Edição 1 646 -26/4/2000

VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Luiz Felipe de Alencastro
Gustavo Franco
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
Veja recomenda
Os mais vendidos

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


VEJA esta semana

Brasil
Internacional
Geral
Economia e negócios
Guia
Artes e Espetáculos
Colunas
Claudio de Moura Castro
Sérgio Abranches
Diogo Mainardi
Roberto Pompeu de Toledo
Seções
Carta ao leitor
Entrevista
Cartas
Radar
Contexto
Holofote 
Veja essa
Notas internacionais
Hipertexto
Gente
Datas
Cotações
Para usar
Veja recomenda
Os mais vendidos

Banco de Dados 

Para pesquisar digite uma ou mais palavras no campo abaixo. 


 

Os perigos do celular ao volante

Lalo de Almeida


A lei brasileira prevê multa de 85 reais para quem é flagrado falando ao celular enquanto dirige. Mesmo assim, a cena é muito comum nas ruas de qualquer grande cidade. Se a ameaça de multa não é suficiente para intimidar esses motoristas teimosos e imprudentes, talvez uma pesquisa realizada recentemente na Europa possa, ao menos, levá-los a refletir sobre os perigos do celular ao volante. Segundo o estudo, o tempo gasto para discar um número no celular é de 10,6 segundos. A 50 quilômetros por hora, isso significa ficar distraído por 150 metros de percurso. Só para comparar: mexer no volume do rádio exige um segundo e meio da atenção do motorista. A pesquisa mostra ainda que, falando ao telefone, os motoristas deixam de observar quase metade das placas de trânsito. Tanta distração pode ser fatal.

 

Os benefícios da nova economia

Para quem trabalha na chamada velha economia e está mordido vendo colegas seus mudar para um emprego de alto salário nas empresas do mundo digital, uma boa notícia: a nova economia está puxando para cima a remuneração também nas empresas que não pertencem ao mundo pontocom. Essa é a conclusão de uma pesquisa de salários da consultoria americana Towers Perrin (veja quadro). O levantamento comparou os salários de grandes executivos em todo o mundo. Em 1999, por exemplo, os brasileiros receberam remunerações comparáveis às de europeus e japoneses.

 

Calcule seu salário lá fora

O site www.homefair.com/ homefair/cmr/salcalc.html é muito curioso para quem quer conhecer um pouco mais sobre o custo de vida no exterior. Nele, é possível saber quanto seria preciso ganhar lá fora para manter o mesmo padrão de vida que se tem no Brasil. Um exemplo: para conservar seu poder de compra, uma pessoa com renda equivalente a 1.500 dólares mensais em São Paulo precisaria, em Tóquio, receber 1.835 dólares por mês.

 

Alô, Alô, Infraero

A estatal que cuida dos aeroportos precisa dar alguma atenção à internet. Não é razoável que os administradores desses locais se comportem como se conectar a rede de computadores fosse um serviço de luxo. É só copiar o modelo americano. Nos aeroportos dos Estados Unidos, o que não falta é ponto para quem pretende dar uma navegada enquanto espera a vez de embarcar.

 

Esta é para quem está movendo uma ação contra o confisco da caderneta de poupança decretado pelo ex-presidente Fernando Collor. Desde aquela época, diversas ações tentam reaver na Justiça as perdas financeiras decorrentes da medida desastrada. A mais recente campanha pelo ressarcimento do confisco pode ser conferida no site do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (www.uol.com.br/idec). O Idec preparou uma carta-padrão de protesto. A idéia é que as pessoas imprimam o documento e o enviem ao Judiciário, como forma de pressão por uma solução definitiva.

 

Boa notícia

Pense positivo

André Andrade


Pesquisadores da Universidade de Duke, nos Estados Unidos, descobriram que ser otimista em relação à própria saúde pode prolongar a vida. Eles acompanharam 3.000 pessoas com problemas de coração durante quatro anos. Todas com o mesmo tipo de enfermidade. Nesse tempo, a taxa de mortalidade entre as pessoas pessimistas foi três vezes maior do que a verificada entre as otimistas. Os estudiosos acreditam que uma atitude fatalista leva, entre outras coisas, a hábitos menos saudáveis.

 

Má notícia

Perigo por perto

Atenção! Surgiu mais um estudo alertando sobre os perigos da automedicação. O Centro Nacional Para Doenças Infecciosas dos Estados Unidos descobriu que os sintomas da gripe e da hepatite são muito parecidos em alguns casos. As pessoas sentem náuseas, reclamam de dores pelo corpo e têm febre. Por causa das semelhanças, muitos doentes se tratam com medicamentos contra a gripe e nunca melhoram porque, na verdade, estão com hepatite. A pesquisa constatou que a presença da hepatite é entre duas e cinco vezes maior do que mostram as estatísticas.

 

Criança e esporte

Nelson Coelho


Nestes tempos em que o videogame e o computador imperam na vida da criança, papais e mamães ficam preocupados com a falta de atividade física dos filhos. Um estudo americano dá recomendações aos pais que querem tirá-los da frente da TV ou do monitor para praticar um esporte. São as seguintes:

Coloque limites nas atividades sedentárias de seu filho, como o videogame e o computador.

Pratique esportes. Você deve ser o primeiro a dar o exemplo.

Não obrigue nem induza seu filho a praticar o esporte de que você gosta. Apresente a ele várias opções e deixe-o escolher.

Quando ele começar a praticar, aplauda seus esforços. Palavras de incentivo, como "boa jogada", são suficientes.

Não faça disso um desespero, mas tente estar por perto quando a criança precisar de consolo por uma derrota no jogo. Seu apoio é fundamental para encorajá-la a tentar de novo.

Nunca pergunte "você ganhou?" Prefira "você se divertiu?" ou "o jogo foi bom hoje?" Ele vai se sentir menos cobrado.

 


Editado por Christian Schwartz
e-mail: parausar@abril.com.br