com açúcar, para ajudar a evitar
turbulências.
Roberto Antonio Cêra
Piracicaba, SP
Laura
Kipnis
Adorei
a entrevista com a pesquisadora americana Laura Kipnis (Amarelas,
19 de maio). Impressionante como ela conseguiu explicar o que eu,
com 47 anos e separada há um, sinto: sem amar ninguém,
com o espírito leve e feliz! Para as pessoas ao meu redor,
ou sou fingida ou de outro planeta.
Valentina de Fátima De Martin
Piracicaba, SP
O
casamento formal, embora seja o caminho politicamente correto na
formação das sociedades organizadas, é, a meu
ver, uma violência contra as liberdades individuais. Buscar
o amor estável e infinito nessa união é um
contra-senso. Parabéns a Laura Kipnis pela seriedade com
que trata o assunto.
Rufino Almeida
Belém, PA
O
amor é algo totalmente involuntário. Amar é
um sentimento natural do ser humano e uma necessidade boa, algo
que torna a vida especial. É saudável que duas pessoas
que estão se amando queiram estar juntas, casar e dividir
momentos agradáveis e ser cúmplices em momentos desagradáveis.
Não existe a necessidade de se anular em um casamento, tudo
na vida tem um ponto de equilíbrio. Há muitas pessoas
solteiras felizes e infelizes, como também há pessoas
casadas que são felizes e infelizes. Não existe uma
regra. Cada indivíduo tem sua história de vida. É
muito difícil atravessar todas as etapas da vida sem algum
tipo de dificuldade. A força psíquica e a energia
fazem com que as pessoas vivam em harmonia.
Leticia Borges
Dublin, Irlanda
Eu
e minha esposa nos amamos há 24 anos, e cada vez mais. Não
somos os únicos. Convivo com vários casais amigos
felizes assim como nós. O segredo? Vou dar uma dica: pesquise
o significado de "construir sobre a rocha". Você verá
que existe luz, e que luz!, no fim do túnel.
Hani Dantas
Barueri, SP
O
problema, na verdade, não está na impossibilidade
de o casamento cumprir as promessas de felicidade, mas em um casamento
em que o cônjuge não experimenta o amor que vem de
Deus.
Tiago Xavier Silva
São Caetano do Sul, SP
Ao
ler a entrevista com Laura Kipnis, passamos a entender a situação
de caos moral e ético que está levando a humanidade
a uma violência desenfreada e assustadora. Não se pode
confundir amor com paixão, ou com desejo sexual ou instinto
sexual. Amor é doação, entrega, renúncia.
Paixão é sentimento de posse, egoísmo, truculência.
Podemos dizer que a paixão impulsiona a humanidade a descobrir
novos horizontes, mas é o amor que fornece o equilíbrio
e a paz necessários à manutenção da
espécie humana.
Djair Pinho Alves
Brasília, DF
Amor,
paixão, sonhos, desejos, prazeres, felicidade, saudade. Torço
para que um dia Laura Kipnis experimente verdadeiramente esses sentimentos
e reveja seus conceitos sobre a paixão nas relações
humanas.
Valdo Pinheiro
Rio de Janeiro, RJ
Gente
Fiquei
encantada com a graciosidade do sorriso de Gisele Bündchen
ao receber um beijo do seu amado DiCaprio ("Unidos na calçada
e na arte", Gente, 19 de maio). É incrível ver quanto
as coisas mais simples da vida são tão importantes
e às vezes nos passam despercebidas. A foto nos remete à
mais pura paixão do casal, protegida da grande mídia
que gira em torno dos famosos.
Lílian Cunha
Viamão, RS
Lya
Luft
Genial
o artigo "Anjos montados em porcos" (Ponto de vista, 19 de maio).
Genial é você, Lya Luft, minha "ídola" desde
O Rio do Meio, o melhor presente que recebi ao completar
50 anos. Continue nos brindando com essa perspicácia da alma
humana, remexendo em nossas profundezas e nos trazendo a beleza
que a vida pode ter.
Maria Helena Maciel
Curitiba, PR
Energia
Referente
ao quadro "A alternativa mais cara é o vento" (19 de maio),
a tabela indica apenas o comparativo do custo da geração
das fontes alternativas, desprezando os custos de transmissão
e distribuição. Existem situações em
que a solução de geração, transmissão
e distribuição da energia através dos geradores
eólicos é economicamente mais viável quando
comparada com as outras fontes alternativas. Principalmente na Região
Nordeste do Brasil, onde o potencial de energia eólica é
de 6 000 MW, quase metade do da usina de Itaipu.
Tercio Pacitti
São Paulo, SP
Reeleição
no Congresso
É
deprimente ver o espetáculo protagonizado pelos nossos "representantes"
em Brasília. Não se pensa no bem coletivo por um instante
sequer, tudo funciona na base do toma-lá-dá-cá.
Já dizia o poema "A resposta do jeca", de Catulo da Paixão
Cearense: "...enquanto os homi de riba dexá nóis tudo
mazombo, prá só pensá nos estombo e só
tratá de inleição..." ("Ameaça casuísta",
19 de maio).
Marcos Antônio de Souza
Contagem, MG
Estados
Unidos
Em
relação à reportagem "Balada em Abu Ghraib"
(19 de maio), o que mais choca além da violência das
imagens é a banalidade com que se posa para as fotos, como
se fosse a coisa mais natural do mundo. Elas mostram quão
desastrosa e absurda pode ser a existência humana. As cenas
de Abu Ghraib chocam, são pavorosas como um pesadelo dos
contos de Franz Kafka, em que a intolerância e as cenas quase
irreais beiram a loucura.
Max Oliveira Raposo
São Luís, MA
China
O
perfil agressivo e predatório da política econômica
internacional da China traz grandes riscos econômicos para
o Brasil no setor siderúrgico. Em 2003, a China produziu
220 milhões de toneladas de aço, enquanto o Brasil,
apenas 31 milhões (14% da produção chinesa),
sendo que grande parte desse volume foi exportada para aquele país,
deixando nosso mercado com falta do produto. Caso a China adote
como prática vender de 5% a 10% de sua produção
ao Brasil a preço chinês, ou seja, bem abaixo do preço
de mercado, poderá ocorrer o desmantelamento de todo o parque
siderúrgico brasileiro. O governo deve olhar com entusiasmo
essa promissora parceria econômica, mas sem deixar de lado
os riscos estratégicos a que estaremos sujeitos ("O que esperar
da China", 19 de maio).
Leonardo Taborda Sandor
Campinas, SP
ICMS
Cumprimento
o governo do Estado de São Paulo pela redução
do ICMS de alguns produtos. Foi uma medida oportuna e corajosa,
mostrando profunda compreensão das necessidades que o Brasil
enfrenta na questão imposto e arrecadação e
seus efeitos colaterais. O velho dogma econômico mais uma
vez se materializa: imposto inteligente significa maior arrecadação.
É bom ver uma ponta de luz no emaranhado de túneis
tortuosos em que se transformou a política tributária
do país ("O imposto baixou", 19 de maio)!
Julio Celso Figueiredo Pereira
Belo Horizonte, MG
Transtorno
obsessivo-compulsivo
Maravilhosa
a reportagem "Mentes que aprisionam" (5 de maio). Vale lembrar que,
no início do século passado, pessoas com manias eram
passíveis de ser internadas em hospícios. Entre 1900
e 1925, no Hospício São Pedro de Porto Alegre/RS (atual
Hospital Psiquiátrico São Pedro), diversos indivíduos
foram internados sob o rótulo de maníacos: mania aguda,
mania delirante, mania religiosa, mania confusa, mania periódica
etc. Não raro acabavam por falecer nas dependências
da instituição. O que chama atenção
na reportagem é que parece estar ocorrendo um avanço
positivo da sociedade ao tratar, evitando a via da exclusão,
os que possuem comportamento fora dos padrões ditos "normais".
A revista VEJA deu voz a essas pessoas, tratou-as como cidadãs
e não como seres anormais e bizarros. Parabéns!
Zelinda Rosa Scotti
Historiadora e autora de Loucas Mulheres Alemãs: a Loucura
Visitada no Hospício São Pedro (1900-1925), dissertação
de mestrado, PUC/RS
Joinville, SC
Diogo
Mainardi
Verdadeiro,
objetivo, conciso, transparente e fatal em "Abstinência da
razão" (19 de maio). Em uma canetada só, Diogo expressa
tudo sobre o episódio. O que nos consola é que nem
todos perderam a lucidez. Acorda, turminha dos "integrantes, convertidos
e convenientes do PT"! Bravo, Diogo!
Dinorai Cabral do Amaral Trindade
Por
e-mail
Dia
após dia confirma-se que a educação de um povo
é a base de seu crescimento. Se todos os brasileiros tivessem
acesso à leitura de uma revista como VEJA e a colunas como
a do Mainardi, certamente não teríamos tanta violência,
corrupção, incompetência política. Enfim,
não teríamos Lula de jeito nenhum! Abraços
a todos os que fazem a melhor revista do Brasil.
Crismacleyton Pamplona
Blumenau,
SC
Peço
desculpa às pessoas que criticam as colunas de Diogo Mainardi,
mas elas estão atrasadas e não entendem sua visão
avançada. Há três semanas, o senhor Mainardi
já tinha dado um conselho a nosso excelentíssimo senhor
presidente sobre seu hábito de beber. Ele não deu
atenção, e deu no que deu.
Alberto Ciro
Londres,
Inglaterra
Cesariana
programada
Após
ler a reportagem "Bebê com hora marcada" (19 de maio), fiquei
me perguntando: será que a mulher brasileira teria perdido
a capacidade de parir? A resposta é não, pois nos
países de Primeiro Mundo, onde as mulheres são tratadas
com respeito e não são submetidas a procedimentos
cirúrgicos desnecessários, os índices de parto
normal são de aproximadamente 80%. Então, fazer uma
cesariana sem indicação, tendo como justificativa
a comodidade e o respeito ao desejo da mulher, representa um grande
desrespeito, uma banalização da saúde e, principalmente,
um mau comportamento de nossos profissionais.
Hemmerson Henrique Magioni
Ginecologista/obstetra
Belo Horizonte, MG
Tenho
uma filha de 21 anos e um filho de 18, que nasceram de cesarianas
programadas. Optei por cesariana porque não queria saber
como era a dor do parto. Queria que meus filhos nascessem numa quinta-feira
para eu ter alta no domingo. Queria que minha filha nascesse no
dia do aniversário da minha mãe, 12. Meu filho eu
queria que nascesse também numa quinta-feira, e também
no dia 12. Nasceu no dia 12 de setembro, quinta-feira, às
9h30 também. Eu programei o dia, a hora e a coincidência.
Eu nasci no dia 9 de dezembro (12).
Rose
Lepore
São
Paulo, SP
Fico
muito triste quando leio sobre mulheres fúteis que nem lugar
na mídia deveriam ter. Fugiram de um processo natural, por
ignorância e comodidade delas e de seus médicos. Marcar
o nascimento do filho com base nos números, que coisa mais
sem propósito!
Paulo
Basto de Albuquerque
Diretor
da Clínica Obstétrica do Hospital Universitário
da Universidade de São Paulo
São Paulo, SP
Ciência
A
leitura do quadro intitulado "Quando a dose é que faz o veneno"
(19 de maio) remeteu-me imediatamente a um artigo recentemente publicado
na revista Nature. O artigo "Public health: the demon drink"
(8 de abril de 2004) traz alguns dados alarmantes, como o do dano
causado pelo álcool. Na verdade, nem toda a população
seria beneficiada com o consumo moderado de álcool, mas apenas
homens com mais de 45 anos e mulheres com mais de 55 que tenham
taxas de colesterol elevadas ou história familiar de doença
coronariana. Além disso, essas pessoas que realmente poderiam
ser beneficiadas com o consumo moderado de álcool teriam
a oportunidade de obter os mesmos ganhos adotando hábitos
alimentares saudáveis e fazendo exercícios, sem se
expor aos riscos do álcool.
Leila
Posenato Garcia
Mestranda
em saúde pública
Universidade Federal de Santa Catarina
Florianópolis, SC
Amazônia
Excelente
a reportagem "Desmatamento ao vivo" (19 de maio). Fico imaginando
o restante do país que não dispõe "em tempo
real" desses dados sobre desmatamento, como é o caso da Paraíba,
onde a degradação ambiental no semi-árido é
intensa e o grau de desertificação preocupante.
Juvandi de Souza Santos
Professor
da Universidade Estadual da Paraíba
Campina Grande, PB
Roberto
Pompeu de Toledo
O
senhor Alysson Paulinelli reside no mesmo edifício que eu.
Devido à pergunta feita ("Por onde andará Alysson
Paulinelli?", Ensaio, 19 de maio), como já sabemos não
alavancou uma carreira de alcance planetário. O que bem parece
é que hoje é pecuarista ou algo parecido, visto que
possui uma caminhonete cabine dupla, modelo importado, com a qual
sai e retorna dias depois com ela suja de barro até o teto.
E o mais impressionante é que trata a todos com uma serenidade
e cordialidade de quem vive mesmo no ritmo de uma fazenda.
Rodrigo da Matta
Belo
Horizonte, MG
Jânio
Quadros
Fiquei
indignado com as afirmações "O brasileiro (Jânio
Quadros) renunciou à Presidência da República.
Culpa da garrafa" ("O 'Índice Ieltsin' de álcool e
poder" (19 de maio). Meu avô, o presidente Jânio Quadros,
renunciou devido a forças terríveis. O ato foi uma
articulação política que não deu certo.
A carta-renúncia foi escrita dias antes e ninguém
jamais disse que ele estava bêbado nos dias 24 ou 25 de agosto
de 1961. Ele estava sob a influência de idealismo com ilusões,
e não de bebidas alcoólicas.
Jânio Quadros Neto
Londres,
Inglaterra
CORREÇÃO:
A foto do cantor Marcelo Falcão publicada na página
120 da edição 1 854 de VEJA ("Falcão
é um gatão", 19 de maio) é de autoria do fotógrafo
Cacalo Kfouri.
| AS
GRAVATAS DE LULA E MALUF |
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Nilton Fukuda/Ag. O Globo
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O
leitor Flávio Fernandes Moraes, de Ilhabela,
no litoral paulista, é um bom observador. Ele
notou um detalhe de semelhança nas reportagens
"345 milhões de dólares..." (12 de maio)
e "Afasta de mim esse cálice" (19 de maio). "A
gravata do Lula e a do Maluf são idênticas!",
disse. Decoradas por escadinhas, gatinhos e nuvens cinza,
as duas peças ostentam mesmo estampa semelhante.
A diferença é que o gato de Maluf é
amarelo e o de Lula, cinza. No mais, a divergência
ideológica dos personagens não interfere
no bom gosto da escolha: as peças são
bem bonitas.
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| SAÚDE
NA APOSENTADORIA |
|
A
nota "Aposentadoria com o mesmo plano de saúde"
(Guia, 19 de maio), que informou sobre a possibilidade
de manutenção do plano coletivo da empresa
pelo funcionário que se aposenta, despertou grande
interesse nos leitores, que escreveram para a redação
querendo saber a respeito da lei que estabeleceu essa
possibilidade. Trata-se do artigo 31 da Lei nº
9656, de 3 de junho de 1998, que garante ao trabalhador
retirar-se usufruindo do plano de saúde por um
período igual ao tempo de contribuição.
Quem contribuiu dez anos ou mais pode permanecer no
plano por tempo indeterminado. A legislação
completa e maiores informações estão
no site da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(www.ans.gov.br),
página "Legislação", item "Lei
de Regulamentação do Setor".
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